05/08/2011

4.825.(5Ag12h7') Pelletsland

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11jan2013

tb ouvi a opinião crítica: ruído, serradura...A fumaça é enorme e devia ser verificado que não polui
via alcoa

Moradores queixam-se do ruído e do pó

casaldaareia_site


O barulho, a vibração e o pó causado pela fábrica Pelletsland situada na Zona Industrial do Casal da Areia (ZICA) estão a suscitar queixas por parte dos habitantes e comerciantes.

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25out2012 escrevi (na seis mil e quarenta e dois)
31 out 15h Casal da Areia...Inauguração da Pelletsfirst
É de saudar:
o investimento e a criação de postos de trabalho.
Continuamos sem ter uma ZICA como, há muito, propomos...
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via região de cister de 1nov2012
Pelletsfirst cria 40 postos de trabalho em Alcobaça



A Pelletsfirst criou 40 postos de trabalho na unidade inaugurada, esta quarta-feira, na Zona Industrial do Casal da Areia e que representa um investimento que ronda os 14 milhões de euros.


Depois de ter investido 16 milhões de euros, em 2008, no concelho de Pedrogão Grande, o Grupo Enerpellets abriu a segunda fábrica de produção de pellets de biomassa industrial em Alcobaça e conta atingir uma faturação de 30 milhões de euros em 2013. Para o secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques, que presidiu à inauguração da unidade, este investimento é um "soco no estômago no tal medo de investir" que assola o País e vem "diminuir a carga térmica nas florestas, ajudando à diminuição dos incêndios".
No entender do governante, a aposta da Pelletsfirst cria "impulsos na economia regional e nacional" e resulta de uma "boa aplicação dos fundos comunitários", dado que obteve 6 milhões de euros de comparticipação. Almeida Henriques alertou, de resto, os muitos empresários presentes na inauguração para o Programa Valorizar, que surgiu no âmbito da reprogramação do Qren entregue em Bruxelas, e que se destina a "refocalizar os fundos comunitários no apoio à economia".
Alexandre Magalhães, presidente do Conselho de Administração da Pelletsfirst, revelou que a unidade de Alcobaça vai produzir pellets premium, "que se destinam ao uso nos lares" de países do Norte da Europa e do Benelux. O empresário destacou que a atividade da empresa representa "0% de importações e 100% de exportações", que já criou 80 postos de trabalho diretos e 750 postos de trabalho indiretos nos últimos quatro anos, justificando a aposta no interior do País com a "contribuição para tentar evitar a desertificação".
Visivelmente satisfeito estava Paulo Inácio. O presidente da Câmara de Alcobaça destacou que só a compra dos terrenos no Casal da Areia custou ao Grupo Enerpellts 450 mil euros, enfatizando a criação dos 40 postos de trabalho criados, e considerou que a Pelletsfirst é mais uma iniciativa que vem "reafirmar a componente industrial do concelho". "Alcobaça tem um rácio positivo de importações e exportações e esta empresa vem dar mais um impulso nesse caminho", frisou.

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via tintafresca.net

PelletsFirst investe 14 milhões de euros no concelho de Alcobaça
    Empresa exportadora inaugura instalações
    na Zona Industrial do Casal da Areia
           

    Inauguração da PelletsFirst
    A inauguração da empresa PelletsFirst teve lugar no dia 31 de Outubro, na Zona Industrial do Casal da Areia, em Alcobaça. A empresa, que fabrica biomassa para exportação, a partir de resíduos da floresta nacional, irá criar 80 postos de trabalho diretos e faturar 30 milhões de euros em 2013. A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, que destacou o facto destes produtos terem 100% de valor acrescentado nacional, já que toda a matéria-prima é nacional. A empresa investiu 14 milhões de euros neste projeto, dos quais 6 milhões são fundos comunitários (QREN).

       António Almeida Henriques saudou “a iniciativa empreendedora e inovadora do grupo Enerpellets”, que considerou “uma boa notícia” a juntar à “tendência de estabilização ou mesmo de ligeiro recuo do desemprego em Portugal.”

       Para o secretário de Estado, o desenvolvimento depende da capacidade de construirmos e ativarmos um triângulo virtuoso, em cujos vértices estão as empresas, o conhecimento e o território e “esta nova indústria é um exemplo do potencial e do significado real desse triângulo: junta capacidade e visão empresarial, conhecimento científico e inovação e uma dimensão regional e territorial muito evidente.”

