ENFVN - Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade...
Ver entrevista no CRISOPA/AVAPI (nº 138.de 15 março2013) do seu último diretor: Engº Curvelo-Garcia.2000/8.
"O nome de um centro de investigação é uma marca., e mudar o nome de uma marca é um profundo erro, que bem ilustra a incompetência e a ignorância de quem o faz."
" a não haver uma completa inversão...o seu completo colapso."
" (sobre o Presidente da CMA)...Sempre senti o seu completo alheamento para a importância deste organismo de investigação."
"...vou desenvolver a importância para as autarquias em terem sediadas no seu concelho organismos de investigação agrária..."
a entrevista do CRISOPA na íntegra:
Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade
É mesmo para destruir?
Atentos à evolução da situação da Ex-Estação Nacional de
Fruticultura Vieira Natividade, estabelecemos uma conversa com o seu último
Director entre 2000 e 2008. Eng. A. S. Curvelo-Garcia. Investigador Coordenador
Aposentado, Diretor da Estação Vitivinícola Nacional de 1993 a 2008 e
Presidente do Conselho Científico do INIA/INRB de 2009 a 2011
• Nos últimos anos o nome da ENFVN sofreu diversas
modificações. Justificam-se e traduzem-se numa melhor ENFVN?
Durante os últimos anos, as pretensas reestruturações e
revitalizações da investigação agrária, no âmbito do Ministério da Agricultura,
têm constituído um total fracasso, de onde ressalta efectivamente a mudança de
designações. Veja-se o próprio INIA (Instituto Nacional de Investigação
Agrária): nos últimos dez anos, teve quatro designações, resultante de junções
com outros laboratórios de Estado e de sequentes cisões. Até 2007, as
subunidades (as Estações) não sofreram quaisquer alterações nas suas
designações. A partir desse mesmo ano, com o Dr Jaime Silva como Ministro da
Agricultura vimos assistindo a um autêntico “terramoto” na estrutura da
instituição, com a destruição de toda uma organização que, com defeitos e
virtudes, funcionava desde meados da década de 70 do século anterior. Em 2007,
verificou-se o maior ataque à estrutura do Laboratório de Estado INIA! A
organização das subunidades (Estações) foi completamente desmantelada, sem
quaisquer sucedâneos minimamente credíveis.
Mudanças de nomes de instituições de investigação, com
visibilidade nacional e internacional, são criadoras de enormes confusões. O
nome de um centro de investigação é uma marca, e mudar o nome de uma marca é um
profundo erro, que bem ilustra a incompetência e a ignorância de quem o faz.
No caso da ENFVN, retirar o nome de um dos mais ilustres
investigadores portugueses (Prof. Vieira Natividade) constitui uma aberração
ainda maior, bem reveladora da falta de cultura dos seus autores. Imagine-se
como reagiria a comunidade científica se o mesmo acontecesse a instituições
como o Laboratório Veríssimo de Almeida, o Instituto Nacional de Saúde Dr.
Ricardo Jorge, o Instituto Abel Salazar…
Todas as alterações ocorridas nessas reestruturações nada
vieram contribuir para uma maior eficácia dessas instituições. O património do
parque laboratorial e tecnológico e a atualização dos campos de ensaio têm
decrescido, as competências instaladas têm fortemente diminuído, os outputs têm
diminuído, a intervenção da instituição junto dos parceiros económicos tem
decrescido… Digo-o com total conhecimento de causa que poderei evidentemente
desenvolver.
• Que interesses justificam tais alterações?
Realisticamente, nenhuns interesses justificaram ou
justificam essas alterações.
Penso que a estrutura do próprio Ministério da Agricultura
não entende nem nunca entendeu para que serve a Investigação Agrária no seio do
próprio Ministério. Assim, cada vez que entra em funções um novo Ministério, o
titular da pasta é “convencido” de que tem de reestruturar a instituição de
investigação que tutela, socorre-se para o efeito de um ou outro assessor, mais
ou menos político e sem qualquer cultura minimamente baseada em experiência e
conhecimento, socorre-se ainda de algum amigo professor universitário que
poderá ter umas ideias sobre estas questões e… sai reestruturação!
A base dessas
reestruturações são pois filhas da incompetência e da incultura… Os resultados
estão à vista de todos.
• Em simultâneo observamos ao seu desmembramento. Resta
unicamente o equipamento laboratorial que se vai degradando. Um único técnico.
Os campos... Quem é responsável por tal situação?
