e morreu a 4ag1578
***
D SEBASTIÃO E D SEBASTIÃO, REI DE PORTUGAL
https://www.youtube.com/watch?v=DbMfsRUjcD8Dois poemas de Fernando Pessoa musicados e interpretados por André Luiz Oliveira, autor do CD/DVD Mensagem 2.
***
Homenagem a El-Rei D. Sebastião de Portugal
https://www.youtube.com/watch?v=bb-Je6Z7xjoManoel de Oliveira - "O Quinto Império- Ontem como hoje" - 2004;
Manoel de Oliveira - "Non ou a vã glória de mandar" -1990;
José Leitão de Barros - "Camões" - 1946
Música: "A lenda d'El-Rei D. Sebastião" - Quarteto 1111
***
A Alma E A Gente - D. Sebastião, O Rei Perdido
https://www.youtube.com/watch?v=xOcC6EAUKcA***
http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=white&pid=237
D. Sebastião
D. Sebastião (n. em Lisboa a 20 de Janeiro de 1554, m. na Batalha de Alcácer Quibir a 4 de Agosto de 1578), décimo sexto rei de Portugal, filho do Príncipe D. João e neto de D. João III, cognominado O Desejado.
D. Afonso, herdeiro do Trono e último dos 9 filhos de D. João III e de D. Catarina de Áustria, morrera a 2 de Janeiro de 1554 com dezasseis anos, deixando a sua esposa, D. Joana, grávida. Perante a ameaça de incorporação da Coroa Portuguesa na Casa Real de Espanha, só o nascimento de um príncipe poderia salvaguardar a Independência de Portugal. Neste cenário, o nascimento de D. Sebastião tornou-se motivo de grande euforia e comoção nacional.
A morte de D. João III deixou a Rainha D. Catarina na regência da Coroa até ao dia em que D. Sebastião completasse 14 anos de idade. A educação do muito jovem D. Sebastião foi também deixada ao seu cuidado, uma vez que a sua mãe, a princesa D. Joana, regressara à Espanha nativa. Poder-se-á discutir a importância dos mestres e preceptores na educação de D. Sebastião e na formação do seu fervoroso e religioso carácter, mas interessa especialmente sublinhar a sua personalidade, fria mas pouco equilibrada e possivelmente afectada por uma grave enfermidade que o próprio terá agravado com o seu gosto pela prática de exercícios violentos. De tendência despótica, D. Sebastião não considerava opiniões adversas à sua e atentava apenas às razões dos seus caprichos e desejos de glória cavaleiresca.
Por inúmeras vezes foram sugeridas rainhas a D. Sebastião, mas este, misógino e pouco ou nada empático, evitava o assunto e recusaria sempre o comprometimento matrimonial, excepto quando pediu a mão de D. Clara Eugénia a Filipe II de Espanha com o intuito de recrutar apoios para a campanha africana. Na verdade, com o desenvolvimento da sua obsessão pelo norte de África, cujas possessões portuguesas na época se limitavam às praças-fortes de Ceuta, Tânger e Mazagão como resultado da política de abandono de D. João III (devido aos elevados custos de manutenção), D. Sebastião foi ficando progressivamente absorvido pela ideia de criar um exército capaz de realizar grandes feitos militares em Marrocos. Assim, imiscui-se na guerra civil magrebina entre Mulei Mafamede e Mulei Moluco, aliando-se ao primeiro contra o segundo, detentor de formidável exército.
Desejoso de se cobrir de glória, D. Sebastião recusa inclusivamente as conversações sugeridas por Mulei Moluco, a quem não agradaria, apesar da sua superioridade militar, o confronto. O contigente português, de 25000 efectivos, em grande parte descontente, desmoralizado ou simplesmente mal preparado, acabaria derrotado em Alcácer Quibir, onde as forças magrebinas teriam também pesadas perdas e onde pereceriam os três reis: Mulei Mafamede, Mulei Moluco e D. Sebastião. Este último depauperara a nação, condenara a sua juventude e alienara a sua independência, deixando apenas, como herança, o mito do seu regresso, nascido do desespero popular nos dias que se seguiram à chegada da notícia do desastre de Alcácer Quibir.