       
       
    Almeida Henriques, Paulo Inácio e Alexandre Magalhães
       O governante anunciou que o Governo está a preparar uma nova política cujo desígnio é “criar valor com o território”, em que o Programa “Valorizar” será o rosto dessa política.

       António Almeida Henriques referiu ainda que a reprogramação do QREN operou uma reorientação de mais de 1100 milhões de euros para o apoio ao investimento produtivo e à capitalização das empresas, numa lógica de desenvolvimento regional. Com a decisão já anunciada na semana passada, os setores industriais passam a beneficiar de mais de 60% do financiamento total concedido pelo QREN às empresas, num volume que ascende a 2170 milhões de euros de apoios comunitários.

       O secretário de Estado admitiu que “mais de metade do investimentos QREN só agora será realizada, mas passará a beneficiar do “acelerador” INVESTE QREN, já completamente operacional em alguns dos bancos aderentes. Com mil milhões de euros, esta linha de empréstimo poderá estimular a execução de 3000 milhões de euros de investimento, com particular ênfase nos setores industriais e exportadores.” O Governo pretende ainda apostar na desburocratização e simplificação do acesso ao QREN.

       Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça saudou também este investimento que cria 40 novos postos de trabalho, muito importantes para o concelho.
    Relativamente à Área de Localização Empresarial da Benedita, Paulo Inácio mostrou-se esperançado que a ALEB traga tão bons resultados como a Zona Industrial do Casal da Areia. “A ALEB será um sonho, não só para a Benedita, mas também para toda a região de Leiria e Oeste”, referiu. O autarca espera que o Estado encare a ALEB como “um projeto âncora, com capacidade de atração de investimento nacional e internacional.”

       O que são pellets?
       A empresa dedica-se à produção e comercialização de pellets de madeira e resíduos diversos, bem como a comercialização de biomassa, sendo toda a sua produção destinada exclusivamente à exportação, tendo como principais clientes os países do Norte da Europa.

       Os pellets de madeira para aquecimento são um tipo de lenha, geralmente produzidos a partir de serragem ou serradura de madeira refinada e seca que depois é comprimida. Os pellets de madeira para aquecimento são granulados cilíndricos com 6 a 8 milímetros de diâmetro, com 10 a 40 mm de comprimento.

       Mónica Alexandre
    02-11-2012
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    via cister.fm

    EMPRESA PELLETSFIRST INVESTE 15 MILHÕES EM ALCOBAÇA


    A Pelletsfirst, empresa de comercialização de pellets de madeira (combustível à base de madeira) inaugurou a 31 de outubro, a unidade de produção na zona industrial do Casal da Areia, em Alcobaça, que está vocacionada para a exportação. A nova unidade irá dar emprego a 40 pessoas.
    O secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, acompanhou a cerimónia, tendo destacado o facto de “estes produtos terem 100% de valor acrescentado nacional, já que toda a matéria-prima é nacional”.
    A empresa investiu 14 milhões de euros na nova unidade, dos quais 6 milhões vieram dos fundos comunitários (QREN).
    Adiantando que “o desígnio da reindustrialização é relevante e urgente e mais do que nunca o QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) terá de estar ao serviço da reindustrialização das regiões”, o governante anunciou que “o Governo está a preparar Programa “Valorizar” e uma nova política, cujo foco é criar valor com o território”.
    Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, reconheceu “a importância do investimento” feito, que vai criar novos postos de trabalho, “muito importantes para o concelho”.
    Por sua vez, João Magalhães, administrador da Pelletsfirst, referiu que “este investimento, próximo dos 15 milhões de euros, vai permitir uma produção mensal de 120 toneladas de pellets, destinadas exclusivamente à exportação”.
    Os pellets (um tipo de combustível produzido a partir de serragem ou serradura de madeira refinada e seca, comprimida em pequenos rolos), serão produzidos a partir de resíduos de madeira adquiridos a pequenas empresas da região e exportados, sobretudo, para os países nórdicos, onde este tipo de combustível é mais utilizado.
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    via região de cister de 2nov2012
    Pelletsfirst cria 40 postos de trabalho em Alcobaça



    A Pelletsfirst criou 40 postos de trabalho na unidade inaugurada, esta quarta-feira, na Zona Industrial do Casal da Areia e que representa um investimento que ronda os 14 milhões de euros.