Mesmo o equipamento laboratorial está completamente
obsoleto. Os responsáveis por esta situação são evidentemente as tutelas
ministeriais e as direções das instituições a que me referi atrás,
designadamente desde 2002 e sobretudo desde 2007. Nos anos anteriores à fusão do INIA com o
IPIMAR, originando o INIAP, assistiu-se a algumas medidas, embora tímidas, para
relançar a ENFVN: era então Presidente do INIA o Engenheiro Carlos Amaral e
Secretário de Estado da tutela o Engenheiro Vítor Barros. Todo esse esforço
abrandou com a criação do INIAP. Depois, em 2007, com o Ministro Jaime Silva
começou a destruição de toda a instituição, e portanto da ENFVN. Presenciei de
perto essa destruição, pois era também Diretor da Estação Vitivinícola Nacional
(EVN) e verifiquei como essa onda de destruição atingiu toda a instituição.
• Quem e como decide? Os agricultores são ouvidos? Onde
estão os investigadores?
Parece-me evidente que as decisões são exclusivamente de
ordem política. Hoje, à distância, entende-se que o principal objetivo dessas
tão maléficas "reestruturações institucionais" foi simplesmente o de
destruir o que ainda havia de investigação agrária do Estado no nosso país! Se
não houve esse objetivo, e os resultados parecem demonstrar que houve, então, nesse
caso, poderemos concluir que houve apenas uma estrondosa incompetência em
compatibilizar missões institucionais com estruturas organizacionais que lhe
dariam suporte, criando uma orgânica completamente ineficiente e até
ridiculamente incapaz de cumprir minimamente as suas funções!
Os agricultores e as suas organizações poderiam e deveriam
ser ouvidos nos órgãos consultivos próprios, quer do INIA quer do Ministério.
Mas houve o cuidado de não se fazer funcionar estes órgãos, previstos nas
respetivas leis orgânicas… Essa audição só existiu em casos pontuais e por
iniciativa de elementos dos corpos científico e técnico da instituição.
Considero também que os Investigadores do INIA deveriam
também ter tido um papel mais ativo e interveniente na defesa da instituição,
embora tenha havido algumas ações meritórias e corajosas, coletivas ou
individuais. Mas tem havido também muitos silêncios perante os ataques havidos
contra o INIA… da parte dos que preferem manter o status quo que lhes garante o
seu ordenado no fim do mês!
Durante estes tempos, apenas um aspeto não teve altos e
baixos: a gradual quebra de pessoal, designadamente de pessoal científico! O
corpo científico da instituição INIA tem sofrido uma crescente quebra. Na
ENFVN, essa quebra foi quase total: neste momento, como diz, está reduzida a um
Técnico Superior!
O manifesto desinteresse que a instituição INIA, hoje INIAV,
teve para com a continuação dos Investigadores contratados pela FCT (Fundação
para a Ciência e Tecnologia), no âmbito do Programa Ciência 2007 (e 2008), é
uma enorme constatação de que não houve, nem há interesse efetivo na ampliação
dos quadros científicos, apesar dos tão mediatizados “choque tecnológico” e
“rejuvenescimento das instituições do STCN” dos governos de José Sócrates. E esse
desinteresse é hoje bem ruidoso!
• Que futuro prevê para a ENFVN?
A não haver uma completa inversão na forma de encarar o
papel e a importância de um Laboratório de Estado (LE) para a investigação
agrária, o futuro das ex-Estações que compunham o INIA, tal como a ENFVN, é
muito negro, adivinhando-se o seu total e completo colapso. Compete ao ainda
existente corpo científico da instituição, em aliança com os primeiros
utilizadores do conhecimento (os agricultores, as empresas e as suas
organizações) pressionar e demonstrar ao poder político a importância decisiva
da ação deste LE e o enorme risco para o país se esse colapso se vier a
verificar.
• Como ex-Director da ENFVN que medidas entende deveriam ter
sido tomadas e quais as que deverão ser incrementadas para que a ENFVN possa
vir de novo a ser uma referência na fruticultura nacional?
O ponto a que chegou a ENFVN parece tornar impossível hoje
reerguer a instituição que foi. Penso que tudo terá de começar a partir do
zero. E não se constrói uma unidade de investigação de um momento para o outro.
Tem de se criar escola. É certamente uma tarefa muito árdua, que envolverá
muitos atores e parceiros. Mas a enorme importância económica da fruticultura
nacional bem o justifica.