D. Sebastião e o Mosteiro de Alcobaça
D. Sebastião terá visitado várias vezes o Mosteiro de Alcobaça, fruto da ligação estreita que mantinha com o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, que por diversos períodos aí se recolheu. Será, principalmente, por ter ordenado pela primeira vez a abertura dos Túmulos de Pedro e Inês que o jovem Monarca é frequentemente associado à Abadia alcobacense.
Desconhece-se se D. Sebastião era um apaixonado ou crítico dos amores ilícitos de Pedro e Inês mas, de facto, existe um documento escrito que data a ordem de abertura dos túmulos, no ano de 1569.
***
*

A Batalha de Alcácer Quibir, D. Sebastião surge à direita, elevando a espada

Reconhecimento do corpo do rei D. Sebastião - Caetano Moreira da Costa Lima, 1888
Desconhece-se se D. Sebastião era um apaixonado ou crítico dos amores ilícitos de Pedro e Inês mas, de facto, existe um documento escrito que data a ordem de abertura dos túmulos, no ano de 1569.
***
04 de Agosto de 1578: Trava-se a batalha de Alcácer-Quibir
Praça marroquina onde, a 4 de agosto de 1578, o
exército português, sob o comando de D. Sebastião, sofreu pesadíssima derrota. A
batalha causou, entre muitas outras mortes, a do próprio rei português, que não
deixou herdeiro. Assim, verificou-se uma crise dinástica que levou, em 1580, à
perda da independência de Portugal com a subida ao trono de Filipe II de
Espanha. D. Sebastião, desde novo influenciado pelas lutas que então se
desenrolavam no Norte de África (como a defesa de Mazagão, em 1562), tem
intenção de aí intervir, dado entender ser necessário reviver glórias passadas.
Assim, desde que toma conta do governo, em 1568, vai começar a preparar a sua
intervenção em África, que era como que um imperativo nacional, pois se
pretendia beneficiar do comércio com esta zona, rico em ouro, gado, trigo,
açúcar... Por outro lado, além de oferecer oportunidades à burguesia mercantil,
era também um campo de atividade para a nobreza.
No Norte de África eram constantes as lutas
entre várias fações marroquinas. O pretexto para a intervenção de D. Sebastião
surge com a deposição, em 1576, do sultão Mulei Maamede pelo sultão Mulei
Moluco, este auxiliado pelos Turcos. Ora, o auxílio dos Turcos era uma ameaça
para a segurança das nossas costas e para o comércio com a Guiné, Brasil e
Oriente. Por isso, D. Sebastião decide apoiar Mulei Maamede, que nos oferece
Arzila, e procura apoio de outros reis. Filipe II vem a retirar-se. Da Alemanha,
Flandres e Itália vêm soldados mercenários e auxílio em armas e munições. Faz-se
o recrutamento do exército português, mas verifica-se muita corrupção, o que vai
fazer com que o exército expedicionário, de cerca de 15 000 homens, seja pouco
disciplinado, mal preparado, inexperiente e com pouca coesão.
D. Sebastião parte de Lisboa a 25 de junho de
1578, passa por Tânger, onde está Mulei Maamede, segue para Arzila e daqui para
Larache, por terra, havendo quem preferisse que se fosse por mar, para permitir
maior descanso às tropas. Seguem depois a caminho de Alcácer Quibir, onde
encontram o exército de Mulei Moluco, muito superior em número. A 4 de agosto de
1578, com o exército esgotado pela fome, pelo cansaço e pelo calor, dá-se a
batalha. Nestas condições, o exército português, pesem alguns atos de grande
bravura, foi completamente dizimado, sendo muitos mortos, um dos quais o próprio
rei D. Sebastião, que preferiu a morte à fuga, enquanto os sobreviventes foram
feitos prisioneiros. Esta batalha é conhecida também pelo nome de "Batalha dos
Três Reis", pois nela vieram a morrer, além de D. Sebastião, Mulei Maamede e
Mulei Moluco.
