de 28nov2013
"Portas da Burinhosa" foram apresentadas
A notícia na edição 1058 do Região de Cister de 28 de novembro de 2013
Joaquim Coutinho duarte vai investir cerca de 300 mil euros no projeto
Empresário oferece parque de esculturas à Burinhosa
“Retribuir e agradecer a forma como as pessoas da terra contribuíram para a pessoa que sou”. É desta forma que Joaquim Coutinho Duarte, empresário natural de Burinhosa e radicado em Angola há 28 anos, justifica o investimento de cerca de 300 mil euros num parque temático de esculturas que quer oferecer à população da sua terra natal.
O projeto foi apresentado publicamente na semana passada, na Quinta da Valinha, num jantar em que o benemérito juntou empresários e representantes de associações e autarquias locais, com o objetivo também de recolher opiniões sobre a iniciativa, que está a ser concebida pelo escultor Carlos Oliveira.
“A ideia nasceu da forma como sinto a minha terra e do sentimento de gratidão que nutro pelas suas gentes. Poderá também ser uma forma de ajudar a que a localidade, que já foi ‘auto-suficiente’ em termos de emprego, volte a ter motivos de interesse que atraiam pessoas”, afirma Joaquim Coutinho Duarte. A aposta na criação de um produto de excelência no turismo é uma das vertentes da iniciativa, que procura ajudar à criação de novos postos de trabalho.
O parque irá nascer num terreno com cerca de 5 mil metros quadrados, adquirido pelo empresário numa das entradas da localidade, onde se pretende erguer “um pórtico de grandes dimensões - as ‘Portas da Burinhosa’ –, com estátuas que representem as várias fases da história da aldeia”, explicou o promotor.
O escultor Carlos Oliveira revela que o monumento irá também retratar as actividades económicas mais representativas da povoação, com destaque para a agricultura, a floresta, os moldes e o vidro. Segundo aquele artista, que foi também o autor do monumento de homenagem ao resineiro que o empresário Joaquim Coutinho Duarte inaugurou no ano passado na Burinhosa, as esculturas “oscilam entre 1,80 metros e 6 ou 7 metros de altura”.
O projeto prevê também uma área para restauração, um anfiteatro ao ar livre e um circuito de manutenção, entre outras valências.
A Quinta da Valinha, propriedade de Coutinho Duarte, já conta com um monumento ao vidreiro, arte em que Coutinho Duarte iniciou a vida profissional, e um painel de azulejos com motivos alusivos às profissões de resineiro e de vidreiro, e às paisagens de Angola. As obras podem ser visitadas gratuitamente, como quase tudo o que o benemérito faz na vila.
O sonho de ter a equipa de futsal entre os grandes
Coutinho Duarte é um apaixonado pela Burinhosa e também pelo desporto. Jogou futebol no clube da aldeia e hoje em dia é o principal impulsionador do ambicioso projeto de futsal daquela aldeia do concelho de Alcobaça. O CCRD Burinhosa é 3.º classificado na série B da 2.ª Divisão e o empresário não esconde a vontade de ajudar o clube a chegar ao escalão principal da modalidade, sendo as suas empresas um dos suportes da secção de futsal. A 1.ª Divisão já esteve mais longe.
Joaquim Coutinho duarte vai investir cerca de 300 mil euros no projeto
Empresário oferece parque de esculturas à Burinhosa
“Retribuir e agradecer a forma como as pessoas da terra contribuíram para a pessoa que sou”. É desta forma que Joaquim Coutinho Duarte, empresário natural de Burinhosa e radicado em Angola há 28 anos, justifica o investimento de cerca de 300 mil euros num parque temático de esculturas que quer oferecer à população da sua terra natal.
O projeto foi apresentado publicamente na semana passada, na Quinta da Valinha, num jantar em que o benemérito juntou empresários e representantes de associações e autarquias locais, com o objetivo também de recolher opiniões sobre a iniciativa, que está a ser concebida pelo escultor Carlos Oliveira.
“A ideia nasceu da forma como sinto a minha terra e do sentimento de gratidão que nutro pelas suas gentes. Poderá também ser uma forma de ajudar a que a localidade, que já foi ‘auto-suficiente’ em termos de emprego, volte a ter motivos de interesse que atraiam pessoas”, afirma Joaquim Coutinho Duarte. A aposta na criação de um produto de excelência no turismo é uma das vertentes da iniciativa, que procura ajudar à criação de novos postos de trabalho.
