e morreu a 5fev1937
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Via Eduarda Ledesma
Psicanalista, escritora, estudante de Nietzsche, amiga íntima de Freud, musa de Rilke
Filha de um general russo que trabalhava a serviço da família Romanov, com a idade de 17 anos, ela conheceu seu primeiro mentor, Hendrik Gillot, tutor dos filhos de Zar, que iniciaram-na em teologia e literatura francesa e alemã. Gillot, casado e com filhos, logo se apaixonou por Lou e pediu sua mão em casamento; ela o rejeitou.Em 1880, Lou Salomé viajou a Zurique com a mãe. Lá, ela estudou Teologia Dogmática e História da Religião na Universidade de Zurique. Dois anos mais tarde mudou-se para Roma, onde se encontrou com Paul Rée (que seria seu amante por algum tempo) e Friedrich Nietzsche — e com eles ela estabeleceria um trio intelectualmente esmagador. Suas viagens e estudos continuaram, até que em 1887 ela iria encontrar o homem com que ela iria se casar: Carl Friedrich Andreas. Seu casamento com Andreas, que durou até sua morte, em 1930, nunca foi consumado – alguns dizem que ele ameaçou se matar se ela se recusasse a se casar com ele e que eles sempre viveram em casas separadas. Além disso, Lou continuou a ter relações com outros homens pelo resto de sua vida.Ao escrever artigos e livros, Salomé manteria a independência econômica do marido. Ela foi a primeira pessoa a publicar estudos sobre a obra de Nietzsche, seis anos antes da morte do filósofo — que em algum momento se apaixonou por ela e pediu-lhe para se casar com ele; proposta, que também seria rejeitada por ela. Alguns estudiosos acreditam que foi durante esta fase e sob a influência do desencanto que Nietzsche iria escrever Assim Falou Zaratustra.Em 1897, já casada com Andreas, Lou encontrou o escritor Rainer Maria Rilke, com quem ela iria manter um relacionamento romântico por muitos anos. O jovem poeta, quinze anos mais jovem que ela, imediatamente caiu de amor por Lou, que a princípio havia o rejeitado. Depois de algum tempo e devido à insistência de Rilke, ela concordou em ter um relacionamento com ele, que sempre oscilou entre amor, amizade, admiração, amor platônico e uma incrivelmente profunda relação criativa. A prova da sua relação prolongada e intensa é suas cartas de amor, que ainda sobrevivem. Entre outras coisas, ela ensinou russo para Rilke, para que ele pudesse ler Tolstoi e Pushkin.
Em 1902, após o suicídio de Paul Rée, Salomé entrou em uma profunda crise que ela iria superar com a ajuda do médico vienense Friedrich Pineles. Ela teria um caso romântico com ele que iria levá-la a fazer um aborto voluntário.
Em 1911 ela conheceu Sigmund Freud e imediatamente se tornou viciada em psicanálise, sendo uma das poucas mulheres aceitas no Círculo Psicanalítico de Viena. Para o resto de suas vidas eles iriam manter um relacionamento amigável com base em profundo respeito e amor. Ela começou a dar terapia psicanalítica, na cidade alemã de Gotinga.
Lou Andreas Salomé morreu em 1937 na idade de 76 anos, devido à insuficiência renal. Seu pensamento combinou psicanálise freudiana com a filosofia de Nietzsche, e seus estudos foram baseados, principalmente, sobre o narcisismo e a sexualidade feminina.
Esta é uma mulher que viveu sua vida com extrema liberdade, além do que era comum na época; ela foi um ícone para a mulher livre do século 20. Independentemente do fato de que ela estranhamente permanece na região sombria da memória histórica, o que é verdade é que alguns dos homens fundamentais dos últimos cem anos suspiraram mais de uma vez para ela.
