20jun2015

***
SPRC na luta contra os roubos do CDS.PSD...
22nov2013
via tintafresca.net
| Sindicato dos Professores da Região Centro |
|
| SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos |
|
Sindicato dos Professores da Região Centro SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos O Sindicato dos Professores da Região Centro classifica de “má-fé, falta de carácter e ausência de sentido democrático” o resultado das alterações introduzidas pelo governo no código do IRS que levam a que os trabalhadores da administração pública percam, através de descontos de IRS, com efeitos retroativos, nalguns casos, mais de 60% do seu subsídio de férias. O SPRC manifesta a sua indignação com a dimensão destes cortes salariais, considerando mesmo que este é “um governo de ladrões” e, como tal, “um governo de ladrões merece ser julgado.”
| Sindicato dos Professores da Região Centro |
|
|
|
| SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos |
|
Sindicato dos Professores da Região Centro SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos O Sindicato dos Professores da Região Centro classifica de “má-fé, falta de carácter e ausência de sentido democrático” o resultado das alterações introduzidas pelo governo no código do IRS que levam a que os trabalhadores da administração pública percam, através de descontos de IRS, com efeitos retroativos, nalguns casos, mais de 60% do seu subsídio de férias.
Para o SPRC, “trata-se de uma medida de retaliação perante a decisão do Tribunal Constitucional de obrigar o governo a pagar o subsídio de férias que revela que este não é um governo ao serviço do Povo, que está ao serviço do capital financeiro e que não tem em conta a situação económica das famílias portuguesas, neste caso das famílias dos trabalhadores da administração pública, os mais visados por esta política de austeridade que leva o país ao empobrecimento forçado.”
O Sindicato alerta que “para os professores, pode dizer-se, a situação é particularmente grave, já que suportam muitas despesas com o exercício da sua profissão, a exigência de constante atualização, deslocações para escolas fora das suas áreas de residência, por vezes a grandes distâncias, aluguer temporário de segunda e, por vezes, terceira habitação, despesas elevadas com creches e centros de tempos livres para os seus filhos, aquisição de livros, material informático e consumíveis... etc.”
Mesmo assim, o governo, através da aplicação do aumento das taxas de IRS (situação denunciada há meses pela Fenprof e pela Frente Comum), vai criar enormes dificuldades a trabalhadores que contavam com este subsídio para fazer face a despesas extraordinárias e a dívidas que entretanto foram obrigados a contrair por via da sua situação profissional e familiar.
Para o Sindicato dos Professores da Região Centro, “este é um governo desumano que não cumpre diretivas comunitárias, que agrava as condições de instabilidade profissional, que aposta na precariedade para fazer face a necessidades permanentes da escolas, que contraria tudo o que são recomendações de organismos internacionais e nacionais em relação à Educação, e que, para além disso, rouba. É, pois, um governo de ladrões. E um governo de ladrões merece ser julgado”, conclui |
|
| 21-11-2013 |
|
|
|
|