17/09/2018

3.134.(17seTEMbro2018...9.9') Baixa Pombalina...Manuel da Maia...

Manuel da Maia
nasceu a 5aGOSTO1677
e morreu a 17seTEMbro1768
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 PT-TT-JCS-17-75
 Às 9h30 da manhã do dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos-os-Santos, Portugal foi assolado por uma das maiores catástrofes até hoje sofridas.O forte terramoto, seguido de um maremoto atingiu principalmente a cidade de Lisboa, e a costa marítima a sul. Lisboa ficou praticamente destruída pelo sismo e pelos múltiplos incêndios que se propagaram pela cidade.O trágico acontecimento foi divulgado por todo o mundo conhecido. Naquela data, era guarda-mor da Torre do Tombo Manuel da Maia. Notabilizou-se enquanto responsável pelo êxito de alguns dos mais ambiciosos projectos de engenharia do seu tempo, como a introdução das Águas Livres, a elaboração da planta da cidade de Lisboa e a construção da estátua equestre do rei D. José I.
 Mas o maior legado de Manuel da Maia, porém o mais desconhecido do público em geral, deve-se ao desempenho do cargo de guarda-mor do Real Arquivo da Torre do Tombo, para o qual tinha sido nomeado a 12 de Novembro de 1745. Embora pressionados pelo seu guarda-mor, foi necessário o Terramoto de 1755 para que o Real Arquivo merecesse uma especial atenção dos governantes. Em carta dirigida a Manuel da Maia, datada de 6 de Novembro de 1755, Sebastião José de Carvalho e Mello, marquês de Pombal, referiu o facto da torre do Castelo de São Jorge onde estava guardado o arquivo régio ter ruído durante o terramoto, mas não ter sido atingida pelo flagelo dos incêndios e, deu livre jurisdição para que, em resposta ao solicitado, Manuel da Maia pudesse mandar construir uma barraca de madeira na Praça de Armas do castelo, para nela recolher, provisoriamente, a documentação salva dos escombros.
 http://antt.dglab.gov.pt/exposicoes-virtuais-2/o-terramoto-de-1755-a-torre-do-tombo-e-manuel-da-maia/
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 https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_da_Maia
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17 de Setembro de 1768: Morre Manuel da Maia,o engenheiro da baixa pombalina que salvou o espólio da torre do tombo

A Baixa pombalina é o principal legado do engenheiro militar que ajudou a reconstruir Lisboa após o terramoto de 1755. Foi, porém, pelos arquivos da Torre do Tombo que Manuel da Maia arriscou a vida para salvar o espólio das chamas que destruíram o Castelo de São Jorge


Manuel da Maia está em toda parte. É nome de rua em Loures, no Seixal, em Portimão, nas Caldas da Rainha, em Sesimbra, Évora ou Amadora. Em Lisboa até lhe atribuíram uma avenida, na fronteira entre as freguesias de Arroios e São João de Deus. Levantar a Baixa da capital das ruínas após o terramoto de 1755, projectar o Aqueduto das Águas Livres, participar na construção do Convento de Mafra ou na reconstrução do Hospital das Caldas da Rainha são motivos mais que suficientes para qualquer município reivindicar o seu nome na toponímia da cidade.

Manuel da Maia, engenheiro militar, deixou um vasto legado para a história da arquitectura portuguesa mas pouco se sabe sobre a sua vida além da obra feita. Nem sequer se conhece o dia em que nasceu, o local de nascimento ou os nomes dos pais. E muito menos é lembrado pelo seu feito mais heróico. Se hoje os arquivos da Torre do Tombo estão intactos muito se deve ao seu guarda-mor. Pouco depois das nove da manhã de 1 de Novembro de 1755, Lisboa sucumbiu ao terramoto e ao maremoto. Enquanto a população fugia apavorada das explosões e dos múltiplos incêndios, Manuel da Maia, deixou a sua casa a arder e correu até ao topo do Castelo de São Jorge, onde estavam as instalações do Arquivo Real.

Tinha 75 anos, mas esqueceu-se das dores da idade e enfrentou as chamas para retirar os documentos. A coragem serviu de exemplo a empregados e populares, que, sob o seu comando, acabaram por resgatar todo o recheio, um património acumulado de 1161 a 1696 na torre do castelo. Os quase 90 mil documentos originais, reunidos em 526 calhamaços, ficaram armazenados num barracão improvisado próximo do castelo.

A solução provisória corria o risco de se tornar definitiva à boa moda portuguesa. Foi a teimosia do engenheiro militar que acabou por ditar mais uma vez os destinos do arquivo. Deu cabo da paciência ao Marquês de Pombal com sucessivas cartas, advertindo para os perigos a que o seu tesouro estava exposto. E foi portanto pela sua insistência que o espólio passou poucos anos depois para o Convento de São Bento.

Recuperado o Real Arquivo, o engenheiro lança-se à obra que o imortalizou. Foi nomeado engenheiro-mor do Reino e encarregado pelo Marquês de Pombal, ministro do rei D. José, de coordenar a reconstrução da Baixa pombalina. Para levar por diante a missão escolheu dois oficiais engenheiros da sua confiança - Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Tirando partido das experiências em digressões pela Europa, Manuel da Maia inspirou-se nas linhas do Convent Garden londrino para projectar o Terreiro do Paço e seguiu os modelos italianos para desenhar as habitações da Baixa com traço que ficou conhecido como pombalino.

