via opinião PÚBLICO
18maio2016
Os contratos de associação, o Presidente, o Cardeal e, já agora, o Papa
http://geringonca.com/2016/05/17/governo-psdcds-explica-contratos-de-associacao-ao-psdcds/
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maio2016

http://www.comregras.com/um-diretor-de-uma-escola-publica-fez-as-contas-caso-recebesse-80500-e-por-turma/
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Ricardo Paes Mamede explica
http://geringonca.com/2016/05/08/3-minutos-com-ricardo-paes-mamede-2/
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Comunicado CDU - Alcobaça
2maio2016
2maio 2016
COMUNICADO DA CDU

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154091008727789&set=a.94261612788.84896.771997788&type=3&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154091008727789&set=a.94261612788.84896.771997788&type=3&theater
O CDS (e o PSD) a armarem-se pelo Externato COOPERATIVO da Benedita esquecendo 5 anos em que nada fizeram
À comunicação Social
Aos e Às Alcobacenses
A CDU não alinha em mentira, em demagogias e em branquear a história e os factos, daí ter votado contra a Moção do CDS, nos termos enganadores em que é proposta, na Assembleia Municipal.
A CDU está solidária, há muito ano, com o Externato Cooperativo da Benedita, com os seus cooperantes e Corpos Sociais, professores, trabalhadores, alunos e restante comunidade da Benedita. Sempre esteve e afirmou-o!
A CDU bater-se-á, sempre, pelo distinguir desta instituição que não tem objectivos do lucro como 1 colégio privado.
A CDU sabe que não há escola pública nas freguesias da Benedita, Turquel e Vimeiro (e outras freguesias vizinhas das Caldas da Rainha) do 7.º ano ao 12.ºano. O E.C. da Benedita fez, sempre, esse papel
Criticou o Governo PS/Sócrates e também durante os 5 anos do governo PSD.CDS que não alertaram nada do financiamento e bem pelo contrário com várias decisões ainda fizeram mais prejuízo em todas as escolas públicas e cooperativas. Então não vimos uma única tomada de posição do CDS (ou do PSD) quando houve despedimentos ou prejuízos financeiros neste prestigiado estabelecimento de ensino na Benedita.
A CDU defende a Escola Pública ou os estabelecimentos de ensino que, na sua ausência, garantam, a todos os essenciais níveis educativos. Foi para isso que nasceu o Externato!
A CDU tem soluções para o financiamento do ensino cooperativo há muitos anos e apresentou-as na Assembleia da República. O CDS e o PSD rejeitaram estas soluções. Agora com o governo PS espera conseguir concretizar a solução a sério para as Cooperativas de ensino com contrato com o Ministério de Educação.
A CDU apresentou as suas posições coincidentes com os interesses da Cooperativa e de quem lá trabalha, a vários deputados do PCP, que visitaram Alcobaça (Bruno Dias, Rita Rato e Miguel Tiago) e vai apresentar ao deputado António Filipe que estará na Benedita no próximo dia 6 de maio.
Se o governo PS errar para com o Externato Cooperativo da Benedita a CDU de Alcobaça, cá estará, para lutar contra o erro e o corrigir. Naturalmente apoiará as lutas que se organizarem em defesa do ECBenedita.
Entretanto demarca-se de quem teve poder e não o exerceu e de quem não defende a Escola Pública.
***via fenprof.pt
A verdade inconveniente do apoio obsceno ao ensino privado
Com a Grande Reportagem de Ana Leal, “Verdade inconveniente”, que a TVI passou a 4 de novembro, após o Jornal das 20, foi feita uma abordagem objetiva, oportuna e crua, da realidade do financiamento da Educação e do desperdício de dinheiros públicos que, no caso do financiamento do ensino privado, é justificado pela sua natureza claramente ideológica. Um retrato que ganha especial significado já que foi revelado no preciso dia em que é publicado o novo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo.
Um Estatuto que é suporte da senda privatizadora deste governo PSD/CDS-PP e que faltava para continuar a canalizar as avultadíssimas verbas do Orçamento de Estado para os bolsos dos patrões dos colégios e para engordar as contas bancárias de grupos privados que os gerem. Para 2014, ao contrário do que acontece com todo o setor de Educação, em que os cortes no ensino público são brutais, o OE prevê um aumento de 2 milhões de euros no já elevado financiamento do ensino privado. Esta reportagem da TVI vem confirmar as sucessivas denúncias que a FENPROF e seus sindicatos têm feito e que na preparação deste ano letivo ganharam novo impacto, por via das reações individuais e coletivas de diversas direções de escolas públicas, designadamente no concelho de Coimbra (o mais visado na reportagem da TVI) em que apenas um agrupamento não subscreveu uma dura, crítica e objectiva tomada de posição.
Para a FENPROF, é fundamental que haja investigação (envolvendo a Inspeção Geral de Educação e Ciência e a Procuradoria Geral da República) sobre as denúncias que sobressaem desta reportagem: transportes escolares de alunos de colégios pagos por autarquias, favorecimento de colégios por responsáveis autárquicos e da administração educativa, má utilização de dinheiros públicos, autorização de funcionamento de turmas para além do estabelecido pela distribuição da rede, prestação de informação falsa para obtenção de financiamentos. Mas também, a eventual apropriação do financiamento de escolas privadas pelos seus proprietários, utilização indevida de influências políticas e...
Um rol de estranhos casos em que a utilização dos impostos de todos os portugueses no financiamento de escolas privadas está sob suspeita, ao mesmo tempo que escolas públicas com excelentes condições vêem reduzido o número de alunos e milhares de professores dessas escolas são ameaçados com horários-zero, tendo em risco a sua estabilidade e emprego.
