22/11/2013

7.175.(22nov2013.8.8') 20jun2015...Manif profs.em lisBOA...

20jun2015

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SPRC na luta contra os roubos do CDS.PSD...
22nov2013
via tintafresca.net

Sindicato dos Professores da Região Centro
SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos
Sindicato dos Professores da Região Centro SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos O Sindicato dos Professores da Região Centro classifica de “má-fé, falta de carácter e ausência de sentido democrático” o resultado das alterações introduzidas pelo governo no código do IRS que levam a que os trabalhadores da administração pública percam, através de descontos de IRS, com efeitos retroativos, nalguns casos, mais de 60% do seu subsídio de férias. O SPRC manifesta a sua indignação com a dimensão destes cortes salariais, considerando mesmo que este é “um governo de ladrões” e, como tal, “um governo de ladrões merece ser julgado.”



Sindicato dos Professores da Região Centro
    SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos
        Sindicato dos Professores da Região Centro SPRC acusa Governo de roubar no valor dos subsídios de férias dos funcionários públicos O Sindicato dos Professores da Região Centro classifica de “má-fé, falta de carácter e ausência de sentido democrático” o resultado das alterações introduzidas pelo governo no código do IRS que levam a que os trabalhadores da administração pública percam, através de descontos de IRS, com efeitos retroativos, nalguns casos, mais de 60% do seu subsídio de férias.

       Para o SPRC, “trata-se de uma medida de retaliação perante a decisão do Tribunal Constitucional de obrigar o governo a pagar o subsídio de férias que revela que este não é um governo ao serviço do Povo, que está ao serviço do capital financeiro e que não tem em conta a situação económica das famílias portuguesas, neste caso das famílias dos trabalhadores da administração pública, os mais visados por esta política de austeridade que leva o país ao empobrecimento forçado.”

       O Sindicato alerta que “para os professores, pode dizer-se, a situação é particularmente grave, já que suportam muitas despesas com o exercício da sua profissão, a exigência de constante atualização, deslocações para escolas fora das suas áreas de residência, por vezes a grandes distâncias, aluguer temporário de segunda e, por vezes, terceira habitação, despesas elevadas com creches e centros de tempos livres para os seus filhos, aquisição de livros, material informático e consumíveis... etc.”

       Mesmo assim, o governo, através da aplicação do aumento das taxas de IRS (situação denunciada há meses pela Fenprof e pela Frente Comum), vai criar enormes dificuldades a trabalhadores que contavam com este subsídio para fazer face a despesas extraordinárias e a dívidas que entretanto foram obrigados a contrair por via da sua situação profissional e familiar.

       Para o Sindicato dos Professores da Região Centro, “este é um governo desumano que não cumpre diretivas comunitárias, que agrava as condições de instabilidade profissional, que aposta na precariedade para fazer face a necessidades permanentes da escolas, que contraria tudo o que são recomendações de organismos internacionais e nacionais em relação à Educação, e que, para além disso, rouba. É, pois, um governo de ladrões. E um governo de ladrões merece ser julgado”, conclui
    21-11-2013