    Depois de ter investido 16 milhões de euros, em 2008, no concelho de Pedrogão Grande, o Grupo Enerpellets abriu a segunda fábrica de produção de pellets de biomassa industrial em Alcobaça e conta atingir uma faturação de 30 milhões de euros em 2013. Para o secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques, que presidiu à inauguração da unidade, este investimento é um "soco no estômago no tal medo de investir" que assola o País e vem "diminuir a carga térmica nas florestas, ajudando à diminuição dos incêndios".
    No entender do governante, a aposta da Pelletsfirst cria "impulsos na economia regional e nacional" e resulta de uma "boa aplicação dos fundos comunitários", dado que obteve 6 milhões de euros de comparticipação. Almeida Henriques alertou, de resto, os muitos empresários presentes na inauguração para o Programa Valorizar, que surgiu no âmbito da reprogramação do Qren entregue em Bruxelas, e que se destina a "refocalizar os fundos comunitários no apoio à economia".
    Alexandre Magalhães, presidente do Conselho de Administração da Pelletsfirst, revelou que a unidade de Alcobaça vai produzir pellets premium, "que se destinam ao uso nos lares" de países do Norte da Europa e do Benelux. O empresário destacou que a atividade da empresa representa "0% de importações e 100% de exportações", que já criou 80 postos de trabalho diretos e 750 postos de trabalho indiretos nos últimos quatro anos, justificando a aposta no interior do País com a "contribuição para tentar evitar a desertificação".
    Visivelmente satisfeito estava Paulo Inácio. O presidente da Câmara de Alcobaça destacou que só a compra dos terrenos no Casal da Areia custou ao Grupo Enerpellts 450 mil euros, enfatizando a criação dos 40 postos de trabalho criados, e considerou que a Pelletsfirst é mais uma iniciativa que vem "reafirmar a componente industrial do concelho". "Alcobaça tem um rácio positivo de importações e exportações e esta empresa vem dar mais um impulso nesse caminho", frisou.

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    fotos minhas 31out2012



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    5agosto2011

    Pelletsland diz...Registe-se para a memória futura...

    cister.fm postou assim:

    PELLETSLAND INVESTE 14 MILHÕES DE EUROS E CRIA 40 POSTOS DE TRABALHO


    A Câmara de Alcobaça (CMA) e a Pelletsland assinaram, na sexta-feira, a escritura pública de aquisição de dois lotes na Zona Industrial do Casal da Areia (ZICA). 
    “O investimento da empresa ronda os 14 milhões de euros e irá criar mais de 40 postos de trabalho diretos”, informou Paulo Inácio, presidente da autarquia, antes de assinar o contrato que renderá aos cofres da autarquia 260 mil euros, que serão pagos em três anos.
    Renato Mata, da empresa, afirmou, no final da assinatura do contrato, que a Pelletsland irá começar a construir a unidade do Casal da Areia, de imediato. 
    O administrador elogiou a forma como o projeto da empresa de serração de madeira foi acolhido por Alcobaça, sublinhando que a unidade, que irá ser construída em Cós, será a última em Portugal. “Depois só no estrangeiro”, rematou. 
    As contrapartidas de Alcobaça, que atraíram a vinda desta empresa, baseiam-se na isenção do pagamento de taxas municipais. Renato Mata considerou a condição como “essencial para o sucesso da vinda da empresa para o Casal da Areia”.
    Em troca, a Pelletsland compromete-se a mudar a sua sede comercial para Alcobaça, transferência que se irá refletir nas receitas da Derrama, se a empresa apresentar  resultados positivos em sede de IRC.
    Para além dos 40 empregos diretos, que entretanto vão começar a ser preenchidos, “porque queremos que os nossos colaboradores participem em todo o processo” de constituição da unidade, a Pelletsland irá também ser responsável pela criação de um número superior ao dobro, em termos de postos de trabalho indiretos. 
    O presidente da Câmara de Alcobaça lembrou que, em termos industriais, não se lembra de ter havido um investimento tão avultado no concelho de Alcobaça. 
    A Pelletsland, que se dedica ao fabrico de pellets de madeira destinadas à produção de energia elétrica em vários mercados da Europa, irá ter um grande consumo de energia e por isso está já prevista uma visita à ZICA, por parte de responsáveis da EDP, de forma a reforçar o sistema de fornecimento de eletricidade da zona industrial.
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    tintafresca.net gravou assim:
    Empresa Pelletsland investe 14 milhões de euros em unidade de produção de biomassa no concelho

    Câmara de Alcobaça vende 10 lotes de terreno na zona industrial do Casal da Areia