Para a FENPROF, que continuará a acompanhar esta situação e a apoiar as escolas públicas, de forma a que estas continuem a ser o garante de qualidade, equidade, liberdade, democracia e justiça no sistema de ensino português, é fundamental que todos os portugueses vejam o que está em causa – um enorme e feroz ataque à Escola Pública e aos direitos de toda a população, num quadro em que as políticas do governo se orientam para o seu desmantelamento e destruição, tendo em vista a privatização de todo o sistema.
A defesa da Escola Pública é, pois, inevitável e imprescindível, mas é também um dos motivos centrais que levará milhares de professores a aderir à Greve Geral da Administração Pública de 8 de novembro. Porque em Educação, inevitável, mesmo, só a luta!
O Secretariado Nacional da FENPROF
5/11/2013
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Para a FENPROF, é fundamental que haja investigação (envolvendo a Inspeção Geral de Educação e Ciência e a Procuradoria Geral da República) sobre as denúncias que sobressaem desta reportagem: transportes escolares de alunos de colégios pagos por autarquias, favorecimento de colégios por responsáveis autárquicos e da administração educativa, má utilização de dinheiros públicos, autorização de funcionamento de turmas para além do estabelecido pela distribuição da rede, prestação de informação falsa para obtenção de financiamentos. Mas também, a eventual apropriação do financiamento de escolas privadas pelos seus proprietários, utilização indevida de influências políticas e...
Um rol de estranhos casos em que a utilização dos impostos de todos os portugueses no financiamento de escolas privadas está sob suspeita, ao mesmo tempo que escolas públicas com excelentes condições vêem reduzido o número de alunos e milhares de professores dessas escolas são ameaçados com horários-zero, tendo em risco a sua estabilidade e emprego.
Para a FENPROF, que continuará a acompanhar esta situação e a apoiar as escolas públicas, de forma a que estas continuem a ser o garante de qualidade, equidade, liberdade, democracia e justiça no sistema de ensino português, é fundamental que todos os portugueses vejam o que está em causa – um enorme e feroz ataque à Escola Pública e aos direitos de toda a população, num quadro em que as políticas do governo se orientam para o seu desmantelamento e destruição, tendo em vista a privatização de todo o sistema.
A defesa da Escola Pública é, pois, inevitável e imprescindível, mas é também um dos motivos centrais que levará milhares de professores a aderir à Greve Geral da Administração Pública de 8 de novembro. Porque em Educação, inevitável, mesmo, só a luta!
O Secretariado Nacional da FENPROF
5/11/2013
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Ministério dá 19.4 milhões de euros a famílias que querem filhos em colégios privados
O Ministério da Educação quer disponibilizar 19,4 milhões de euros para os contratos simples, ou seja, para apoiar financeiramente as famílias que pretendam ter os filhos em colégios privados
Edição de:
De acordo com o Orçamento por Acções do Ministério da Educação, que será apresentado hoje na Assembleia da República, o Governo pretende atribuir uma verba de 19.400 mil euros para os contratos simples, mais conhecidos por 'cheque-ensino'.
Já os contratos de associação, acordos que são estabelecidos entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e as escolas, para que estas recebam crianças, será de 149.300 mil euros.
Segundo o documento, que está disponível no site da Assembleia da República, deverá haver um aumento da verba para a acção social de 3,1%, passando de 196.351.706 euros de execução estimada este ano para os 202.397.241 orçamentados para 2014.
Só para alimentação dos alunos, o MEC estima gastar 89.839.403 euros, sendo que 10.431 mil euros serão na rúbrica "Leite escolar" e os restantes 79.408.403 nos refeitórios.
As residências para estudantes deverão representar um custo para o MEC de 1.054.428 euros no próximo ano.
Na rúbrica do apoio social-económico, que inclui o apoio às famílias para adquirir manuais escolares e refeições, estão inscritos 70.843.160 euros, sendo que o dinheiro será canalizado quase na totalidade para o ensino oficial: 68.700.213 euros. Para o ensino particular, serão 2.142.947 euros.
No caso do ensino oficial, o Ministério pretende gastar cerca de 32.850 mil euros em manuais escolares e 35.850 mil euros em refeições.
As bolsas a alunos do ensino secundário também estão previstas no Orçamento do MEC, que pretende atribuir 39.170.500 euros: 8.306.615 para Bolsas de Mérito e 30.863.885 para Bolsas de Estudo.
Já os contratos de associação, acordos que são estabelecidos entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e as escolas, para que estas recebam crianças, será de 149.300 mil euros.
Segundo o documento, que está disponível no site da Assembleia da República, deverá haver um aumento da verba para a acção social de 3,1%, passando de 196.351.706 euros de execução estimada este ano para os 202.397.241 orçamentados para 2014.
Só para alimentação dos alunos, o MEC estima gastar 89.839.403 euros, sendo que 10.431 mil euros serão na rúbrica "Leite escolar" e os restantes 79.408.403 nos refeitórios.
As residências para estudantes deverão representar um custo para o MEC de 1.054.428 euros no próximo ano.
Na rúbrica do apoio social-económico, que inclui o apoio às famílias para adquirir manuais escolares e refeições, estão inscritos 70.843.160 euros, sendo que o dinheiro será canalizado quase na totalidade para o ensino oficial: 68.700.213 euros. Para o ensino particular, serão 2.142.947 euros.
No caso do ensino oficial, o Ministério pretende gastar cerca de 32.850 mil euros em manuais escolares e 35.850 mil euros em refeições.
As bolsas a alunos do ensino secundário também estão previstas no Orçamento do MEC, que pretende atribuir 39.170.500 euros: 8.306.615 para Bolsas de Mérito e 30.863.885 para Bolsas de Estudo.