04/08/2015

2.287.(4ag2015.15.51') Rei D. Sebastião e o Mosteiro de Alcobaça

Nasceu a 20jan1544
e morreu a 4ag1578 
***

D SEBASTIÃO E D SEBASTIÃO, REI DE PORTUGAL

https://www.youtube.com/watch?v=DbMfsRUjcD8
Dois poemas de Fernando Pessoa musicados e interpretados por André Luiz Oliveira, autor do CD/DVD Mensagem 2.
***

Homenagem a El-Rei D. Sebastião de Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=bb-Je6Z7xjo
Manoel de Oliveira - "O Quinto Império- Ontem como hoje" - 2004;
Manoel de Oliveira - "Non ou a vã glória de mandar" -1990;
José Leitão de Barros - "Camões" - 1946
Música: "A lenda d'El-Rei D. Sebastião" - Quarteto 1111
***

A Alma E A Gente - D. Sebastião, O Rei Perdido

https://www.youtube.com/watch?v=xOcC6EAUKcA
***
D. Sebastião
 http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=white&pid=237

D. Sebastião

D. Sebastião (n. em Lisboa a 20 de Janeiro de 1554, m. na Batalha de Alcácer Quibir a 4 de Agosto de 1578), décimo sexto rei de Portugal, filho do Príncipe D. João e neto de D. João III, cognominado O Desejado.

D. Afonso, herdeiro do Trono e último dos 9 filhos de D. João III e de D. Catarina de Áustria, morrera a 2 de Janeiro de 1554 com dezasseis anos, deixando a sua esposa, D. Joana, grávida. Perante a ameaça de incorporação da Coroa Portuguesa na Casa Real de Espanha, só o nascimento de um príncipe poderia salvaguardar a Independência de Portugal. Neste cenário, o nascimento de D. Sebastião tornou-se motivo de grande euforia e comoção nacional.
A morte de D. João III deixou a Rainha D. Catarina na regência da Coroa até ao dia em que D. Sebastião completasse 14 anos de idade. A educação do muito jovem D. Sebastião foi também deixada ao seu cuidado, uma vez que a sua mãe, a princesa D. Joana, regressara à Espanha nativa. Poder-se-á discutir a importância dos mestres e preceptores na educação de D. Sebastião e na formação do seu fervoroso e religioso carácter, mas interessa especialmente sublinhar a sua personalidade, fria mas pouco equilibrada e possivelmente afectada por uma grave enfermidade que o próprio terá agravado com o seu gosto pela prática de exercícios violentos. De tendência despótica, D. Sebastião não considerava opiniões adversas à sua e atentava apenas às razões dos seus caprichos e desejos de glória cavaleiresca.
Por inúmeras vezes foram sugeridas rainhas a D. Sebastião, mas este, misógino e pouco ou nada empático, evitava o assunto e recusaria sempre o comprometimento matrimonial, excepto quando pediu a mão de D. Clara Eugénia a Filipe II de Espanha com o intuito de recrutar apoios para a campanha africana. Na verdade, com o desenvolvimento da sua obsessão pelo norte de África, cujas possessões portuguesas na época se limitavam às praças-fortes de Ceuta, Tânger e Mazagão como resultado da política de abandono de D. João III (devido aos elevados custos de manutenção), D. Sebastião foi ficando progressivamente absorvido pela ideia de criar um exército capaz de realizar grandes feitos militares em Marrocos. Assim, imiscui-se na guerra civil magrebina entre Mulei Mafamede e Mulei Moluco, aliando-se ao primeiro contra o segundo, detentor de formidável exército.
Desejoso de se cobrir de glória, D. Sebastião recusa inclusivamente as conversações sugeridas por Mulei Moluco, a quem não agradaria, apesar da sua superioridade militar, o confronto. O contigente português, de 25000 efectivos, em grande parte descontente, desmoralizado ou simplesmente mal preparado, acabaria derrotado em Alcácer Quibir, onde as forças magrebinas teriam também pesadas perdas e onde pereceriam os três reis: Mulei Mafamede, Mulei Moluco e D. Sebastião. Este último depauperara a nação, condenara a sua juventude e alienara a sua independência, deixando apenas, como herança, o mito do seu regresso, nascido do desespero popular nos dias que se seguiram à chegada da notícia do desastre de Alcácer Quibir.

D. Sebastião e o Mosteiro de Alcobaça 
D. Sebastião terá visitado várias vezes o Mosteiro de Alcobaça, fruto da ligação estreita que mantinha com o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, que por diversos períodos aí se recolheu. Será, principalmente, por ter ordenado pela primeira vez a abertura dos Túmulos de Pedro e Inês que o jovem Monarca é frequentemente associado à Abadia alcobacense.
Desconhece-se se D. Sebastião era um apaixonado ou crítico dos amores ilícitos de Pedro e Inês mas, de facto, existe um documento escrito que data a ordem de abertura dos túmulos, no ano de 1569. 

***

04 de Agosto de 1578: Trava-se a batalha de Alcácer-Quibir

Praça marroquina onde, a 4 de agosto de 1578, o exército português, sob o comando de D. Sebastião, sofreu pesadíssima derrota. A batalha causou, entre muitas outras mortes, a do próprio rei português, que não deixou herdeiro. Assim, verificou-se uma crise dinástica que levou, em 1580, à perda da independência de Portugal com a subida ao trono de Filipe II de Espanha. D. Sebastião, desde novo influenciado pelas lutas que então se desenrolavam no Norte de África (como a defesa de Mazagão, em 1562), tem intenção de aí intervir, dado entender ser necessário reviver glórias passadas. Assim, desde que toma conta do governo, em 1568, vai começar a preparar a sua intervenção em África, que era como que um imperativo nacional, pois se pretendia beneficiar do comércio com esta zona, rico em ouro, gado, trigo, açúcar... Por outro lado, além de oferecer oportunidades à burguesia mercantil, era também um campo de atividade para a nobreza.
No Norte de África eram constantes as lutas entre várias fações marroquinas. O pretexto para a intervenção de D. Sebastião surge com a deposição, em 1576, do sultão Mulei Maamede pelo sultão Mulei Moluco, este auxiliado pelos Turcos. Ora, o auxílio dos Turcos era uma ameaça para a segurança das nossas costas e para o comércio com a Guiné, Brasil e Oriente. Por isso, D. Sebastião decide apoiar Mulei Maamede, que nos oferece Arzila, e procura apoio de outros reis. Filipe II vem a retirar-se. Da Alemanha, Flandres e Itália vêm soldados mercenários e auxílio em armas e munições. Faz-se o recrutamento do exército português, mas verifica-se muita corrupção, o que vai fazer com que o exército expedicionário, de cerca de 15 000 homens, seja pouco disciplinado, mal preparado, inexperiente e com pouca coesão.
D. Sebastião parte de Lisboa a 25 de junho de 1578, passa por Tânger, onde está Mulei Maamede, segue para Arzila e daqui para Larache, por terra, havendo quem preferisse que se fosse por mar, para permitir maior descanso às tropas. Seguem depois a caminho de Alcácer Quibir, onde encontram o exército de Mulei Moluco, muito superior em número. A 4 de agosto de 1578, com o exército esgotado pela fome, pelo cansaço e pelo calor, dá-se a batalha. Nestas condições, o exército português, pesem alguns atos de grande bravura, foi completamente dizimado, sendo muitos mortos, um dos quais o próprio rei D. Sebastião, que preferiu a morte à fuga, enquanto os sobreviventes foram feitos prisioneiros. Esta batalha é conhecida também pelo nome de "Batalha dos Três Reis", pois nela vieram a morrer, além de D. Sebastião, Mulei Maamede e Mulei Moluco.
O resultado e consequências desta batalha são catastróficos para Portugal. Morre o rei, D. Sebastião, não deixando sucessor, o que levanta uma crise dinástica e ameaça a independência de Portugal face a Castela, pois um dos candidatos à sucessão é Filipe II de Espanha. Filipe vem efetivamente a ascender ao trono em 1580, após a morte do Cardeal D. Henrique. A maioria da nobreza portuguesa que participara na batalha ou morreu ou foi aprisionada. Para pagar os elevados resgates exigidos pelos marroquinos, o país ficou enormemente endividado e depauperado nas suas finanças.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)

Resultado de imagem para batalha de alcácer quibir
Batalha de Alcácer-Quibir, 1578. in: Miscellanea (Miguel Leitão de Andrade, 1629.)
 https://www.youtube.com/watch?v=KFjCQA4-Qks
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/04-de-agosto-de-1578-trava-se-batalha.html?spref=fb&fbclid=IwAR2ukvC4kR4_qumzbykWyJ3O7WofHpd8rzDjgQOD7fDewu2_l_OO7V6tf0g
*

04 de Agosto de 1578: D. Sebastião, "O Desejado", desaparece na Batalha de Alcácer Quibir



