16/06/2014

8.279.(16jun2014.13.25') Hospital de Alcobaça E O FESTIVAL D'ANÚNCIOS...ps.psd.

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15aGOSTO1890...Inauguração do Hospital Bernardino Oliveira
 Queremos melhores respostas hospitalares em Alcobaça que vos abRRaça...mesmo no "velhinho"...
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203160900451338&set=gm.758277297584071&type=1&theater
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6JAN2015
Muito bem à nova identificação do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira. O que aconteceu aos repuxos d' água na Rotunda
Foto do Manuel Sampaio
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Na parte nascente
da propriedade da Misericórdia de Alcobaça, alugada ao Ministério da Saúde,
o monumento aos ilustres fundadores
está a necessitar de restauro!
colocar aqui a foto
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HÁ UMA CERTA DIFERENÇA PARA:
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1135652383114086&set=a.203059853040015.55899.100000080063149&type=3&theater
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Deputado Bruno Dias do PCP veio ao Hospital de Alcobaça

Jerónimo de Sousa: "o povo português não precisa de andar à procura de opções que significam novas ilusões e logo novas desilusões, tem à sua frente a opção pelo PCP e pela CDU, a opção política coerente, capaz e indispensável para dar resposta aos problemas do País".
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16mar2015.15h...
Deputado do PCP Bruno Dias

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=872032896153549&set=a.820444801312359.1073741826.100000405416918&type=1&theater
Bruno Dias e a equipa da CDU no Hospital de Alcobaça a inteirar-se dos problemas desta unidade.
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Via tintafresca.net

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=e9f68480-7fe0-4869-ba1d-b2dcae5e5c09&edition=173
Deputado Bruno Dias reuniu-se no HABLO com o administrador do Centro Hospitalar de Leiria


PCP aprova medidas da nova administração
do Hospital de Alcobaça

   
          Delegação do PCP no Hospital de Alcobaça 
O deputado do PCP Bruno Dias reuniu-se, no dia 16 de março, no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO) com Licínio Oliveira, administrador do Centro Hospitalar de Leiria, para se inteirar do funcionamento da unidade hospitalar que serve os concelhos de Alcobaça e Nazaré. A delegação do PCP foi informada de que todo o serviço de urgência do Centro Hospitalar de Leiria é atualmente assegurado por uma empresa privada, seja nas unidades de Alcobaça, Leiria ou Pombal, devido à falta de médicos disponíveis para assegurar internamente este serviço.

   A medida merece reservas ao PCP, que prefere que o serviço de urgência seja assegurado pelos médicos do Serviço Nacional de Saúde. Já a integração dos enfermeiros e assistentes operacionais com vários anos de serviço nos quadros do Hospital de Alcobaça foi saudada pelo PCP, que acompanha a opinião do conselho de administração do CHL de que, apesar de serem tarefeiros ou contratados a prazo, desempenhavam tarefas de caráter permanente.

   Outra medida considerada positiva pela delegação do PCP, que integrava também a vereadora Vanda Furtado Marques, o deputado municipal de Alcobaça João Paulo Raimundo e os dirigentes José Luís Sousa, Vítor Fernandes e Adelaide Pereira, da Direção da Organização Regional de Leiria do PCP, é a organização de consultas de especialidade em Alcobaça, realizadas com recurso a médicos do Hospital de Santo André.

   O PCP defende uma melhor articulação dos cuidados de saúde primários com os cuidados hospitalares, apesar dos centros de saúde do concelho de Alcobaça pertencerem à ARS de Lisboa e Vale do Tejo e o Hospital de Alcobaça pertencer agora à ARS do Centro, por via da sua integração no Centro Hospitalar de Leiria. Vítor Fernandes realçou as vantagens da rede de cuidados de saúde primários para os utentes, comparativamente com o atendimento hospitalar, lamentando que existam 20 mil doentes na área do Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Norte (ACES Oeste Norte) sem médico de família.

   Licínio Oliveira informou a delegação do PCP que a unidade de cuidados paliativos, que irá ser instalada brevemente no HABLO, irá ocupar parte do serviço de cirurgia, que atualmente conta apenas com uma ocupação de camas de cerca de 20%, valor justificado pelo facto das cirurgias realizadas em ambulatório não necessitarem de internamentos prolongados. 20 camas é o número previsto para esta unidade especializada em doentes terminais, que passará a ser a única no distrito de Leiria.

   Uma outra novidade é a entrada em serviço nas próximas semanas de uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV), para garantir a transferências dos utentes em estado mais grave do Hospital de Alcobaça para o Hospital de Santo André, em Leiria.

   No final do encontro com a administração, João Paulo Raimundo assegurou aos jornalistas ter recebido garantias de Licínio Oliveira de que o HABLO não vai fechar nem irá ser devolvido à Misericórdia de Alcobaça, proprietária do edifício centenário, duas das principais reivindicações da Coligação Democrática Eleitoral (CDU).

   Pelo contrário, o Centro Hospitalar de Leiria já investiu cerca de 600 mil euros, nomeadamente, na renovação das canalizações de água e gás, estando previsto outros 600 mil euros de investimentos para breve, nomeadamente, para albergar a unidade de cuidados paliativos e para recuperar as cozinhas, de forma a que aí possam ser confecionadas refeições especiais para os utentes com necessidades alimentares especiais, como dietas.

   Bruno Dias considerou que estas conquistas só foram possíveis graças à luta da CDU e dos alcobacenses que assinaram o abaixo-assinado pela manutenção do Hospital de Alcobaça e se deslocaram à Assembleia da República em defesa da manutenção do HABLO, prometendo que a coligação PCP-PEV continuará vigilante na defesa dos utentes do Serviço Nacional de Saúde.