http://psicoativo.com/2016/07/lou-salome-mulher-que-encantou-nietzsche-freud-e-rilke.html***
Artur Ledesma acrescenta:
no mínimo, terá de se dizer que Lou Andreas-Salome era uma Senhora casada com um medico e amiga colorida de Freud, Nietzsche, Rilke e Paul Ree. Há, como sabes, uma célebre fotografia dela numa carroça a ser puxada por dois deles. Pormenor: ela tem um chicote na mão. Era aquariana, nascida a 12 de fevereiro. Abraço
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procurar a foto da carroça:
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| Niezstche à direita. |
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http://ideiasdeclio.blogspot.pt/2012/12/lou-salome-mulher-que-fez-nietzsche.html
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Lou Salomé - A mulher que fez Nietzsche puxar a carroça
Brincadeiras à parte, Lou Andreas-Salomé foi uma bela mulher que escandalizou a sociedade e quebrou regras morais. Teve vários amantes. Uma mulher sensível, que tinha um grande poder de sedução, e um dos seduzidos foi ninguém menos que o filósofo Friedrich Nietzsche. Ela nasceu em São Petersburgo, Rússia, em 12 de fevereiro de 1861. Aos 19 anos, com muita sede de conhecimento e munida de uma carta de recomendação, Lou mudou para Roma e lá procurou por Malwida von Maysenburg, uma mulher que abriu mão de títulos de nobreza para "ajudar a emancipar a mulher dos limites que a sociedade lhe impôs". Na casa de Malwida, Lou Salomé conheceu o filósofo Paul Rée, com o qual logo se estreitaram os laços de amizade. Com grande admiração pelo filósofo, Lou queria que eles fossem morar juntos, como amigos, uma ideia inusitada para a época. Malwida se posicionou contra, alegando que tal acontecimento faria aparecer boatos que afetariam a reputação da jovem. Mais tarde ela apoiou Lou, mas advertindo que era preciso não dar ao mundo esses tipos de munições. Juntamente com Paul Rée, Mawilda enviou cartas à Nietzsche, discorrendo sobre a incrível mulher, Lou. Aceitando um convite de Rée, Nietzsche foi visitá-los em Roma. Tão logo se encrontou com Lou Salomé, o filósofo soltou: "De que estrelas caímos nós para nos encontrar aqui?"
Começa-se então um triângulo. Tanto Paul quanto Nietzche se apaixonaram pela jovem. O último começou a ter a ideia de casamento, mas foi advertido por Paul que Lou tinha aversão a casamentos. E havia também um problema, o problema financeiro. Após a morte de seu pai, Lou Salomé começou a receber uma pensão do governo, e perderia o direito a esta pensão se ela se casasse. Em 1882 Lou e a mãe se mudaram para Itália, recebendo mais tarde a visita dos dois filósofos. Depois de um passeio a sós com Salomé, Nietzsche chegou a dizer que devia a ela o sonho mais bonito de sua vida. O que aconteceu durante o passeio ninguém ficou sabendo. Embora Lou tenha afirmado mais tarde que não se lembrava se chegou a beijar Nietzche durante o percurso em Monte Sacro. O fato é que depois disto o filósofo se mostrou mais alegre e confiante do que de costume. Depois, Lou juntamente com sua mãe e Paul Rée, foram para Locarno e Nietzche para uma visita em Overbeck. O trio só voltou a se encontrar em Lucerne, onde tiraram esta famosa foto:
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| Niezstche à direita. |
Nesta ocasião Nietzsche pediu Lou em casamento, mas ela recusou. E o trio se separava novamente. Lou foi para Berlim com seu irmão mais novo. Durante este período era intensa a correspondência entre os dois filósofos e a amada. Rée exprimia todo seu carinho e devoção. Já Nietzsche era mais reservado, de modo a não levar Salomé a perceber sua tristeza em estar longe da moça.
Mais tarde a irmã de Nietzsche acompanhou Lou em uma viagem para visitar o filósofo. Ela ficou escandalizada. Não entendia como Lou, uma mulher, fazia tanto sucesso entre os homens e falava tão abertamente de coisas como deus, sexo e moral. Nietzsche continuava maravilhado, lhe agradava a idéia de conversar com uma bela mulher, assuntos que antes só conversava com homens,o que era mais do que comum naquela época. Ele queria fazer dela sua discípula. Já para Lou só interessava o Nietzsche filósofo, e não ele como homem.
O trio se reencontrou novamente em Leipzig. Lá, Lou começou a estudar sobre a a história das religiões, e Nietzsche a ajudava no trabalho. Mais tarde ele começou a fazer duras críticas a seu rival, Rée. Com isso Lou, pouco a pouco, foi perdendo seu entusiasmo para com Nietzsche. Ela e Rée se mudaram para Paris, morando juntos, mas só como amigos, o que contrariava as expectativas de Paul. Depois de Paris, ela morou, com Rée, durante 5 anos, em Berlim. Lá ela começou a ser reconhecida, com o livro "Uma luta por Deus", o qual assinou como Henri Lou.