O resultado e consequências desta batalha são
catastróficos para Portugal. Morre o rei, D. Sebastião, não deixando sucessor, o
que levanta uma crise dinástica e ameaça a independência de Portugal face a
Castela, pois um dos candidatos à sucessão é Filipe II de Espanha. Filipe vem
efetivamente a ascender ao trono em 1580, após a morte do Cardeal D. Henrique. A
maioria da nobreza portuguesa que participara na batalha ou morreu ou foi
aprisionada. Para pagar os elevados resgates exigidos pelos marroquinos, o país
ficou enormemente endividado e depauperado nas suas finanças.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)
Batalha de Alcácer-Quibir, 1578. in:
Miscellanea (Miguel Leitão de Andrade,
1629.)
https://www.youtube.com/watch?v=KFjCQA4-Qks
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/04-de-agosto-de-1578-trava-se-batalha.html?spref=fb&fbclid=IwAR2ukvC4kR4_qumzbykWyJ3O7WofHpd8rzDjgQOD7fDewu2_l_OO7V6tf0g*
04 de Agosto de 1578: D. Sebastião, "O Desejado", desaparece na Batalha de Alcácer Quibir
Monarca
português, filho do
príncipe D. João
e de D.
Joana de Áustria,
nasceu a 20 de Janeiro de 1554, em Lisboa, e
morreu a 4 de Agosto de 1578, em Alcácer
Quibir. Décimo
sexto rei de
Portugal (1557-1578), é
conhecido pelo cognome
de "o Desejado".D. Sebastião herdou o trono de
seu avô, D. João III,
porque, apesar de
este ter tido
vários filhos, todos
eles acabaram por
falecer precocemente. Como era menor, ficou
como regente sua
avó D. Catarina,
apesar de D.
João III não
ter deixado testamento
mas apenas uns
apontamentos em que
a indicava como
regente. Sua mãe,
D. Joana, de
acordo com o
contrato nupcial, teve
de regressar a
Castela após a
morte do príncipe
D. João.A
regente D. Catarina,
por influência do
cardeal D. Henrique,
começou por pedir
ao Papa a
fundação da Universidade de Évora, que entregou
aos Jesuítas. Continuou
a política de
D. João III
quanto ao Norte
de África, querendo abandonar
Mazagão, que, entretanto, teve de defender
dos ataques mouros.
Acusada de sofrer
influências da Corte
espanhola, pede a
demissão de regente
nas Cortes
de Lisboa de
1562, continuando, no
entanto, como tutora
de D. Sebastião.
Foi eleito como
regente, nessa altura,
o cardeal D.
Henrique, tio de
D. Sebastião. Nestas
Cortes o
povo manifestou a
sua apreensão quanto
à educação do
rei, sobre a
questão da sucessão
e sobre a
inalienabilidade de todo o território nacional, aspectos que D.
Henrique vai ter
em conta durante
a sua regência,
até D. Sebastião
completar catorze anos. D. Sebastião teve
uma educação cuidada,
mas era de
um temperamento e
humor variáveis, sujeito a períodos de
depressão, e de
carácter um pouco
influenciável por aqueles que o cercavam.
As lutas que
entretanto houve no
Norte de África, como
na defesa de
Mazagão, levavam-no a
pensar em futuras acções em África.Quando atinge os
catorze anos, em
1568, D. Sebastião
toma conta do
governo e logo
trata de reorganizar
o exército, preparando-se para a guerra.