   Mário Lopes

16-03-2015
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via Região de Cister
17mar2015

http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/falta-de-medicos-no-hospital-de-alcobaca-preocupa-cdu-alcobaca
O deputado do PCP Bruno Dias visitou esta segunda-feira o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça, com o objetivo de se inteirar dos problemas daquela unidade de saúde. 
"A falta de médicos fora dos centros urbanos é preocupante. É urgente fixar estes profissionais de saúde", alertou o deputado comunista eleito pelo círculo de Setúbal, utilizando o exemplo do hospital de Alcobaça para manifestar a discordância com as opções da tutela.
Bruno Dias defende a dinamização dos cuidados de saúde primários. "É necessário estar mais perto das populações. Se as pessoas não têm médicos de proximidade têm de recorrer às urgências", salienta o deputado.
Rogério Raimundo, que se encontra em substituição da vereadora Vanda Furtado Marques na Câmara de Alcobaça até segunda-feira, afirmou que "Alcobaça tem de ser centro. A cidade está a perder para outros lados".
Recentemente, o anuncio da criação no Hospital de Alcobaça da primeira unidade de internamento cuidados paliativos do distrito, por parte do conselho de Administração do Centro Hospital de Leiria, deixou em alerta esta e outras forças políticas do concelho. "Felizmente, não vão fechar outras valências. Enquanto decorre intervenção na medicina interna, contam com o apoio da capacidade excedentária da cirurgia geral", referiu Rogério Raimundo. Outra "boa notícia", após reunião com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar que decorreu na Câmara de Alcobaça, é que o "Hospital de Alcobaça não vai passar para as mãos da Santa Casa de Misericórdia, nem vai fechar".
O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira está a ser palco de obras, com o objetivo de melhorar os serviços. A partir do dia 8 do próximo mês, a região passa a ter uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV), que tem por missão garantir cuidados de saúde diferenciados, tais como manobras de reanimação. Neste momento, algumas consultas de especialidade são dadas por médicos que se deslocam de Leiria.
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 vai visitar o Hospital Bernardino d' Oliveira, d'Alcobaça.
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No final está disponível para conversar com os (as) senhores(as) jornalistas...
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recordamos aqui a reunião de câmara com o Dr. Hélder Roque e o Dr. Licínio Oliveira:

excerto da reunião de câmara de ontem, 24fev2015:
Com a presença do Dr. Hélder Roque e do Dr. Licínio Oliveira do CA do Hospital de Leiria.
PCâmara agradeceu a presença e expôs as razões expressas, por todo o executivo, nas dúvidas suscitadas com a criação da unidade de cuidados paliativos, poder ser um motivo de fechar outras valências.
Deu a palavra aos vereadores para expressarem as suas dúvidas antes da exposição do CA do Hospital de Leiria que dirige o Hospital de Alcobaça.
Vereador José Canha estava preocupado com a entrega do Hospital à Miseridórdia.
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Vereadora Eugénia Rodrigues precupada com a perda de valências.
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Eu, Rogério Raimundo, em nome da CDU coloquei as seguintes questões:
1. Nós defendemos a construção de um hospital novo na cidade, condição fundamental para o desenvolvimento da cidade e do concelho, com excelentes respostas hospitalares entre os 30km que separam Alcobaça de Leiria e das Caldas, e os 5km para chegarmos ao concelho da Nazaré.
Não podemos continuar com a divisão das 3 freguesias do Sul a irem para as Caldas, a não ser que as pessoas queiram.Nós achamos que os 17 mil alcobacenses, do sul,  têm que ter boas respostas hospitalares na sua cidade sede do concelho e devem ter hipótese de poder escolher livremente se querem ir a Leiria ou às Caldas.
Lembrei que o último governo PS tinha fundamentação para esta necessidade e até o Sr. Presidente da Câmara, a maioria e o PS acharam muito bem ceder o Mercoalcobaça para esse objectivo.
Aí a CDU não concordava com o Merco e defendia outros terrenos do município ou na Nova Alcobaça onde tb temos alguns lotes...
2. Na CDU concordamos com a criação da Unidade de Cuidados Paliativos, que é uma nova necessidade de resposta na saúde. Defendemos que não podemos continuar a perder postos de trabalho, por nos associarmos a outros concelhos, tal como nas Águas do Oeste, onde não temos quase nenhum trabalhador. Esperamos que o CA faça com que tenhamos alcobacenses a trabalhar nesta unidade nova. Precisamos de emprego, nomeadamente, de jovens diplomados.
3. As interrogações que nos têm chegado, recentemente, é que poderemos perder a resposta da cirurgia e outras valências. As pessoas já não têm dinheiro para o transporte donde vivem para Alcobaça, quanto mais para Leiria.
Dr. Roque:Temos o princípio de não querer que as pessoas se desloquem a Leiria, daí fazermos as consultas aqui em Alcobaça, com os nossos melhores especialistas.
4. No funcionamento das Urgências temos recebido queixas de médicos que falam espanhol e os que os munícipes não entendem e acham que há erros de comunicação e nos tratamentos...Depois dizem-nos que não há quem dê continuidade médica ao Serviço de Urgências.
Dr. Hélder Roque diz que há continuidade assegurada pela Drª Adélia e pelo enfº Luís Salgueiro. De Leiria vêm regularmente chefes...Têm multado a empresa que fornece médicoas quer por não cumprimento de nº de profissionais quer pela falta de qualidade das equipas. E as multas são elevadas, de dezenas de milhar de euros.
5. Consta-se que as salas de Fisioterapia e a piscina não funcionam.
Dr.Hélder Roque diz que a piscina não funciona e no Hospiatald e Leiria tb não.
Agora a fisioterapia funciona e responde ás necessidades.
6. Não podemos criticar o CA mas pela política do governo PSD.CDS pagamos mais no Hospital, nas taxas Moderadoras, do que pagamos no outro lado da Rotunda, em consultas e em meios diagnósticos.
7. Quantos trabalhadores temos no HABLO
107
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Presidente da Câmara concordou comigo de que temos de ter uma visão a médio e a longo prazo e a necessidade de um Hospital Novo para a cidade é uma meta a ter em conta com o apoio do CA do Hospital de Leiria e nas eventuais possibilidades de candidatura aos milhões d'investimento dos PO regionais.
Disse que o merco foi para responder de imediato, mas que tb defende outras hipóteses de localização.
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Intervenção do Dr. Hélder Roque:
Agradeceu o convite.
Explicou que não tem competência para decidir as grandes apostas de investimento.
Também sabe que os grandes avanços científicos em maquinaria exige que haja alguns especiais a ter esses equipamentos caríssimos. Tem que haver escala para justificar cada investimento.
O que sabe é que enquanto não podemos ter melhor temos que melhorar o HABLO, que nos deixaram numa situação terrível.
Foi em 1set2013 que chegámos ao Hospitald e Alcobaça. Só para exemplificar. Logo na 1º semana tivemos uma ruptura de água quente...Estivemos 3 dias sem água quente...O Hospital não tinha depósito de água potável...Não tinha câmara frigorífica na casa mortuária, que estava ao lado dor efeitório!
Tivemos que intervir em todas as redes essenciais de água, electricidade, gás. laboratórios...
Fizemos relatórios da integração que demos a conhecer ao Sr. Presidente da Câmara.
O Dr. Licínio de Carvalho vai expor ao pormenor o investimento que fizemos até agora de + de 650 mil euros e em curso até julho de 2015, outros 650 mil euros.
Até julho 2015 investimos no total 1,3 M€
Queremos a certificação do Hospital de Alcobaça em julho de 2015.
Pela JCI Jointe Comission International.
Nesta fase crítica do frio recebemos 400 doentes por dia no SU e no dia seguinte 60...Como eu posso gerir sustentavelmente?
Os trabalhadores dos 3 Hospitais têm vestido a camisola.
Vimos buscar os trabalhadores de Alcobaça para trabalharem em Leiria.
Não fechámos nenhuma cama.
Colocámos no quadro dezenas de trabalhadores que estavam a recibo verde.
Não foi nenhum para a mobilidade.
Não diminuímos valências, pelo contrário, trouxemos para Alcobaça, os melhores especialistas nas Consultas Externas que ampliámos as especialidades e vamos ampliar mais.

