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dia26
6 anos de Paulo Inácio e as suas “15 prioridades prioritárias para o concelho”. Não é preciso comentar. Basta lê-las!
“– Plano de revitalização financeira;
– Optimização e Racionalização dos Serviços da Câmara (Inclui Eficiência Energética);
– Revisão Urgente do PDM;
– Loja do Munícipe (Balcão Único e Via Verde Empresarial);
– Agência de Desenvolvimento, com Captação de Investimento (Emprego para o Concelho e Crescimento Demográfico);
– Zonas Industriais Modernas e Concorrenciais (Implementação de Centros Incubadores de Empresas);
– Descentralização de Competências para as Juntas de Freguesia (Aproximação ao Cidadão, com Melhor Qualidade de Vida);
– Apoio e Funcionamento do Associativismo em Rede (Gabinete de Apoio ao Associativismo e Cartão Jovem Municipal);
– Políticas Sociais Inovadoras (Equipas de Apoio Domiciliário Polivalentes);
– Recuperação Urbanística e Espaços Comerciais (Programa JESSICA);
– Política Cultural e Desportiva de “Nós para Nós”;
– Infra-estruturas de Educação Modernas (Procura adicional, através dos Saberes Locais, em atingir outros Patamares Educacionais);
– Política de Juventude com Discriminação Positiva, para a sua Fixação no Concelho;
– Política Ambiental com Ênfase na Criação de Parques Verdes nas Zonas Ribeirinhas;
– Presidência Reivindicativa junto do Poder Central e Dialogante com os Munícipes.”
É preciso comentar?
No local e no nacional a CDU tem soluções, somos alternativa.
***dia19
Propriedades Municipais. Custos enormes. Perdas extraordinárias perante nenhuma utilidade e sem ideias inovadoras que as faça potenciar para o desenvolvimento do município.
A CDU defende que o Património Municipal deve ser potenciado, rentabilizado e lembra, apenas, 6 casos gravíssimos, para exemplificar:
- Quinta da Serra. Benedita. Custou mais de 5 milhões de euros, com cláusulas incríveis favoráveis para os que venderam. Após tantos anos está a zero. Da criação da ALEB não se vê perspectivas seguras a curto prazo. Quanto já se perdeu nestes 10 anos? Quantos milhões de euros são precisos para avançar com as infra-estruturas e onde vão conseguir o financiamento?
- Quinta da Cela. Alfeizerão. Custou um preço demasiado para um objectivo sem estrutura (Hospital Oeste Norte): 3,5 milhões de euros. Não há uma ideia para a rentabilizar. Quanto se perdeu, nestes 7 anos, a todos os níveis?
- Cova da Onça. Alcobaça. Em 2009 aprovou-se um novo Plano de Pormenor que o PSD/Paulo Inácio colocou no caixote do lixo. Há quinze anos que temos um parque de estacionamento, que foi previsto provisório para dois. Uma perda permanente há três décadas. É um centro da cidade e do município que revela incapacidade do PSD de desenvolver o concelho.
- Lotes estratégicos da Zona Industrial do Casal da Areia. Cós. As empresas avançaram e quase esgotaram o loteamento. Há muitas que estão a dar o exemplo do que deve ser feito. A parte que cabia ao município está abandonada. Nem serviços, nem apoios logísticos informativos, nem sequer mapa que informe onde fica cada empresa. A parceria dos empresários, trabalhadores, Junta e Município continua por concretizar.
- Zona Industrial e o Terreno do “Camarção” junto à estrada Atlântica. Pataias. PSD, desde 1998, sem qualquer projecto para dinamizar e potenciar as propriedades municipais no norte do concelho. O desleixo na Zona Industrial de Pataias é demonstrativo como a maioria PSD trata o que podia ser uma zona de excelência para empresas e trabalhadores. Para o terreno do Camarção ainda houve um Plano da então Região de Turismo Leiria/ Fátima para implantar lá o golfe. Mais tarde, em 2005, a câmara PSD preferiu que os privados avançassem com o golfe ao lado da propriedade municipal. Prometeram 2 mil postos de trabalho, ETAR ecológica. Muito anúncio para tão pouca concretização.
- Prédio, com história, sede do Centro de Estudos da Universidade de Coimbra, desde 2001, que devia merecer especial atenção do município e ser potenciado. Custou à volta de 90 mil contos. Em ruínas tal como a Fundação Cisterciense N.S. da Conceição para o ensino Superior no concelho. Na sala de visitas da cidade para demonstrar como a Câmara PSD trata de três vectores estratégicos: património, educação e turismo.
A CDU quer abrir, unir e construir, com todos e quer futuro estratégico em cada propriedade municipal onde todos os alcobacenses se possam rever.
12ouTU2015
COMUNICADO DA CDU
Plano e Orçamento 2016 e seguintes com verdadeira participação
Alcobaça tem que se unir à volta das grandes causas, como por
exemplo, o seu Património e a sua história
A
CDU defende um Plano e Orçamento para 2016 (e seguintes) com participação de
todos, dos autarcas e da população. As Actividades Mais Relevantes e o Plano
Plurianual de Actividades da Câmara e dos Serviços Municipalizados devem ter um
conjunto de sessões públicas preparatórias. A CDU não quer um orçamento
“participativo” para brincar aos projectos até trezentos mil euros ou menos.
A
CDU entende que temos que unir todas as forças, instituições e pessoas à volta
das grandes causas que dão importância efectiva ALCOBAÇA, com todas as suas
potencialidades actuais ,mas também em relação ao seu Património e à sua
história.
A
questão da fundação da nacionalidade, por exemplo, em 2016 deve ter acções
concretas até porque há trezentos anos foi colocada a estátua alusiva a D.
Afonso Henriques.
No local e no nacional a CDU tem soluções, somos alternativa.
***
5out2015
A
CDU agradece a melhor divulgação
COMUNICADO DA CDU
1. Resultados
eleitorais
2. Máquinas
Falantes
3. IMI
famílias
1. A CDU não conseguiu em
Alcobaça colaborar para o resultado positivo nacional, onde se conseguiram os
principais objectivos: Retirar a maioria absoluta à direita; eleger mais um
deputado; mais percentagem e número de votos.
2. Os eleitos da CDU
votaram a favor da aquisição da propriedade à beira Rio Alcoa para a instalação
do Museu das Máquinas Falantes, porque o mais importante é termos a fruição
deste valioso espólio e este edifício poderá contribuir para valorizar o centro
da cidade. A CDU lembra que a doação do Sr. Neves foi perdida pelo atraso de
resposta do PSD-Alcobaça, pelo que a Câmara, após o seu falecimento, teve de
comprar o espólio aos herdeiros. Finalmente lembra a proposta que apresentou
para o desenvolvimento integrado do lugar da Cela Velha, que continha o Museu
das Máquinas Falantes e que correspondia à vontade do Sr. Neves em vida.
3. A CDU, conforme afirmou
em Assembleia Municipal, irá votar favoravelmente a redução do IMI pela causa
das famílias. Contudo declara que a redução é insuficiente e que urge a
revisão, nomeadamente, dos critérios de avaliação patrimonial.
No local e no nacional a CDU tem soluções,
somos alternativa.