Monarca português, filho do príncipe D. João e de D. Joana de Áustria, nasceu a 20 de Janeiro de 1554, em Lisboa, e morreu a 4 de Agosto de 1578, em Alcácer Quibir. Décimo sexto rei de Portugal (1557-1578), é conhecido pelo cognome de "o Desejado".D. Sebastião herdou o trono de seu avô, D. João III, porque, apesar de este ter tido vários filhos, todos eles acabaram por falecer precocemente. Como era menor, ficou como regente sua avó D. Catarina, apesar de D. João III não ter deixado testamento mas apenas uns apontamentos em que a indicava como regente. Sua mãe, D. Joana, de acordo com o contrato nupcial, teve de regressar a Castela após a morte do príncipe D. João.A regente D. Catarina, por influência do cardeal D. Henrique, começou por pedir ao Papa a fundação da Universidade de Évora, que entregou aos Jesuítas. Continuou a política de D. João III quanto ao Norte de África, querendo abandonar Mazagão, que, entretanto, teve de defender dos ataques mouros. Acusada de sofrer influências da Corte espanhola, pede a demissão de regente nas Cortes de Lisboa de 1562, continuando, no entanto, como tutora de D. Sebastião. Foi eleito como regente, nessa altura, o cardeal D. Henrique, tio de D. Sebastião. Nestas Cortes o povo manifestou a sua apreensão quanto à educação do rei, sobre a questão da sucessão e sobre a inalienabilidade de todo o território nacional, aspectos que D. Henrique vai ter em conta durante a sua regência, até D. Sebastião completar catorze anos. D. Sebastião teve uma educação cuidada, mas era de um temperamento e humor variáveis, sujeito a períodos de depressão, e de carácter um pouco influenciável por aqueles que o cercavam. As lutas que entretanto houve no Norte de África, como na defesa de Mazagão, levavam-no a pensar em futuras acções em África.Quando atinge os catorze anos, em 1568, D. Sebastião toma conta do governo e logo trata de reorganizar o exército, preparando-se para a guerra. Entretanto, para o país, o grande problema era o da sucessão do rei, pois era solteiro e parecia não se preocupar com isso, tendo-se malogrado várias negociações matrimoniais, circunstância que D. Sebastião atribui ao facto de não ter prestígio militar, o que o leva a sonhar cada vez mais com grandes feitos heróicos. Na Corte tentam fazer-lhe ver o perigo de tais acções sem primeiro ter assegurado a sucessão. Mas D. Sebastião ignora tais conselhos e, em 1572, deixa a regência a D. Henrique e faz uma viagem pelo Norte de África. O pretexto que D. Sebastião aguardava aparece com um problema surgido no Magrebe. D. Sebastião toma partido por uma das partes, sonhando dominar essa área e recuperar as praças antes abandonadas. O próprio rei, contra todos os conselhos, parte à frente de um exército que ele próprio preparara. Apesar de toda a bravura no combate, o exército português foi derrotado em Alcácer Quibir, e nessa batalha morre o rei D. Sebastião e uma grande parte da juventude portuguesa. Este desastre vai ter as piores consequências para o país, colocando em perigo a sua independência. O resgate dos sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país. O cadáver de D. Sebastião foi encontrado e reconhecido, estando sepultado no Mosteiro dos Jerónimos. A crença popular não aceitou a sua morte e daí nasceu o mito do Sebastianismo.
Como não tinha descendentes, vai-lhe suceder o tio, o cardeal D. Henrique.
D. Sebastião. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)


Ficheiro:Rei D. Sebastião.jpg
D. Sebastião em pintura atribuída a Cristóvão de Morais

Arquivo: Dom Sebastião de Portugal.jpg

D. Sebastião - Alonso Sanches Coello, 1575


Arquivo: Batalha de Alcácer quibir.jpg

A Batalha de Alcácer Quibir, D. Sebastião surge à direita, elevando a espada

Arquivo: Reconhecimento do Corpo de dom sebastiao.jpg
Reconhecimento do corpo do rei D. Sebastião - Caetano Moreira da Costa Lima, 1888
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/04-de-agosto-de-1578-d-sebastiao-o.html?spref=fb&fbclid=IwAR2oSUSt_b_0ISKfPKDLQgZpHS9oUL-Rh24t3K3PhHR6vxW0UypuNH8NLew
*

D. Sebastião Desapareceu em Alcácer do Sal










Divirta-se e aprenda História com o livro «D. Sebastião desapareceu em Alcácer do Sal...». Inclui as respostas mais disparatadas nos testes de História. E a respetiva versão correta, claro ;) Um livro para miúdos e graúdos.




SINOPSE



Questão: em que área se destacou Lenine? 

Resposta: Lenine é um importante músico brasileiro. 

Questão: Refira a importância da Batalha de Waterloo para a História da Europa. 

Resposta: Waterloo foi muito importante para a Europa, com este tema os ABBA venceram o Festival Eurovisão da Canção. 


Conhecem estas estórias da História? Calculo que não! 