* Dr. Licínio Oliveira de Carvalho, vogal do CA,  fez a sua intervenção apoiado em 50 slides:
Houve um anúncio de que o Hospital de Alcobaça passava para Leiria  e muito tempo passou sem a transição concreta. Naturalmente, com esse anúncio,  houve menos investimentos do CHON em Alcobaça.
Procurámos Integração, escala, valor, acessibilidades, diferenciação...
Já investimos + de 650 mil euros em obras e equipamentos
Só nas áreas técnicas houve investimento de 300 mil euros...
170 mil euros em obras no exterior do edifício
Para além do que disse o Dr. Hélder Roque: intervenções no bloco operatório (que não tinha central de vácuo)
Consolidou-se a Unidade laboratorial que passou a funiconar nas 24h do dia. 
Ascensores foram reparados, monitores de sinais vitais (14 mil euros), estante rolante (35 mil euros), arquivo, aprovisionamento com programa EKANBAN (58 mil euros)
Houve um progresso extraordinário de 2013 para 2014 de internamentos(1.200 para 1400), de intervenções cirúrgicas (de 562 para 854), de consultas externas (de 7.328 para 11.775) e atendimentos nas  urgências (de 22.075 para 24.658)...
No dia 8.4.2015 teremos um SIV: Suporte imediato de Vida, 24h em cada dia, em Alcobaça.
As obras de recuperação na medicina custaram 144 mil euros.
No SU 120.500.
E na cirúrgia 89.000
Vamos ter novas áreas: urologia, ginecologia, pedopsiquiatria e endocrinologia.
SOBRE A UNIDADE DE CUIDADOS PALIATIVOS
legislação : DL 101/2006 de 5/6
e Lei 52/2012 de 5/9
As razões têm a ver com a longevidade da população, maior nº de doenças crónicas, alteração da rede de suporte familiar e 20/ a 25% das mortes em Portugal são doenças crónicas evolutivas (cancros)

Dr. Hélder Roque:
Temos o conforto de ter altas personalidades do Conselho Consultivo apoiando o nosso trabalho. Drs Laborinho Lúcio, Luís Amado, Alberto Costa (d'Alcobaça) e Manuel Antunes.
Pagamos a renda à Misericórdia e assim vamos continuar. 
Não está prevista nenhuma entrega à Misericórdia.
A Unidade de Cuidados Paliativos podia ser em Leiria, acabámos por optar por ser aqui em Alcobaça. 12 a 15 camas.
Podia ser em Pombal que o maior índice de envelhecimento do distrito...
Alcobaça tem o 2º.
As razões têm a ver com a longevidade da população, maior nº de doenças crónicas, alteração da rede de suporte familiar e 20/ a 25% das mortes em Portugal são doenças crónicas evolutivas (cancros)
Vai ter uma equipa multidisciplinar com muitas competências nas áreas da Dor, da psicologia, da medicamentação, d'envolvimento dos doentes e familiares.
Temos uma boa relação com o Sr. Ministro.
Conseguimos investir 1,3 M€ no Hospital de Alcobaça com base no nosso orçamento dos 3 Hospitais (Leiria.Pombal e Alcobaça)
*
Saudei a informação recebida.
O saber que há investimento e melhorias significativas no edifício, nos equipamentos e nas respostas hospitalares. Agradaram-me as informações, surpreenderam-me até e vou fazer chegar à CDU esta informação.
Por outro lado saliento a diferença, da noite para o dia, da relação das perguntas que colocávamos aqui e a resposta do PCâmara: "Falei com o Presidente do CA do CHON e nega tudo o que a CDU colocou. Afinal tínhamos razão e esta exposição demonstra como o CHON e o CHO deixou chegar o HABLO a uma situação miserável.
Solicitei cópia dos 50 slides.
Dr. Licínio Oliveira de Carvalho deu-me cópia.
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Dr. Hélder Roque solicitou apoio do município para a pintura exterior do edfício do Hospital
PCâmara diz que ia falar com a Misericórdia de Alcobaça, que é proprietária e em conjunto iriam dar resposta positiva ao solicitado.
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Subscrevi o apoio na pintura do edifício exterior do HABLO e defendi que a câmara devia tratar tb da fonte do centenário que está degradada.
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tintafresca.net
Segunda-feira, 16 de março


Deputado do PCP Bruno Dias visita Hospital Bernardino de Oliveira de Alcobaça

   
                Bruno Dias
O deputado do PCP Bruno Dias vai visitar o Hospital Bernardino de Oliveira, de Alcobaça esta segunda-feira, dia 16 de março, pelas 15horas. Recorde-se que a reunião de Câmara Municipal de Alcobaça de 24 de fevereiro contou com a presença de Hélder Roque e Licínio Oliveira, presidente e vogal, respetivamente, do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria, tendo, na ocasião, o Executivo municipal expressado dúvidas sobre a anunciada criação da unidade de cuidados paliativos, por poder conduzir ao encerramento de outras valências.
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14-03-2015
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1135652383114086&set=a.203059853040015.55899.100000080063149&type=3&theater
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 Falta de pessoal e Obras no Hospital Bernardino de Oliveira:
REVOGAR A PORTARIA 82.2014.Falta de pessoal e Obras no Hospital de Alcobaça E O FESTIVAL D'ANÚNCIOS...ps.psd.
Assembleia Municipal vota pela manutenção das seis freguesias
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via RTP
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=744396&tm=2&layout=121&visual=49












Conselho Consultivo do Centro Hospitalar de Leiria alerta para falta de pessoal


A falta de pessoal médico foi um dos problemas discutido na última reunião de Conselho Consultivo do Centro Hospitalar de Leiria (CHL), que aprovou o Plano Estratégico, informou hoje a unidade de saúde em comunicado.

"Dois pontos fulcrais também em discussão nesta reunião foram as dificuldades verificadas na dotação de pessoal, designadamente médico, e as complicações decorrentes da publicação da portaria 82/2014, que classifica os serviços e instituições do Serviço Nacional de Saúde, e que poderá esvaziar a capacidade de resposta às populações do CHL em algumas valências", informou o hospital.
O Conselho de Administração do CHL apresentou o Plano Estratégico para o triénio 2013-2015, onde se destacam os "objetivos estratégicos relativos à reforma hospitalar, sustentabilidade económico-financeira, articulação com as redes de cuidados primários e cuidados continuados, adequação de cuidados às necessidades das populações e à gestão clínica".
Os membros do Conselho Consultivo "manifestaram as suas posições sobre alguns destes objetivos", em particular "a área de influência do CHL" e a "articulação com os cuidados primários, a dotação de pessoal e a prestação de cuidados ao nível da urgência, correspondendo às necessidades dos cidadãos", adiantou o mesmo comunicado.
O CHL revelou como conclusões "relevantes" a "necessidade de uma avaliação ponderada para uma futura tomada de posição em relação à possível requalificação do hospital de Alcobaça".
"O CA renovou a sua intenção de continuar o trabalho de rigor e qualidade, numa aposta para consolidar a integração orgânica e funcional das unidades que integram o CHL, de melhorar a organização global e a acessibilidade dos utentes aos serviços, bem como motivar e mobilizar os profissionais para o projeto CHL", lê-se ainda no comunicado.
Numa perspetiva de descentralização, ficou definido que a próxima reunião do Conselho Consultivo será realizada, em dezembro, em Alcobaça.
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via cister.fm

HOSPITAL DE ALCOBAÇA PRECISA DE UMA INTERVENÇÃO DE FUNDO




O Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça defendeu um investimento de
vários milhões de euros no Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, que
funciona num edifício centenário, em Alcobaça.
O autarca tem pronto um relatório sobre as principais necessidades desta
unidade hospitalar, que estão avaliadas em “muitos milhões de euros de
investimento”.
Para Paulo Inácio, o Hospital tem “muitos problemas para resolver”.
.Cister fm




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vIA TINTAFRESCA.NET

Documento admite requalificação do Hospital de Alcobaça
    Conselho Consultivo do Centro Hospitalar
    de Leiria aprova Plano Estratégico 2013-2015
       
    Alberto Costa, Luís Amado, Helder Roque e Laborinho Lúcio
    O Centro Hospitalar de Leiria, E.P.E. (CHL) apresentou o Plano Estratégico da instituição para o triénio 2013-2015 ao Conselho Consultivo, durante a segunda reunião deste órgão, recebendo a apreciação favorável de todas personalidades que o integram. Dois pontos fulcrais também em discussão nesta reunião foram as dificuldades verificadas na dotação de pessoal, designadamente médico, e as complicações decorrentes da publicação da portaria 82/2014, que classifica os serviços e instituições do Serviço Nacional de Saúde, e que poderá esvaziar a capacidade de resposta às populações do CHL em algumas valências.