Quando, em 2000, fui encarregue da direção da ENFVN, num
prolongamento das funções que exercia enquanto diretor da Estação Vitivinícola
Nacional, comecei por fazer um profundo diagnóstico do organismo, visando a sua
recuperação a prazo. Durante alguns meses, ouvi um elevado número de empresas e
de associações do setor, incluindo as três principais Confederações nacionais
interessadas (CAP, CNA e CONFAGRI). Ouvi os responsáveis das outras unidades do
INIA. Ouvi técnicos e dirigentes das Direções Regionais de Agricultura. Ouvi docentes
e responsáveis por diversas escolas do ensino superior. Ouvi até alguns
ex-funcionários da ENFVN. O Relatório que então elaborei, visando pois a
recuperação e o desenvolvimento do organismo, foi aprovado pela Presidência do
INIA e pelo Secretário de Estado da tutela. Apontava esse Relatório para
diversos eixos complementares: crescimento baseado e viável do corpo
científico, apoio das outras unidades do INIA com interesses e atividades
convergentes (envolvendo o melhoramento, a olivicultura, a viticultura, a
fertilização e a química agrícola e evidentemente a atividade florestal), apoio
das instituições de ensino superior que contactei e criação de um centro
tecnológico para a fruticultura, com envolvimento muito direto da ENFVN. Tanto
quanto sei, esta última medida que recomendei foi a única que teve efetivamente
desenvolvimento e julgo que com êxito.
• Enquanto seu Director sentiu apoio das entidades locais
nomeadamente a CMA?
Deixei a direção da ENFVN em 2008. De então para cá, não
tive quaisquer contatos com a CMA. Até 2008, tive diversos contatos com o
Presidente da CMA, sobre a ENFVN. Sempre senti o seu completo alheamento para a
importância deste organismo de investigação, de âmbito nacional, estar sediado
no concelho de Alcobaça. Gostaria até de, proximamente, e talvez neste jornal,
vir a desenvolver esta temática: a importância para as autarquias em terem
sediadas no seu concelho organismos de investigação agrária de âmbito nacional
(Alcobaça, Torres Vedras, Santarém, Elvas e Oeiras).
• Atualmente decorre um processo com a finalidade da entrega
do património da ENFVN ao COTHN organismo privado. Será benéfico para a
fruticultura esta situação, ou deveria continuar como organismo público?
Desconheço em absoluto os pormenores dessa ação, embora já
tenha ouvido algumas referências a essa eventual transferência de património.
Já atrás referi o papel meritório que tem sido a ação do
COTHN, a cuja génese fiquei aliás intimamente ligado. Sempre considerei e
continuo a considerar que a ação a desenvolver pelo COTHN e pela ENFVN (ou
qualquer outra unidade de investigação de um Laboratório do Estado) deverão ser
complementares mas evidentemente próprias. Isto decorre da própria natureza de
um Laboratório do Estado e de um Centro Tecnológico, conforme está definido.
Confundir os papéis e atribuições das duas instituições é um mau serviço ao
Estado, aos Centros Tecnológicos e portanto ao país. Mas esta eventual confusão
reside naquilo que lhe disse no princípio da entrevista sobre a incultura e a
impreparação dos poderes políticos para falar e legislar sobre investigação
científica.
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http://www.inrb.pt/fotos/editor2/inia/enfvn.pdf
Estação Nacional de Fruticultura de Vieira Natividade
Em Outubro de 1937 foi criado, em Alcobaça, o Departamento de Pomologia da
Estação Agronómica Nacional sob a chefia do Prof. Joaquim Vieira Natividade.
Inicialmente constituído pela Secção de Pomologia passou, em 1938, a abranger as
Secções de Olivicultura e de Viticultura que se mantiveram, exclusivamente em
Alcobaça, até 1944.
Em 7 de Maio de 1962, o Despacho da Secretaria de Estado da Agricultura, do
Ministério da Economia, publicado no Diário do Governo n.º 103, I Série, cria, em
Alcobaça, o Centro Nacional de Estudos e de Fomento da Fruticultura (CNEFF),
sendo o seu primeiro Director o Prof. Joaquim Vieira Natividade.
O CNEFF era constituído pelo Departamento de Pomologia da EAN e pelo Núcleo de
Assistência Técnica à Fruticultura. Nesta data, o Departamento de Pomologia era composto pelas Secções
de Pomologia, Ampelografia, Viticultura e Horticultura.
Em 1966, O Departamento de Pomologia passou a ocupar-se exclusivamente da Pomologia tendo as restantes Secções sido integradas no Departamento de Melhoramento de Plantas, em Oeiras.
O Decreto Regulamentar 44/81, de 6 de Outubro, publicado no Diário da Republica
(DR) n.º 229, I Série, transforma o CNEFF na Estação Nacional de Fruticultura de
Vieira Natividade (ENFVN), em reconhecimento dos “incontestáveis e notáveis serviços prestados pelo Prof. J. Vieira Natividade, à causa da fruticultura”.
Mantém as suas instalações na Quinta do Olival Fechado, em Alcobaça.
A Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade passa a incluir os Departamentos de Biologia e Nutrição de Fruteiras, de Pomóideas e Prunóideas, de Citricultura e de Olivicultura, tendo sido integrada no
Instituto Nacional de Investigação Agrária (INIA), passando a constituir
um dos seus Serviços Operativos.