O parque irá nascer num terreno com cerca de 5 mil metros quadrados, adquirido pelo empresário numa das entradas da localidade, onde se pretende erguer “um pórtico de grandes dimensões - as ‘Portas da Burinhosa’ –, com estátuas que representem as várias fases da história da aldeia”, explicou o promotor.
O escultor Carlos Oliveira revela que o monumento irá também retratar as actividades económicas mais representativas da povoação, com destaque para a agricultura, a floresta, os moldes e o vidro. Segundo aquele artista, que foi também o autor do monumento de homenagem ao resineiro que o empresário Joaquim Coutinho Duarte inaugurou no ano passado na Burinhosa, as esculturas “oscilam entre 1,80 metros e 6 ou 7 metros de altura”.
O projeto prevê também uma área para restauração, um anfiteatro ao ar livre e um circuito de manutenção, entre outras valências.
A Quinta da Valinha, propriedade de Coutinho Duarte, já conta com um monumento ao vidreiro, arte em que Coutinho Duarte iniciou a vida profissional, e um painel de azulejos com motivos alusivos às profissões de resineiro e de vidreiro, e às paisagens de Angola. As obras podem ser visitadas gratuitamente, como quase tudo o que o benemérito faz na vila.
O sonho de ter a equipa de futsal entre os grandes
Coutinho Duarte é um apaixonado pela Burinhosa e também pelo desporto. Jogou futebol no clube da aldeia e hoje em dia é o principal impulsionador do ambicioso projeto de futsal daquela aldeia do concelho de Alcobaça. O CCRD Burinhosa é 3.º classificado na série B da 2.ª Divisão e o empresário não esconde a vontade de ajudar o clube a chegar ao escalão principal da modalidade, sendo as suas empresas um dos suportes da secção de futsal. A 1.ª Divisão já esteve mais longe.
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de 21nov2013
As "portas" da Burinhosa
A notícia na edição on-line do jornal Público
http://www.publico.pt/local/noticia/empresario-oferece-300-mil-euros-para-construir-esculturas-em-aldeia-de-alcobaca-1613437
Empresário oferece 300 mil euros para construir esculturas em aldeia de Alcobaça
Joaquim Coutinho Duarte está radicado em Angola, mas quer oferecer as estátuas à população da sua terra natal, Burinhosa.
Um empresário de Alcobaça radicado em Angola anunciou nesta quinta-feira que vai doar cerca de 300 mil euros para a construção de um parque temático com esculturas para oferecer à população da sua terra natal, a aldeia de Burinhosa, naquele concelho do distrito de Leiria.
O parque vai ser construído num terreno de cinco mil metros quadrados, adquirido pelo empresário Joaquim Coutinho Duarte e situado à entrada de Burinhosa. Terá "um pórtico de grandes dimensões" que poderá representar "as profissões e actividades da aldeia" ou ter uma mensagem "mais simbólica", revelou o empresário à Lusa.
No primeiro caso, o pórtico constará de uma escultura "simbolizando duas rampas que se elevam ao céu e se cruzam por cima da estrada", contendo, em cada um dos lados, "relevos referentes ao trabalho no pinhal, nas indústrias de moldes, na carpintaria e noutras actividades importantes para a zona", concretizou o escultor Carlos Oliveira.
Na segunda hipótese, "mais simbólica", o pórtico será composto "por duas mãos de grandes dimensões, que quase se tocam por cima da estrada, numa espécie de boas-vindas a quem chega", acrescentou o autor das esculturas.
As duas hipóteses vão ser discutidas durante a apresentação do projecto nesta quinta-feira à noite, na Quinta da Valinha, na Burinhosa, onde Coutinho Duarte vai encontrar empresários, entidades ligadas à povoação e responsáveis pela Câmara de Alcobaça e pela junta de freguesia local.
"Queremos discutir com as pessoas qual a solução que gostariam mais de ver implementada, até porque o parque de estátuas será para oferecer à população, para que dele usufrua gratuitamente", afirmou Joaquim Coutinho Duarte.
As opiniões sobre o pórtico ditarão depois a escolha das estátuas a incluir no parque, cuja temática o empresário defende que seja "virada para as gentes da aldeia, simbolizando as actividades e retratando desde os mais simples a figuras mais intelectuais". A outra hipótese, também estudada, alarga o âmbito às "gentes da minha terra", retratando "a mulher, o fado e a família", entre outras, explicou o escultor.