       O Conselho de Administração (CA) expôs o documento, que destaca os objetivos estratégicos relativos à reforma hospitalar, à sustentabilidade económico-financeira, à articulação com as redes de cuidados primários e cuidados continuados, à adequação de cuidados às necessidades das populações e à gestão clínica. Os membros do Conselho Consultivo manifestaram as suas considerações sobre alguns destes objetivos e a sua implementação, em particular a área de influência do CHL, e a articulação com os cuidados primários, a dotação de pessoal e a prestação de cuidados ao nível da urgência, correspondendo às necessidades dos cidadãos.

       Como conclusões relevantes estiveram a necessidade de uma avaliação ponderada para uma futura tomada de posição em relação à possível requalificação do hospital de Alcobaça; e, no âmbito da deliberação do CA sobre a portaria 82/2014 que classifica os hospitais, o Conselho Consultivo exprimiu apoio e comprometeu-se a acompanhar a posição assumida, continuando atento aos desenvolvimentos futuros. Ainda numa perspetiva de proximidade e aposta na descentralização, ficou definido que a próxima reunião do Conselho Consultivo será realizada em dezembro em Alcobaça.

       O CA renovou a sua intenção de continuar o seu trabalho de rigor e qualidade, numa aposta para consolidar a integração orgânica e funcional das unidades que integram o CHL, de melhorar a organização global e a acessibilidade dos utentes aos serviços, bem como motivar e mobilizar os profissionais para o projeto “CHL”.

       O Conselho Consultivo, presidido por Álvaro Laborinho Lúcio, é um órgão de consulta e participação na definição das linhas gerais de atuação do CHL, competindo-lhe fomentar a ligação do Centro Hospitalar à comunidade, e contribuir para uma maior proximidade dos utentes e para um CHL que se pretende, cada vez mais, afirmar como uma referência a nível regional e nacional.

       O seu principal objetivo é fomentar e promover uma melhor articulação da Instituição, servindo da melhor forma as populações, e emitindo recomendações neste sentido; fomentando a participação ativa da sociedade civil e assegurando o seu contributo nas ações, iniciativas ou projetos desenvolvidos pelo Centro Hospitalar no âmbito das políticas relativas à proteção da saúde e prevenção da doença; e promover a sua divulgação, estimulando o trabalho em rede das organizações da sociedade civil e destas com o CHL.

       Personalidades que compõem o Conselho Consultivo do CHL

    Presidente:
    Dr. Álvaro José Brilhante Laborinho Lúcio, Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Jubilado, ex-ministro da Justiça e ex-ministro da República para a Região Autónoma dos Açores.

    Outros membros:
    _ Dr. Alberto Bernardes Costa, deputado da Assembleia da República e ex-ministro da Justiça.
     Dr. Luis Filipe Marques Amado, presidente do Conselho de Administração do Banif e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros.
     Eng.º Narciso Ferreira Mota, presidente da Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Pombal.
     Dr. António da Silva Cabeço, assistente graduado sénior de Psiquiatria e ex-diretor do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do CHL, por aposentação.
     Major Manuel Ribeiro Vieira, presidente da Liga dos Amigos do Hospital de Santo André.
     D. Maria Teresa de Noronha Santos Gallo, coordenadora do Corpo de Voluntariado de HSA.
     Enf.ª Teresa Jesus Almeida Peralta, colaboradora do Serviço de Urgência Geral do HSA e membro da Comissão da Qualidade do CHL.
     Professor Doutor Manuel Jesus Antunes, diretor do Centro de Cirurgia Cardiotorácica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
     Professor Doutor José Carlos Rodrigues Gomes, diretor da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria.

       Fonte: Midlandcom
    15-06-2014
    ***
    Na reunião de 27 maio 2013
    Reclamei o essencial:
    boas respostas nos cuidados primários
    e nas respostas hospitalares
    enquanto não houver novo Hospital a servir os alcobacenses e nazarenos...
    Perguntei pelo Centro de Saúde da Martingança
    Paulo Inácio diz que acertou com a ARS de Lisboa e com a Junta...Virá um médico 3 vezes por semana...
    ***
    Hj o CM aprovou que o Hospital d'Alcobaça tenha coordenação com o de Leiria.Pombal...A história do Hospital Bernardino Oliveira em grande destaque na Conferência da Técnica Superior do Mosteiro Ana Louro Martinho...Protesto taxa moderadora
    ver postagens anteriores
    6.524.
    Recebi a informação que o Conselho de Ministros, hoje, 23 de maio 2013 aprovou a reivindicação de Alcobaça...
    Depois da promessa do Ministro de há um ano...
    **
    aqui está o .6
    6. O Governo aprovou os termos da transferência das competências do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) para o Centro Hospitalar de Leiria Pombal, E.P.E., (CHLP) relativas à prestação de cuidados de saúde à população do concelho de Nazaré e à população do concelho de Alcobaça, com exceção das populações das freguesias de Alfeizerão, Benedita e S. Martinho do Porto.
    Para além dos critérios de racionalização e eficiência, o Governo pretende garantir a proximidade e a acessibilidade das populações aos serviços de saúde, com base em critérios de localização geográfica e de maior acessibilidade assistencial às populações.
    É integrado no CHLP a unidade hospitalar do CHO designada como Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça. Esta unidade passa a integrar a rede de referenciação de cuidados hospitalares da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC). As populações das freguesias de Alfeizerão, Benedita e S. Martinho do Porto do concelho de Alcobaça mantêm a sua ligação ao CHO.
    A CDU defendia que as populações de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto pudessem optar...
    É a 1ª fractura do nosso concelho!!!
    Vai dar bronca!!!
    E o Vimeiro e a Cela?
    O essencial é que passe a haver melhores respostas no nosso Bernardino Oliveira!!!
    ***
    Programa da Conferência:
    No âmbito dos 450 Anos da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça será apresentada a conferência intitulada Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça – Apontamento histórico (1563-2013), proferida por Ana Margarida Martinho.
    Esta conferência irá decorrer no dia 23 de Maio (quinta-feira), pelas 16h00, na Sacristia Nova.
    Entrada Livre.
    **
    O meu registo pessoal:

    Hoje na conferência de encerramento dos 450 anos da Misericórdia de Alcobaça, o Hospital Bernardino de Oliveira esteve na "berra"...
    Drª Ana Martinho disse:
    - O Arquivo da Misericórdia está a ser muito bem tratado pelo prof. Gerard Léroux e aí fez o seu trabalho de investigação.
    - A época do Rei D. Manuel foi importantíssima para Alcobaça...O filho do rei era Abade comendatário no Mosteiro de Alcobaça...Em 1520 a Igreja da Misericórdia...Em muitas igrejas dos Coutos...A Sacristia do Mosteiro (onde decorreu a conferência)... O portal do Convento de Cós...
    - 1563 houve um terramoto...
    - Vários incêndios (3 ou 4) na igreja da Misericórdia...Em 1630 não ardeu o "sr. do armário"...
    -1648 Colégio NS da Conceição...(D.João IV)
    - Na igreja da Misericórdia....pedras padrões...declarantes...lado da Epístola...
    - O 1º Hospital da Misericórdia (S.Miguel) foi construído na Rua do castelo (1617)...
    - 1776 hospital concelhio..Integração das Misericórdias existentes /Cela, Évora, Cós, Aljubarrota, Alvorninha, St Catarina e Pederneira)
    - 1808/13 Invasões francesas e 1831/4 hospital com muitos doentes daí a passagem para a Livraria do Mosteiro (28 agosto de 1837)...Também nas lutas entre cartistas e os da Cosntituição de 1822...Revolta dos Marechais...
    - 1851/3 há obras no Hospital na parte da Rua do castelo...
    - 1866 A Carta de Lei de 22 junho ordena a desmortização dos patrimónios das misericórdias em títulos de tesouro...
    1870 - Hospital implanta-se a Norte/Nascente na Livraria do Mosteiro...
    - 1886 O médico Bernardino Lopes de Oliveira é o provedor...Na documentação verifica-se a força deste homem...com determinação...Ele é que consegue os terrenos na RODA...Desenha...1º pedra a 18.4.1888
    (mais uma vez 1888!!!)
    - 15.8.1890 Inauguração do novo Hospital...
    - 1900 O provedor passa a ser o Médico Almeida Zagallo
    - 2anos depois é aberto o 1º sanatório para tuberculosos no país...Alcobaça consegue logo em 1904 um pavilhão...1906...espaço especófico para doenças infecto contaguiosas...Capela da Paz...Léroux: acha que as ruínas do IANT...
    - 1910/ 1926 pobreza..venda de 6 talhões da RODA...
    - Alberto Neves Hipólito foi um dos beneméritos para o passadiço...
    - na década de 1950/9 houve muitos cortejos de oferendas para o Hospital...
    - José Nascimento e Sousa oferecia os seus aparelhos de radioscopia...
    - 1961 foi comprado um grande depósito de oxigénio com capacidade 7 mil litros...
    - 1963. enfermaria-abrigo
    - 1969 o estado dá o dito por não dito e as obras não eram financiadas...Misericórdia esteve mal...
    - 11nov1975 o dec lei 618 cria o Hospital Bernardino Oliveira...
    **
    24maio2013
    PCP na Assembleia da República recebeu uma denúncia...
    e vai fazer uma pergunta sobre taxas moderadoras:

    Assunto: Cobrança indevida de taxa moderadora no Hospital de Alcobaça
    Destinatário: Ministério da Saúde

    Recebemos a denúncia de um cidadão sobre a cobrança indevida de taxa moderadora no Hospital de Alcobaça. O Sr. Augusto Saturnino Silva Leal dirigiu-se ao serviço de urgências do Hospital de Alcobaça no passado dia 18 de fevereiro de 2013, pelas 16h, tendo permanecido lá até às 23h. Após a inscrição e a triagem, o cidadão aguardou durante 7h na sala de espera do serviço de urgência para ser atendido. Segundo descrição do próprio e passamos a citar, “como estava bastante doente e o hospital não era solução, regressei a casa pelas 23h” e acabou por procurar resposta no Hospital dos Covões no dia seguinte.
    Apesar do cidadão não ter sido atendido no Hospital de Alcobaça, foi notificado por este hospital para pagar a taxa moderadora, no valor de 15,45€, referente ao episódio de urgência em 18 de fevereiro de 2013. O cidadão optou por efetuar o pagamento, para evitar a aplicação de coima, como prevê o quadro legal.
    O Sr. Augusto Leal expressou-nos a sua indignação em relação a este procedimento do Hospital de Alcobaça. Consideramos inaceitável que se cobre uma taxa moderadora por um ato clínico que não se realizou.
    Ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, solicitamos ao Governo que por intermédio do Ministério da Saúde, nos sejam prestados os seguintes esclarecimentos:
    1.       O Governo tem conhecimento que o Hospital de Alcobaça cobrou taxa moderadora por um ato clínico que não ocorreu?
    2.       Como justifica o Governo este procedimento?
    3.       O Governo vai devolver o montante pago pelo cidadão, para evitar que lhe fosse aplicada uma coima? O que tem de fazer o cidadão para ser restituído o montante pago?
    **
    via cister.fm

    APROVADA PASSAGEM DO HOSPITAL DE ALCOBAÇA PARA O CENTRO HOSPITALAR DE LEIRIA POMBAL


    O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a transferência do Hospital de Alcobaça para o Centro Hospitalar de Leiria Pombal, ficando apenas três freguesias do concelho ligadas ao centro Hospitalar do Oeste, avança a agência Lusa. 
    O hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, que até aqui integrava o Centro Hospitalar do Oeste (CHO) passará a ter os seus doentes referenciados ao Centro Hospitalar de Leiria Pombal, E.P.E., (CHLP) no que respeita à “prestação de cuidados de saúde à população do concelho de Nazaré e à população do concelho de Alcobaça, com excepção das populações das freguesias de Alfeizerão, Benedita e S. Martinho do Porto”, refere um comunicado do Conselho de Ministros. 
    A medida vem ao encontro das pretensões da autarquia e da Comissão de Utentes que no último ano reivindicaram que “os doentes dos concelhos de Alcobaça e Nazaré passassem, por uma questão de proximidade, a referenciar ao hospital de Leiria”, recordou à Lusa o presidente da câmara de Alcobaça, Paulo Inácio. 
    A unidade passará ainda a integrar a rede de referenciação de cuidados hospitalares da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC). 
    A manutenção do hospital de Alcobaça e a referenciação dos doentes daquela unidade para o hospital de Leiria foi reclamada pela população numa petição com 9354 assinaturas.

    ***
    via tintafresca.net
    13ag2013
    Hospital de Leiria assegura cuidados de saúde hospitalar dos concelhos de Nazaré e Alcobaça
      Hospital de Alcobaça passa a integrar
      o Centro Hospitalar Leiria-Pombal
             

      Paulo Inácio
         O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça (HABLO) vai passar a integrar, a partir de 1 de setembro, o Centro Hospitalar Leiria-Pombal. O diploma concretiza a transferência das competências do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), relativas à prestação de cuidados de saúde hospitalar das populações dos concelhos de Nazaré e Alcobaça. No entanto, mantém-se no CHO, como foi consensualizado com o município e populações de Alcobaça, as competências para a prestação de cuidados de saúde à população das freguesias de Alfeizerão, Benedita e S. Martinho do Porto do concelho de Alcobaça.

         Trata-se de uma medida há muito reclamada pelas populações dos concelhos da Nazaré e Alcobaça, pretendendo uma utilização mais racional e eficiente dos recursos disponíveis, não apenas pelo objetivo da sustentabilidade, mas sobretudo pela melhoria da qualidade de prestação dos cuidados de saúde às populações que dele necessitam.

         Este processo de mudança integra, para além de medidas de melhoria de eficiência da organização dos prestadores e dos recursos, também permitirá que o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça, agora integrado no Centro Hospitalar Leiria-Pombal, E.P.E., conheça significativas melhorias na alocação dos recursos e serviços já existentes naquela unidade hospitalar.

         Fica assim concluída uma transferência que mobilizou populações, autarcas e conheceu um forte empenhamento dos deputados do PSD eleitos pelo círculo de Leiria.

         Paulo Inácio: transferência teve o apoio unânime de todos os órgãos autárquicas

         O assunto motivou uma conferência de imprensa convocada pelo presidente da Câmara Municipal de Alcobaça no dia 12 de agosto. Paulo Inácio recordou que esta transferência para “um dos melhores hospitais do País” se deveu a uma solicitação da Câmara Municipal de Alcobaça, com apoio unânime de todos os órgãos autárquicas. O edil admitiu que o processo demorou tempo demais, embora por razões burocráticas e não por falta de empenhamento da Câmara Municipal de Alcobaça.

         Paulo Inácio agradeceu o empenhamento de Helder Roque nesta transferência e desejou-lhe boa sorte, garantindo que os autarcas irão continuar exigir cuidados de saúde de excelência para as suas populações.

         O edil não deixou de se referir aos profetas da desgraça que anunciavam o encerramento do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça, salientando que “construímos uma oportunidade”, pois muitas vezes uma crise traz consigo também oportunidades.

         Paulo Inácio adiantou que, com esta assunção de responsabilidades por parte do CHLP, mais de 90% das necessidades hospitalares do concelho de Alcobaça ficam preenchidas, pois o CHLP possui todas as valências hospitalares, à exceção de áreas muito específicas, como as neurológicas, em que os doentes poderão ser transferidos para os Hospitais de Coimbra.

         O presidente da Câmara Municipal recordou que o Hospital de Alcobaça é uma unidade de urgência básica que vai continuar a assegurar a maior parte dos casos, sendo os restantes casos abrangidos pelo CHLP, embora espera que as valências do HABLO possam aumentar.

         Fora do Decreto-Lei n.º 116/2013 ficam os utentes de São Martinho do Porto, Alfeizerão e Benedita, que deverão ser encaminhados para o Centro Hospitalar do Oeste.

         De referir que, no contexto hospitalar, o Hospital de Alcobaça e o Centro Hospitalar Leiria-Pombal respondem perante a ARS do Centro e, no contexto dos centros de saúde, pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo.

         Mário Lopes
         Mónica Alexandre

      Com Grupo Parlamentar do PSD
      13-08-2013
      ***
      (3maio2013.
       3 casos graves de mau atendimento do nosso Hospital Bernardino Oliveira...
      ALERTA para as respostas hospitalares aos alcobacenses e nazarenos
      1. Idosa andou todo o mês de abril neste triângulo:
      casa.Hospital de Alcobaça.Hospital das Caldas
      chegava a casa e de novo precisava do INEM...
      INEM transportava idosa para Alcobaça...
      De Alcobaça mandavam para as Caldas ou para casa...
      De Caldas mandavam a idosa para Alcobaça ou para casa...
      Em casa a idosa padecia e a família de novo tinha de chamar INEM!Bombeiros...
      Os custos de transportes!!!
      Os custos das taxas moderadoras!!!
      Finalmente está hospitalizada há 3 dias seguidos...