Aos 26 anos, conheceu o professor, quinze anos mais velho que ela, Carl Andreas. Em junho de 1887 eles se casaram, o que causou espanto em todos. Lou amava Andreas e sentiu-se na obrigação de se casar depois de uma tentativa de suicídio, por parte de Carl. Mas para se casar a escritora fez um acordo, Carl não poderia fazer valer os seus “direitos” de marido, ou seja nunca houve contato físico. Lou deixou bem claro também, que não queria que o marido interferisse na sua liberdade, e que suas relações com Paul Rée não mudariam de maneira alguma. Mesmo com tudo isto, Paul não se sentiu confortável e deixou Berlim, deixando Lou com o sofrimento pela ausência do amigo.
Em 1892, Lou Salomé escreveu o primeiro estudo feminista, Personagens femininos de Ibsen. Em 1894 escreveu Friedrich Nietzche em sua obra e, em 1895, o romance Ruth. Em 1897 foi apresentada ao poeta René-Marie Rilke, que também ficou encantado com a escritora e lhe escrevia bilhetes amorosos. A correspondência entre os dois e a profunda e a amizade só terminou com a morte de Rilke. Pela primeira vez Lou tinha conhecido um homem por quem sentia interesse físico e intelectual. Os dois viajaram juntos para Rússia, uma vez com a companhia do marido de Lou, e outra sozinhos. Mais tarde,se sentindo incomodada com os acessos de depressão e exaltação de Rilke, Lou Salomé decide voltar a Alemanha. Neste período, para a surpresa da escritora, Rilke se casou com Clara Westhoff. No mesmo ano do casamento de Rilke, 1901, Paul Rée faleceu. Lou sofreria com esta morte pelo resto da vida.
Em 1902, ela publicou um livro de contos, “Na zona crepuscular”. Depois de conhecer Freud, com quem começou a estudar psicanálise, em 1910 escreveu um ensaio denominado “O erotismo”. Ela acreditava que a sexualidade era uma necessidade física, tanto quanto a fome e a sede.
Durante a primeira guerra ela ficou com Andreas na Alemanha. Com a morte de alguns parentes e a perda da pensão que recebia, começou a ficar nostálgica. Em 1923, escreveu o livro Rodinka. Durante esses anos Lou dividia seu tempo entre seus pacientes, reuniões e congressos.
Em 1928 ela escreveu a biografia de Rilke. Em 1931, agradecia a Freud escrevendo o livro “Carta aberta a Freud”. Então tudo começou a ir mal para Lou Salomé, aos 85 anos Andreas morreu e Lou descobriu que tinha diabetes. Fora isso, ela vivia na Alemanha e se deparou com um Hitler que não simpatizava com Freud. Ela entregou todas as suas cartas a um amigo, para que este as publicasse depois de sua morte. O que não adiantou, já que depois disto a Gestapo confiscou todos estes papéis, alegando que a psicanálise era uma ciência judaica. No dia 5 de fevereiro de 1937, Lou Andreas-Salomé, morreu enquanto dormia. Ao todo ela escreveu 20 livros e mais de 100 ensaios e artigos. Várias pessoas a admiram pelo fato dela ter convivido com tantos homens importantes, sem ser dominada por nenhum deles.
"Ouse, ouse... ouse tudo!!
Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
algo que está em nós e que queima como o fogo da vida"
Lou Salomé
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do blogue MULHERES INCRÍVEIS
http://mulheres-incriveis.blogspot.pt/2012/04/lou-salome.html
“A vida humana – na verdade, toda a vida – é poesia. Nós a vivemos inconscientemente, dia a dia, fragmento a fragmento, mas, na sua totalidade inviolável, ela nos vive”
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Para ler com tempo:
http://eternamentelou.blogspot.pt/
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Via
http://frasesreunidas.blogspot.pt/2007/08/lou-andreas-salome.html
Lou Andreas Salomé
"Ouse, ouse... ouse tudo!! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!"--------------------------------------------------------
"Claro, como se ama um amigo
Eu te amo, vida enigmática –
Que me tenhas feito exultar ou chorar,
Que me tenhas trazido felicidade ou sofrimento,
Amo-te com toda a tua crueldade,
E se deves me aniquilar,
Eu me arrancarei de teus braços
Como alguém se arranca do seio de um amigo.