Em ambos os casos, as esculturas vão oscilar entre 1,80 metros e os seis a sete metros de altura, conforme as temáticas que representam.
Com um investimento estimado de "cerca de 300 mil euros", o parque deverá ainda contar, segundo o empresário, com "um anfiteatro, uma área de restauração e zonas de apoio ao público".
Joaquim Coutinho Duarte está há vários anos radicado em Angola, mas mantém uma estreita ligação à Burinhosa, onde, no ano passado, inaugurou um monumento em homenagem ao resineiro, profissão dos seus pais. No mesmo local, uma quinta de turismo conta também com um monumento ao vidreiro (arte em que iniciou a vida profissional) e um painel de azulejos com motivos alusivos às profissões de resineiro e de vidreiro, e às paisagens de Angola. As obras podem ser visitadas gratuitamente.
http://www.publico.pt/local/noticia/empresario-oferece-300-mil-euros-para-construir-esculturas-em-aldeia-de-alcobaca-1613437
Empresário oferece 300 mil euros para construir esculturas em aldeia de Alcobaça
Joaquim Coutinho Duarte está radicado em Angola, mas quer oferecer as estátuas à população da sua terra natal, Burinhosa.
Um empresário de Alcobaça radicado em Angola anunciou nesta quinta-feira que vai doar cerca de 300 mil euros para a construção de um parque temático com esculturas para oferecer à população da sua terra natal, a aldeia de Burinhosa, naquele concelho do distrito de Leiria.
O parque vai ser construído num terreno de cinco mil metros quadrados, adquirido pelo empresário Joaquim Coutinho Duarte e situado à entrada de Burinhosa. Terá "um pórtico de grandes dimensões" que poderá representar "as profissões e actividades da aldeia" ou ter uma mensagem "mais simbólica", revelou o empresário à Lusa.
No primeiro caso, o pórtico constará de uma escultura "simbolizando duas rampas que se elevam ao céu e se cruzam por cima da estrada", contendo, em cada um dos lados, "relevos referentes ao trabalho no pinhal, nas indústrias de moldes, na carpintaria e noutras actividades importantes para a zona", concretizou o escultor Carlos Oliveira.
Na segunda hipótese, "mais simbólica", o pórtico será composto "por duas mãos de grandes dimensões, que quase se tocam por cima da estrada, numa espécie de boas-vindas a quem chega", acrescentou o autor das esculturas.
As duas hipóteses vão ser discutidas durante a apresentação do projecto nesta quinta-feira à noite, na Quinta da Valinha, na Burinhosa, onde Coutinho Duarte vai encontrar empresários, entidades ligadas à povoação e responsáveis pela Câmara de Alcobaça e pela junta de freguesia local.
"Queremos discutir com as pessoas qual a solução que gostariam mais de ver implementada, até porque o parque de estátuas será para oferecer à população, para que dele usufrua gratuitamente", afirmou Joaquim Coutinho Duarte.
As opiniões sobre o pórtico ditarão depois a escolha das estátuas a incluir no parque, cuja temática o empresário defende que seja "virada para as gentes da aldeia, simbolizando as actividades e retratando desde os mais simples a figuras mais intelectuais". A outra hipótese, também estudada, alarga o âmbito às "gentes da minha terra", retratando "a mulher, o fado e a família", entre outras, explicou o escultor.
Em ambos os casos, as esculturas vão oscilar entre 1,80 metros e os seis a sete metros de altura, conforme as temáticas que representam.
Com um investimento estimado de "cerca de 300 mil euros", o parque deverá ainda contar, segundo o empresário, com "um anfiteatro, uma área de restauração e zonas de apoio ao público".
Joaquim Coutinho Duarte está há vários anos radicado em Angola, mas mantém uma estreita ligação à Burinhosa, onde, no ano passado, inaugurou um monumento em homenagem ao resineiro, profissão dos seus pais. No mesmo local, uma quinta de turismo conta também com um monumento ao vidreiro (arte em que iniciou a vida profissional) e um painel de azulejos com motivos alusivos às profissões de resineiro e de vidreiro, e às paisagens de Angola. As obras podem ser visitadas gratuitamente.