Mas elas existem, pelo menos assim creem alguns dos alunos, que os mencionam em fichas de trabalho, testes de avaliação, nas aulas e até mesmo em exames. 

Ainda que não se acredite, é real e, quando se lê, a reação é uma gargalhada se bem que, em alguns casos, à autora, enquanto professora, lhe apeteça chorar… 


Neste livro encontra mais de 100 erros da História de Portugal e da História Universal. 

Mas não nos ficamos pelo erro. 
Para que este não se repita, contamos a história tal como ela é
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/05/d-sebastiao-desapareceu-em-alcacer-do.html?fbclid=IwAR1VLQuI9rSzfDDWqFm9oEwIgNxch4ElO5cA9TpjGrvxIe4ynvPnXfpmtVs
*

20 de Janeiro de 1554: Nasce D. Sebastião, "O Desejado"

Monarca português, filho do príncipe D. João e de D. Joana de Áustria, nasceu a 20 de Janeiro de 1554, em Lisboa, e morreu a 4 de Agosto de 1578, em Alcácer Quibir. Décimo sexto rei de Portugal (1557-1578), é conhecido pelo cognome de "o Desejado".D. Sebastião herdou o trono de seu avô, D. João III, porque, apesar de este ter tido vários filhos, todos eles acabaram por falecer precocemente. Como era menor, ficou como regente sua avó D. Catarina, apesar de D. João III não ter deixado testamento mas apenas uns apontamentos em que a indicava como regente. Sua mãe, D. Joana, de acordo com o contrato nupcial, teve de regressar a Castela após a morte do príncipe D. João.A regente D. Catarina, por influência do cardeal D. Henrique, começou por pedir ao Papa a fundação da Universidade de Évora, que entregou aos Jesuítas. Continuou a política de D. João III quanto ao Norte de África, querendo abandonar Mazagão, que, entretanto, teve de defender dos ataques mouros. Acusada de sofrer influências da Corte espanhola, pede a demissão de regente nas Cortes de Lisboa de 1562, continuando, no entanto, como tutora de D. Sebastião. Foi eleito como regente, nessa altura, o cardeal D. Henrique, tio de D. Sebastião. Nestas Cortes o povo manifestou a sua apreensão quanto à educação do rei, sobre a questão da sucessão e sobre a inalienabilidade de todo o território nacional, aspectos que D. Henrique vai ter em conta durante a sua regência, até D. Sebastião completar catorze anos. D. Sebastião teve uma educação cuidada, mas era de um temperamento e humor variáveis, sujeito a períodos de depressão, e de carácter um pouco influenciável por aqueles que o cercavam. As lutas que entretanto houve no Norte de África, como na defesa de Mazagão, levavam-no a pensar em futuras acções em África.Quando atinge os catorze anos, em 1568, D. Sebastião toma conta do governo e logo trata de reorganizar o exército, preparando-se para a guerra. Entretanto, para o país, o grande problema era o da sucessão do rei, pois era solteiro e parecia não se preocupar com isso, tendo-se malogrado várias negociações matrimoniais, circunstância que D. Sebastião atribui ao facto de não ter prestígio militar, o que o leva a sonhar cada vez mais com grandes feitos heróicos. Na Corte tentam fazer-lhe ver o perigo de tais acções sem primeiro ter assegurado a sucessão. Mas D. Sebastião ignora tais conselhos e, em 1572, deixa a regência a D. Henrique e faz uma viagem pelo Norte de África. O pretexto que D. Sebastião aguardava aparece com um problema surgido no Magrebe. D. Sebastião toma partido por uma das partes, sonhando dominar essa área e recuperar as praças antes abandonadas. O próprio rei, contra todos os conselhos, parte à frente de um exército que ele próprio preparara. Apesar de toda a bravura no combate, o exército português foi derrotado em Alcácer Quibir, e nessa batalha morre o rei D. Sebastião e uma grande parte da juventude portuguesa. Este desastre vai ter as piores consequências para o país, colocando em perigo a sua independência. O resgate dos sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país. O cadáver de D. Sebastião foi encontrado e reconhecido, estando sepultado no Mosteiro dos Jerónimos. A crença popular não aceitou a sua morte e daí nasceu o mito do Sebastianismo.

Como não tinha descendentes, vai-lhe suceder o tio, o cardeal D. Henrique.

D. Sebastião. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.

wikipedia (Imagens)
 https://www.youtube.com/watch?v=bb-Je6Z7xjo
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/20-de-janeiro-de-1554-nasce-d-sebastiao.html?fbclid=IwAR3yiiVe4RBygd2P7qRiNMEte_epj0BVLCffAlPZ_IGiJw_TWA0BAVK9zQg
***