A reconstrução da Baixa foi o maior legado de Manuel da Maia, mas o seu orgulho foram os arquivos reais e foi aos livros e papéis que regressou assim que pôde. Fez o levantamento das plantas de Lisboa oriental e ocidental, escreveu obras científicas e literárias, traduziu documentos históricos em latim, francês ou inglês. Aos 88 anos, doente e cansado, pediu para deixar da Torre do Tombo. Cinco dias depois morreu. Foi substituído como guarda-mor do arquivo, mas o cargo de engenheiro-mor do reino não voltou a ser ocupado.
Fontes: ionline
wikipedia (imagens)

Ficheiro:Manuel da Maia.png
Baixa Pombalina, Rua Augusta

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/09/17-de-setembro-de-1768-morre-manuel-da.html
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Baixa Pombalina
A Baixa de Lisboa é um dos locais mais importantes da cidade.
Um dos lugares mais bonitos para visitar em Lisboa é a zona da Baixa, também chamada da Baixa Pombalina (Baixa de Lisboa ou Baixa Pombalina de Lisboa). Este nome vem porque o homem que mandou construir este bairro lisboeta, foi o Marquês de Pombal.
Nesta página você encontra:
  • Visitar a Baixa Pombalina – o mais importante a saber
  • Monumentos e Locais para visita na Baixa de Lisboa
  • Mapa dos Melhores Monumentos da Baixa de Lisboa
  • Os 10 Museus da Baixa de Lisboa
  • Fotos da Baixa
  • Alojamento na Baixa de Lisboa
Baixa de Lisboa
Baixa de Lisboa

Visitar a Baixa – o mais importante a saber

O Marquês de Pombal mandou construir esta zona de Lisboa em consequência do terrível terremoto de 1755 que destruiu grande parte da cidade. Assim, e com um estilo urbanístico único, ele construiu uma grelha de edifícios à anti-sísmicos.
A Baixa de Lisboa é um local fascinante e muito fotogénico. Aqui encontra imensas lojas e restaurantes. A Baixa Pombalina está na lista de tentativa para se tornar um local UNESCO Património Mundial.
A Baixa de Lisboa fica situada entre o Terreiro do Paço, o Rossio, a Praça da Figueira, e o Cais do Sodré, o Chiado, o Carmo, a Sé e a colina do Castelo de São Jorge. Tudo locais históricos e a não perder para visitar Lisboa.
O majestoso arco triunfal da Rua Augusta situado na baixa de Lisboa, entre duas esplêndidas praças – a Praça do Rossio e a Praça do Comércio, começou por ser construído em 1775 após o grande terramoto de 1755 pelo Marquês de Pombal. Dois anos mais tarde este projecto é desfeito por D. Maria I, chegando à demolição da obra, no entanto foi recomeçada 98 anos mais tarde através do projecto de Veríssimo José da Costa, o qual demorou 32 anos a construir.
Monumentos e Locais para visita na Baixa de Lisboa
  1. Elevador de Santa Justa
  2. Rua Augusta
  3. Praça do Comércio
  4. Arco Triunfal
  5. Praça D. Pedro IV
  6. Igreja de São Domingos
  7. Teatro Nacional D. Maria II
  8. Praça do Município e o Pelourinho de Lisboa
  9. Praça da Figueira
  10. Igreja de Nossa Senhora da Oliveira
  11. Museu do Design e da Moda
  12. Núcleo museológico do Millenium BCP
  13. Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros
  14. Galerias Romanas da Rua da Prata
  15. Igreja de São Nicolau
  16. Estátua de Dom João I
Os 10 Museus da Baixa de Lisboa
  1. Mude – Museu do Design e da Moda – podem ver-se trabalhos de designers como Russel Wright, Charlotte Perriand, etc e peças dos estilistas Pierre Balmain, Paco Rabanne, Jean Paul Gaultier, etc. Faz parte do acervo a colecção de Francisco Capelo, composta por 2.500 objetos
  2. Museu da Cerveja – exposição pela história da cerveja tradição tradiza para Portugal pela mão dos romanos.
  3. Museu do Dinheiro – tema do dinheiro e a sua história em Portugal através de programação cultural e educativa.
  4. Museu de Lisboa – Torreão Poente do Terreiro do Paço – exposições temporárias relacionadas com a cultura e a História da cidade de Lisboa.
  5. Lisboa Story Centre – espaço interactivo para conhecer a história de Lisboa através dos tempos.
  6. Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (BCP) – ruínas de estruturas sobrepostas de períodos históricos desde o Púnico ao Medieval até ao Pombalino.
  7. Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado – obras de artes plásticas portuguesas, desde o séc.XIX até ao séc.XX.
  8. Museu Arqueológico do Carmo – peças de valor histórico, arqueológico e artístico, com artefactos e obras desde a Pré-História à contemporaneidade.
  9. Museu de São Roque – dedicado à Arte Sacra, alberga peças do século XVI até ao século XX. Exposição permanente com de mais de 300 peças de ourivesaria, escultura, pintura, têxteis e relicários.
  10. Museu Maçónico Português – objectivo de dar a conhecer ao público a Maçonaria, as suas actividades e a sua história em Portugal.
 http://www.joaoleitao.com/viagens/2013/12/26/baixa-lisboa-portugal/
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 https://pt.wikipedia.org/wiki/Baixa_de_Lisboa

túneis
arco da Rua Augusta

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