Com as reestruturações seguintes, veio a ENFVN a constituir sempre um dos serviços operativos do INIA e dos institutos que lhe foram sucedendo: INIAER, INIA e INIAP.
Com a criação do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, I.P., foi extinta tendo sido criado Centro de Actividades de «Fruticultura», através da Deliberação n.º 2551/2008, de 15 de Setembro de 2008, do conselho directivo do INRB, I.P., publicada no DR n.º 184, II Série de 23 de Setembro de 2008.
(...)
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COTHN (Câmara paga uma quota...)
hj.27.3.2013 fazem uma ação
Workshop "“Inovação ao nível da rega e dos sistemas de rega para culturas hortofrutícolas”, organizado pelo COTHN. Este evento terá lugar no Auditório da caixa de crédito agrícola, e contará com o patrocinio da HidroSoph..
COTHN - Centro Operativo e Tecnológico Hortofruticola Nacional
http://www.cothn.pt/portal/index.php?id=14467
o editorial do crisopa 137
A Acta
Considerando que:
1. Não estiveram presentes passos, gaspar nem relvas
2. Que não foi proibida a divulgação do que por lá foi dito
Concluí-se que:
1. Não foi aquilo uma iniciativa governamental
2. Daí, podermos informar o que ouvimos
Foi giro. Refiro-me concretamente ao tema que aqui abordei no passado mês “A Menina nas mãos das bruxas”
Pensava eu, como disse então, que a iniciativa de aquisição ou de cedência do património da Estação Nacional de Fruticultura era do COTHN. Nada disso. O despudor foi logo no início desvendado. A iniciativa de desmantelamento da menina da nossa fruticultura é mesmo dos seus actuais “donos”. Ao que foi dito, o COTHN limitou-se a ter de decidir entre as duas alternativas - ou aceita e fica com a menina nos braços, ou vende-se.
Alertou a AVAPI para a tramóia. Um presente envenenado que até ao momento parece ninguém se ter apercebido. Desta forma e a não aceitar, dirão sempre os “donos benfeitores” do INIAV – “até quisemos oferecer o património aos agricultores, mas eles, mais uma vez não quiseram. A culpa não foi nossa”
O COTHN, ao que disse, não parece muito interessado na prenda. Esperemos pelos, próximos capítulos...
A AVAPI, pelos seus actuais directores, manteve e expressou por escrito o seu voto de não pactuar nunca com qualquer solução que vise o desmantelamento da Estação Nacional de Fruticultura.
Como era de esperar não é este o sentir de todas as organizações representadas. Mais correcto será dizer, de alguns dos seus representantes. Posição aliás confirmada quando alguém manifestou e propôs levianamente a venda de parte do património. Porque será que tais propósitos me fazem relacionar com possíveis licitadores!?
Não liguem… é mais uma das minhas ruindades!!!!!!
Mais bizarro foi ainda ouvir alguém exigir a transferência dos técnicos da Estação para o COTHN cujas actividades passará este a coordenar, mas, que continuarão a ser pagos pela Estação. Gestores destes vão longe... Oh se vão…
Pergunto:
- Mas que estrutura técnica tem, ou teve, o COTHN para se achar competente na orientação de técnicos da Estação?
- Deixarão as qualidades técnicas até ao momento reconhecidas, nomeadamente o Eng Rui de Sousa, de serem válidas!?
Soubemos por outro lado que muitos senhores investigadores, habituados a permanecerem sitiados exclusivamente na Estação Agronómica em Oeiras, se negam a deslocar-se para Alcobaça. Ninguém de bom senso tem dúvidas de que o desenvolvimento da nossa agricultura passa obrigatoriamente pela convivência concreta com a realidade da nossa ruralidade. Retribuição em troca dum emprego e salário. Se não lhes podemos, ou devemos exigir residência a tempo inteiro na província, é-lhes imposto no mínimo, moralmente, que se disponibilizem a coordenar e acompanhar actividades para o desenvolvimento agrícola em factos concretos. O melhor curricula não se traduz obrigatória e exclusivamente por trabalhos académicos, conhecidos num âmbito restrito e limitado aos seus pares…
E por não haver mais nada a tratar, lá abalámos cada qual para o seu canto.
Uns, com ideias de que com o dinheiro dos outros farão sucesso, não interessa onde nem quando; outros, exigindo tão somente o que lhes é devido por direito - o assumir da função e responsabilidade do Ministério…
Carlos Matias
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Há dias fizeram-me chegar a preocupação: "Estão a retirar elementos essenciais do laboratório e estão a levar para Braga?"
Reformou-se a técnica da "Germinação das plantas"... Esse equipamento é que foi retirado...
Só há 1 técnico...Que está a trabalhar intensamente...
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na R9 da câmara: