10/10/2018

4.861.(10ouTUbro2018.9.9') Edith Piaf

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Nasceu em 2015...Paris
e morreu a 10ouTUbro1963
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"Cuando tus ojos me miran, mi corazón se alborota."
" Mi vida de niña puede parecer espantosa, pero era hermosa... Pasé hambre... Pasé frío... Pero era libre.... Libre de no levantarme... De no acostarme... De emborracharme... De soñar... De esperar."
"Estoy segura de que podría leer a Baudelaire en un cabaret y aplaudirían."
"Cantar es una forma de escapar. Es otro mundo."
 "Quiero hacer que la gente llore, incluso cuando no entiendan mis palabras."
 "En lo que a mí respecta, el amor significa lucha, grandes mentiras y un par de bofetadas en la cara."
"La gente dice que yo podría cantar la guía telefónica y hacer que suene bien."
 "En "Voyage Du Pauvre Negre", si hago con los brazos los movimientos de un nadador al final de la canción, es porque cuando la canté la primera vez no me acordaba muy bien de la letra y se me ocurrió ese gesto."
"Siempre tuve ganas de cantar. Como también supe que algún día ocuparía mi lugar en la canción. Era como una premonición que me vino simplemente escuchando las ovaciones."
"No quiero volver a la calle y nunca lograré salir sola de ésta: tengo demasiadas cosas malas dentro, y esas cosas malas nunca las siento cuando tú estás ahí."
Traduzi eu:
 "Quando os teus olhos olham para mim, meu coração fica????.""Minha vida quando menina pode parecer assustadora, mas eu era linda ... Eu tive fome ... eu tive frio ... Mas eu estava livre ... Livre para não levantar ... Não ir para a cama ... Para ficar bêbada ... Sonhar ... Esperar.""Tenho certeza de que poderia ler Baudelaire num cabaré e aplaudíam-me.""Cantar é uma maneira de escapar, é outro mundo."
 
"Eu quero fazer as pessoas chorarem, mesmo quando elas não entendem minhas palavras."
 
"No que me diz respeito, amor significa lutar, grandes mentiras e algumas chapadas na cara.""As pessoas dizem que eu poderia cantar a lista telefónica e fazer soar bem."
 
"Em" Voyage Du Pauvre Negre ", se eu fizer os movimentos de um nadador, no final da música, é porque quando eu cantei, na primeira vez, eu não me lembro muito bem das letras e esse gesto me ocorreu.""Eu sempre quis cantar, como também sabia que um dia eu teria o meu lugar na música, foi como uma premonição que veio a mim simplesmente, ouvindo as ovações.""Eu não quero voltar para a rua e nunca vou sair desta sozinha: tenho muitas coisas ruins lá dentro e aquelas coisas ruins que eu nunca sinto quando você está lá."

 https://frasesbonitas.tv/autor/edith-piaf/
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 "Se um dia a vida te arrancar do meu lado,
se morreres longe de mim,
não me importa se me amas, eu também morro".
 https://www.pensador.com/autor/edith_piaf/
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 Se o azul do céu escurecer
Se a alegria na terra, perecer
Não importa, querida
Viverei do nosso amor
Se tu és o sol dos dias meus
Se os meus beijos sempre foram teus
Não importa, querida
O amargor das dores desta vida
Um punhado de estrelas
No infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importa os amigos
Risos, crenças e castigos
Quero apenas te adorar
Se o destino, então, nos separar
Se distante a morte te encontrar
Não importa, querida
Porque eu morrerei também
Quando, enfim, a vida terminar
E de um sonho nada mais restar
Num milagre supremo
Deus fará no céu te encontrar.
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 Le chant d'amour
Si vous voulez bien écouter
Je vais chanter un chant d'amour
Un chant d'amour banal à souhait
Pour deux amants qui s'adoraient
Si vous me laissez raconter
L'histoire d'amour belle à rêver
Alors, laissez-moi chanter…

Si vous me laissez raconter
Je vais pleurer leur chant d'amour
Car hélas on a séparé
Nos deux amants, nos fous d'amour
Ils en sont morts d'un même chagrin
Je ne peux chanter le chagrin
Alors, laissez-moi pleurer…

Oui, mais ceux qui se sont aimés
Vraiment aimés, aimés d'amour
Ils se retrouveront un jour
Là dans le temps, et pour toujours
Et je suis sûre que maintenant
Ils sont ensembles nos amants
Alors, laissez-moi chanter…
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Je ne regrette rien
 NON, JE NE REGRETTE RIEN
 Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
Tout ca m'est bien egal
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
C'est paye, balaye, oublie, je me fous du passe

Avec mes souvenirs j'ai allume le feu
Mes shagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux
Balaye les amours avec leurs tremolos
Balaye pour toujours
Je reparas a zero
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
Tout ca m'est bien egal
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
Car ma vie, car me joies
Aujourd'hui ca commence avec toi
*
 Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
 Não me importa o passado! (2)

 Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
 Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus "tremolos" (4)
 Varridos para sempre
 Recomeço do zero.

 Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
 Nem o bem que me fizeram
 Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

 Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
 Hoje, começam com você!
 https://www.youtube.com/watch?v=4Hqc-NWlNJQ&list=RD4Hqc-NWlNJQ&start_radio=1&t=0
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10 de Outubro de 1963: Morre a cantora francesa Edith Piaf

Edith Giovanna Gassion nasceu em Paris em Dezembro de 1915. A sua vida foi marcada pelo infortúnio desde que nasceu, facto que exerceu uma influência decisiva no seu estilo interpretativo, lírico e lancinante ao mesmo tempo. Devido ao seu aspecto frágil ganhou o apelido que a fez ficar famosa internacionalmente: Piaf (pardal).

Filha de um contorcionista acrobata e de uma cantora de cabaré, a sua infância foi muito triste. Os seus pais separaram-se cedo, a sua mãe, alcoólica e doente, deixou a custódia de Edith com o pai (também alcoólico) e a avó paterna. Em função da precária situação económica da família, Edith ganhava umas moedas cantando nas ruas e cafés de Paris.

A situação piorou quando Edith, aos 16 anos, ficou grávida. Em 1932, teve uma filha chamada Marselle, que morreu com dois anos. A vida da cantora ficou marcada por esta tragédia. Piaf continuou a cantar nos cafés e clubes da Rua Pigalle, nos bairros menos recomendados da Paris daquela época.

A sua vida mudou quando, cantando na rua, Louis Leplée, proprietário do cabaré Gerny’s, um dos mais conhecidos de Paris, parou para a ouvir. Depois de um pequeno teste, Edith foi imediatamente contratada. O sucesso não demorou a chegar e ficou conhecida como “Mome Piaf” (pequeno pardal). O próprio Leplée instruiu Piaf para que esta se tornasse uma grande figura do cabaré. Em 1937, nascia uma nova estrela: Edith Piaf.

Contudo, a vida voltou a castigar a jovem Piaf, visto que Leplée foi encontrado morto no clube que dirigia. A cantora foi suspeita do assassinato. A imprensa  acusou-a e a elite parisiense  voltou-lhe as costas. Assim, Edith Piaf voltou a misturar-se com as pessoas dos piores bairros de Paris, levando uma vida desregrada.

A sua consagração aconteceu depois do final da Segunda Guerra Mundial, quando se tornou a musa de poetas e intelectuais da Paris existencialista e ganhou a admiração incondicional do público. Piaf voltou aos grandes cenários da França, da Europa e da América. Ficou amiga de Marlene Dietrich e tornou-se a grande dama da canção francesa, ajudando talentos emergentes como Charles Aznavour, Georges Moustaki, Yves Montand e relacionando-se com intelectuais como Jean Cocteau.

Em 1946, foi para Nova Iorque e conheceu o grande amor da sua vida, o boxeador Marcel Cerdan, falecido em 1949, quando o avião em que viajava caiu. Isto causou em Edith uma profunda depressão, superada através do álcool. Foi, porém, a época dos seus grandes sucessos: La vie em rose e Le trois cloches.

Em 1950, colaborou com Charles Aznavour em canções como Jezébel. Este também foi o ano em que triunfou no Olympia e, em 1956, também o fez no Carnegie Hall, em Nova Iorque. Depois de um acidente, Piaf ficou desfigurada e tornou-se viciada em morfina. Uma longa lista de doenças fora-lhe diagnosticada e, em 1959, constataram que a cantora tinha cancro.

Nos seus últimos anos, a cantora viveu longe dos palcos junto ao seu novo marido, o grego Theo Lambukas. Em Junho de 1961, Edith foi premiada pela Academia Charles Cross pelo conjunto da sua obra. Piaf morreu na quinta-feira, dia 10 de Outubro de 1963, em Plascassier, mas, fazendo fé no comunicado transmitido à AFP, todos acreditaram na data de falecimento constante no registo civil: sexta-feira, 11 de Outubro de 1963, às 7 horas da manhã. Desse modo, a data de sua morte coincidiu com a morte de Jean Cocteau, falecido ao meio-dia, enquanto preparava uma homenagem à cantora que o fascinara.

No seu enterro, o cortejo fúnebre foi acompanhado por mais de 40.000 pessoas.

Entre as muitas canções que popularizou podem-se destacar: Mon légionnaire, Je ne regrette rien, La vie em rose,Lês amants de Paris, Hymne a l’amour, Mon dieu e Milord.
wikipedia (imagens)
Édith Piaf 914-6440.jpg
 Edith Piaf em 1962


 Edith Piaf em 1951
 Sous le ciel de Paris
https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=kouTi-0csLg
La foule
 https://www.youtube.com/watch?v=Fgn8gZHJZzA
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/10-de-outubro-de-1963-morre-cantora.html
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