Entretanto, para o
país, o grande
problema era o
da sucessão do
rei, pois era
solteiro e parecia
não se preocupar
com isso, tendo-se
malogrado várias negociações matrimoniais, circunstância
que D. Sebastião
atribui ao facto
de não ter
prestígio militar, o
que o leva
a sonhar cada
vez mais com
grandes feitos heróicos. Na Corte tentam
fazer-lhe ver o
perigo de tais acções sem primeiro ter assegurado a
sucessão. Mas D.
Sebastião ignora tais
conselhos e, em
1572, deixa a
regência a D.
Henrique e faz
uma viagem pelo
Norte de África.
O pretexto que
D. Sebastião aguardava
aparece com um
problema surgido no
Magrebe. D. Sebastião
toma partido por
uma das partes,
sonhando dominar essa
área e recuperar
as praças antes
abandonadas. O próprio
rei, contra todos
os conselhos, parte
à frente de
um exército que
ele próprio preparara.
Apesar de toda
a bravura no
combate, o exército
português foi derrotado
em Alcácer
Quibir, e
nessa batalha morre
o rei D.
Sebastião e uma
grande parte da
juventude portuguesa. Este desastre vai ter
as piores consequências
para o país,
colocando em perigo
a sua independência.
O resgate dos
sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país. O cadáver de
D. Sebastião foi
encontrado e reconhecido, estando sepultado no Mosteiro dos
Jerónimos. A
crença popular não
aceitou a sua
morte e daí
nasceu o mito
do Sebastianismo.
Como
não tinha descendentes,
vai-lhe suceder o
tio, o cardeal
D. Henrique.
D. Sebastião. In Infopédia [Em linha].
Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)
D. Sebastião em pintura atribuída a Cristóvão de
Morais
D. Sebastião - Alonso Sanches Coello,
1575
A Batalha de Alcácer Quibir, D. Sebastião surge à direita, elevando a espada
Reconhecimento do corpo do rei D. Sebastião - Caetano Moreira da Costa Lima, 1888
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/04-de-agosto-de-1578-d-sebastiao-o.html?spref=fb&fbclid=IwAR2oSUSt_b_0ISKfPKDLQgZpHS9oUL-Rh24t3K3PhHR6vxW0UypuNH8NLew
*D. Sebastião Desapareceu em Alcácer do Sal
Divirta-se
e aprenda História com o livro «D. Sebastião desapareceu em Alcácer do
Sal...». Inclui as respostas mais disparatadas nos testes de História. E
a respetiva versão correta, claro
;) Um livro para miúdos e graúdos.
SINOPSE
Questão: em que área se destacou Lenine?
Resposta: Lenine é um importante músico brasileiro.
Questão: Refira a importância da Batalha de Waterloo para a História da Europa.
Resposta: Waterloo foi muito importante para a Europa, com este tema os ABBA venceram o Festival Eurovisão da Canção.
Conhecem estas estórias da História? Calculo que não!
Mas
elas existem, pelo menos assim creem alguns dos alunos, que os
mencionam em fichas de trabalho, testes de avaliação, nas aulas e até
mesmo em exames.
Ainda
que não se acredite, é real e, quando se lê, a reação é uma gargalhada
se bem que, em alguns casos, à autora, enquanto professora, lhe apeteça
chorar…
Neste livro encontra mais de 100 erros da História de Portugal e da História Universal.
Mas não nos ficamos pelo erro.
Para que este não se repita, contamos a história tal como ela é
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/05/d-sebastiao-desapareceu-em-alcacer-do.html?fbclid=IwAR1VLQuI9rSzfDDWqFm9oEwIgNxch4ElO5cA9TpjGrvxIe4ynvPnXfpmtVs
* 20 de Janeiro de 1554: Nasce D. Sebastião, "O Desejado"
Monarca
português, filho do
príncipe D. João
e de D.
Joana de Áustria,
nasceu a 20 de Janeiro de 1554, em Lisboa, e
morreu a 4 de Agosto de 1578, em Alcácer
Quibir. Décimo
sexto rei de
Portugal (1557-1578), é
conhecido pelo cognome
de "o Desejado".D. Sebastião herdou o trono de
seu avô, D. João III,
porque, apesar de
este ter tido
vários filhos, todos
eles acabaram por
falecer precocemente. Como era menor, ficou
como regente sua
avó D. Catarina,
apesar de D.