Com todas as minhas forças te aperto!
Que tuas chamas me devorem,
No fogo do combate, permite-me
Sondar mais longe teu mistério.
Ser, pensar durante milênios!
Encerra-me em teus dois braços:
Se não tens mais alegria a me ofertar
Pois bem – restam-te teus tormentos. "
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"Tu, céu claro sobre mim,
Quero confiar-me a ti
Não permitas que o prazer e a dor daqui
De admirar-te possam-me impedir!
Tu, que sobre tudo te projetas,
Através de espaços e através dos ventos,
Mostra-me aonde vais, pois é minha meta
Reencontrar-te em todos os momentos.
Do prazer não quero ver o fim
Não fugirei do sofrimento que abate,
Espaço e mais espaço é o que quero sobre mim
Para ajoelhar-me sobre o azul e venerar-te."
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"só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro."
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"Pois, sobretudo, resulta no indivíduo uma espécie de interação ébria e exuberante das mais altas energias criadoras do seu corpo e a exaltação mais alta da alma. Enquanto nossa consciência se interessa vagamente, habitualmente, por nossa vida psíquica, como por um mundo que conhecemos mal e que controlamos ainda pior, que ao que parece forma um com ela, mas com o qual normalmente ela se entende mal - eis que se produz subitamente entre eles uma tal comunhão de enervação que todos os seus desejos, todas as suas aspirações se inflamam ao mesmo tempo."
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"Assim, para quem ama, o amor, por muito tempo e pela vida afora, é solidão, isolamento, cada vez mais intenso e profundo. O amor, antes de tudo, não é o que se chama entregar-se, confundir-se, unir-se a outra pessoa. (...) O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo por si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de um outro ser: é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe."
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"Distingue-se entre os humanos aqueles que se sentem divididos em um passado e um futuro e aqueles que vivem o presente com cada vez mais densidade, sempre mais plenitude. Os orientais acham natural insistir menos sobre a morte do que se passa do que sobre a perfeição do que se acaba, como aprofundamento da realidade. Nós, ao contrário, começamos a ver aquilo que nos chega, apenas sob o aspecto sempre mais sinistro da morte - como tudo o que se observa de um olhar exterior, logo mortífero."
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"Sempre não tive a idéia fixa de que a velhice me traria muito? Em meus jovens anos escrevi em algum lugar: primeiro nós vivemos nossa juventude, em seguida nossa juventude vive em nós. Não sei bem, ainda hoje, o que eu queria dizer com isso outrora. Mas eu tinha realmente medo de não atingir a idade de viver esta experiência; eu o sabia profundamente, uma longa vida, com todas as suas dores, vale ser vivida,. Claro, o valor da vida pode nos ficar escondido pelos desgastes sofridos pela nossa carne, nosso espírito (...) do mesmo modo que a juventude mais empreendedora pode se ver entravada em sua felicidade e em seu sucesso, por um fatal concurso de circunstâncias; mas, por além das perdas, a velhice adquire muito mais que a famosa aptidão à serenidade e à lucidez: ela permite que se chegue a uma plenitude mais acabada."
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"Se deixo errar meus pensamentos, não encontro ninguém. O melhor, afinal de contas é a morte.""Se deixo errar meus pensamentos, não encontro ninguém. O melhor, afinal de contas é a morte."
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Via FNAC
Em 1931, por ocasião dos 65 anos de Freud, Lou Salomé escreveu esta Carta Aberta a Freud, associando-se deste modo, aos festejos da data de aniversário do fundador da Psicanálise. A autora tinha, por Freud uma grande admiração e reconhecimento por suas investigações mas, apesar disso, não deixou de levantar algumas interrogações a Freud que, por sua vez tão bem soube interpretá-las. Neste texto Lou Andreas-Salomé coloca, como interrogação, a relação entre o processo criador e analítico e, o inverso, a teoria freudiana da criação artística. Lou Andreas-Salomé nasceu em 1861 e faleceu em 1937. Foi uma mulher que teve uma influência decisiva na vida de grandes homens: Nietzsche e Rilke, foram, durante mais de vinte e cinco anos seus admiradores. De Lou Andreas-Salomé, Freud disse: "ela é a poeta da psicanálise."