    Carlos Freire, Reis Alves, Paulo Inácio, Renato Mota e Carla Pimenta
    A empresa Pelletsland, Unipessoal, LDA comprou ao Município de Alcobaça 10 lotes de terreno, num total de 26 mil m2, pelo valor de 447 mil euros, para proceder à instalação de uma filial da empresa oriunda de Guimarães e que já se encontra a laborar no concelho de Pedrogão Grande. O investimento será de 14 milhões de euros e a instalação da empresa no concelho de Alcobaça irá criar cerca de 40 a 50 postos de trabalho directos, sendo que o número de indirectos ainda não está contabilizado.
    O anúncio da venda de lotes foi feito no dia 29 de Julho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Alcobaça. Estiveram presentes Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Reis Alves e Carlos Freire, advogado e jurista do município de Alcobaça, e os representantes da empresa Pelletsland, Unipessoal, LDA, Renato Mota e Carla Pimenta.
    “Este é o maior investimento realizado no concelho nas últimas décadas”, sublinhou Paulo Inácio, que se mostrou particularmente satisfeito pelo negócio no momento complicado que o País atravessa. O autarca salientou também que esta é “uma grande aposta de criação de empregos” e que a autarquia irá continuar “a procurar diferentes nichos de mercado que estejam interessados em expandir as suas empresas.”


    Empresário Renato Mota assina contrato de aquisição dos 10 lotes de terreno
    A empresa Pelletsland, Unipessoal, LDA, irá começar as obras de instalação da sua unidade o mais rápido possível, pelo que espera que o início de produção seja no 1º trimestre de 2012. A empresa Pelletsland, Unipessoal, LDA dedica-se à produção e comercialização de pellets de madeira e resíduos diversos, bem como a comercialização de biomassa, sendo toda a sua produção destinada exclusivamente à exportação, tendo como principais clientes os países do Norte da Europa.
    Os pellets de madeira para aquecimento são um tipo de lenha, geralmente produzidos a partir de serragem ou serradura de madeira refinada e seca que depois é comprimida. Os pellets de madeira para aquecimento são granulados cilíndricos com 6 a 8 milímetros de diâmetro, com 10 a 40 mm de comprimento.
    Renato Mota referiu que o investimento de 14 milhões de euros se destinará apenas à instalação da unidade de fabrico da empresa. Relativamente aos postos de trabalho que irá criar, o sócio-gerente da empresa referiu que além dos 40 a 50 postos de trabalho directos, a empresa irá “criar muitos mais indirectos”, uma vez que a sua área de trabalho irá “movimentar sectores como o da floresta, o dos transportes e o da prestação de serviços”.
    A autarquia alcobacense e a empresa assinaram a escritura de venda dos terrenos no dia 29 de Julho. As duas partes irão agora, da forma mais rápida possível, proceder ao licenciamento e às obras de instalação da empresa. A Câmara Municipal de Alcobaça irá solicitar que seja aprovada em Assembleia Municipal a isenção de taxas, “devido à dimensão do investimento”, referiu Paulo Inácio.
    02-08-2011
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    30maio2010
    (PATRIMÓNIO MUNICIPAL) 31.

    ------ ZONA INDUSTRIAL DO CASAL DA AREIA – PROPOSTA DE
    AQUISIÇÃO DE LOTE - 10 lotes do n.º 76 ao 86...446 mil euros...24 mil metros quadrados. Jovem empresário. além dos 50% beneficia de redução de +12.5%...Renato Mota...Empresa "pelletsland"...Ver empresa em Pedrógão Grande...Cria 40 postos de trabalho directo e prevé 5x+ em trabalho indirecto...Vão investir 10 M€...Reciclam os desperdícios da floresta...Produzem pellets e comercializam biomassa...tudo para exportação...
    Perguntei se era o investimento que a princípio era para ir para a Martingança e pelo parecer do ambiente...
    Presidente confirma que o investidor achou melhor a solução do Casal da Areia em detrimento da Martingança e acha que a empresa vai ter muito cuidado com a questão da única poluição: a sonora...
    Lembrei o histórico da câmara não saber reclamar os seus direitos previstos no regulamento.
    Durante anos e anos empresas compraram a 1 preço para criar um determinado n.º de postos de trabalho e tal nunca acontecia...
    Hoje aprova-se 12,5% por ser jovem empresário...Quando a empresa deixar de ser dele...
    Presidente diz que vai estar atento.