João III não
ter deixado testamento
mas apenas uns
apontamentos em que
a indicava como
regente. Sua mãe,
D. Joana, de
acordo com o
contrato nupcial, teve
de regressar a
Castela após a
morte do príncipe
D. João.A
regente D. Catarina,
por influência do
cardeal D. Henrique,
começou por pedir
ao Papa a
fundação da Universidade de Évora, que entregou
aos Jesuítas. Continuou
a política de
D. João III
quanto ao Norte
de África, querendo abandonar
Mazagão, que, entretanto, teve de defender
dos ataques mouros.
Acusada de sofrer
influências da Corte
espanhola, pede a
demissão de regente
nas Cortes
de Lisboa de
1562, continuando, no
entanto, como tutora
de D. Sebastião.
Foi eleito como
regente, nessa altura,
o cardeal D.
Henrique, tio de
D. Sebastião. Nestas
Cortes o
povo manifestou a
sua apreensão quanto
à educação do
rei, sobre a
questão da sucessão
e sobre a
inalienabilidade de todo o território nacional, aspectos que D.
Henrique vai ter
em conta durante
a sua regência,
até D. Sebastião
completar catorze anos. D. Sebastião teve
uma educação cuidada,
mas era de
um temperamento e
humor variáveis, sujeito a períodos de
depressão, e de
carácter um pouco
influenciável por aqueles que o cercavam.
As lutas que
entretanto houve no
Norte de África, como
na defesa de
Mazagão, levavam-no a
pensar em futuras acções em África.Quando atinge os
catorze anos, em
1568, D. Sebastião
toma conta do
governo e logo
trata de reorganizar
o exército, preparando-se para a guerra.
Entretanto, para o
país, o grande
problema era o
da sucessão do
rei, pois era
solteiro e parecia
não se preocupar
com isso, tendo-se
malogrado várias negociações matrimoniais, circunstância
que D. Sebastião
atribui ao facto
de não ter
prestígio militar, o
que o leva
a sonhar cada
vez mais com
grandes feitos heróicos. Na Corte tentam
fazer-lhe ver o
perigo de tais acções sem primeiro ter assegurado a
sucessão. Mas D.
Sebastião ignora tais
conselhos e, em
1572, deixa a
regência a D.
Henrique e faz
uma viagem pelo
Norte de África.
O pretexto que
D. Sebastião aguardava
aparece com um
problema surgido no
Magrebe. D. Sebastião
toma partido por
uma das partes,
sonhando dominar essa
área e recuperar
as praças antes
abandonadas. O próprio
rei, contra todos
os conselhos, parte
à frente de
um exército que
ele próprio preparara.
Apesar de toda
a bravura no
combate, o exército
português foi derrotado
em Alcácer
Quibir, e
nessa batalha morre
o rei D.
Sebastião e uma
grande parte da
juventude portuguesa. Este desastre vai ter
as piores consequências
para o país,
colocando em perigo
a sua independência.
O resgate dos
sobreviventes ainda mais agravou as dificuldades financeiras do país. O cadáver de
D. Sebastião foi
encontrado e reconhecido, estando sepultado no Mosteiro dos
Jerónimos. A
crença popular não
aceitou a sua
morte e daí
nasceu o mito
do Sebastianismo.
Como
não tinha descendentes,
vai-lhe suceder o
tio, o cardeal
D. Henrique.
D. Sebastião. In Infopédia [Em linha].
Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)
https://www.youtube.com/watch?v=bb-Je6Z7xjo
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/20-de-janeiro-de-1554-nasce-d-sebastiao.html?fbclid=IwAR3yiiVe4RBygd2P7qRiNMEte_epj0BVLCffAlPZ_IGiJw_TWA0BAVK9zQg
*** 