      2. 1.VOU VERIFICAR MELHOR ESTA HISTÓRIA dramática:
      Jovem de 31 anos chega ao hospital a queixar-se de dores no peito...
      Esposa informa que tem exames antigos para mostrar de que le sofre do coração...
      Médica diz que é dores musculares e não precisa de ver exames antigos, nem manda fazer novos exames...
      Manda paciente embora para casa...
      Jovem morre poucas horas depois com ataque cardíaco!!!

      Outra versão:
      2.2."foi assistido por uma médica que se consta (brincou um bocado com a situação) deu-lhe uma injeção e depois deu-lhe alta.Quando saiu logo a saída vomitou , entrou novamente nas urgências e contou o que se tinha passado naquele momento a médica respondeu-lhe que era normal, era efeito da injeção...
      Regressou a casa! Passados uns vinte minutos de lá estar começou-se a sentir pior. Foi à casa de banho e vomitou novamente! Começou a gritar! A esposa e o filho (de 13 anos) vieram ao encontro dele,..
      Enquanto a esposa telefonou ao INEM o filho tentava reanimar o pai....
      Não conseguiram fazer mais nada, morreu junto deles, nas mãos do filho!!!

      3. "Estava grávida de 30 semanas...Dirigi-me ao hospital de Alcobaça com uma dor forte de barriga que durava há 24h...A enfermeira que me fez a triagem nem reparou que eu estava grávida...Mandou-me para a sala de espera cheia de pessoas com sintomas de gripe, com pulseira verde, cujo tempo era médio de 6h..."


      Nós sabemos que há bons atendimentos...
      Nós sabemos que temos bons técnicos no quadro...

      Mas as urgências têm que ter sempre bons médicos e boa prestação de serviço!!!
      QUEREMOS MELHORES RESPOSTAS HOSPITALARES!!!
      QUEREMOS TRANSPORTES GRATUITOS PARA QUEM PRECISA!!!
      QUEREMOS ABOLIÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS!!!
      QUEREMOS SAÚDE PARA TDS!!!
      QUEREMOS QUE OS IMPOSTOS SIRVAM PARA AS RESPOSTAS GRATUITAS DO SNSAÚDE!!!
      ***
      Entretanto recebi mais estórias...
      4.1. "Há coisa de 2 anos, tive uma alergia nos braços e fui aí à urgência do Hospital de Alcobaça.
      A médica olhou de lado para mim (ja no gabinete) e disse
      "consome drogas.... É aí que se injecta?"
      Fiquei estúpida a olhar para ela
      Sem reação
      E depois disse-lhe que não consumo drogas, era pela alergia que ali estava....
      Mandou-me um antibiótico e fui embora
      Em choque!

      4.2.No verão passado, na noite de 14agosto
      Fui à urgência com uma infeção urinária
      Fui atendida por uma sra novinha, acho q médica...
       Mas no corredor!
      Nao entrei paraa lado nenhum!
      Eheheh magnifico!

      E das duas vezes paguei uma taxa para isto...
      Uma que diz que sou drogada e outra que olha para mim num corredor...
      Ajudei? Foi esta a minha experiência aí no Hospital de Alcobaça.
      Na 1a, mesmo que fossem marcas de picadelas de droga, a sra dra não devia falar nem tratar-me daquela maneira...

      • Olhe e já ando atrapalhada outra vez, quando uso manga curta com o sol fico assim.
        Ate fiquei com trauma e tento sempre esconder os braços..

      4.3. As casas de banho estavam horrorosas, muito sujas... 
      Onde facilmente se apanham doenças, ainda por cima num hospital!
      • 5.
        "Qd a minha avó de Lisboa partiu a perna na Vestiaria foi para a urgência do Hospital de alcobaca
        Tinha o tornozelo partido em 2 sitios!
      • Em alcobaça não fizeram nada. Mandaram de ambulância para Leiria. Engessaram mal em Leiria.
        Quando a minha avó chegou a lisboa tiveram que tirar gesso e pôr novo!"

      • 6. "Da última vez que fui ao Hospital de Alcobaça, cheguei cerca das 20 horas e encontrei um idoso sozinho! Aguardava desde as 12 horas!!
         Encontrei também uma adolescente com a mãe desde as 13 horas. 
        8 horas de espera num Hospital é CRIMINOSO!"

        7. 1. "infelizmente é uma vergonha. no hospital das Caldas já assisti a um rapaz entrar no hospital um ataque de asma, e mandarem-no esperar pela triagem."
        7.2." no hospital de Alcobaça, um médico disse-me que eu era hipertensa sem me fazer qualquer exame, apenas me mediu a tensão, mas eu dirigi-me ao hospital devido a uma hemorregia nasal derivada a uma crise de rinite e era tb um dia de bastante calor, normal que a qualquer pessoa que esteja nervosa e com calor, que a pressão arterial se altere."

        8. "Dirigi-me ao hospital de Alcobaca com o meu filho (na altura com 18 meses)... Muita tosse seca, febres elevadas, pingo no nariz... Etc! A medica mandou fazer um RX... A Sr.Dra analisou o RX e voilá:" nao tem nada, uma constipaçãozinha!... Nao havia necessidade de vir para o Hospital com uma criança!" 
        Aqui a mãe inicialmente aflita ficou descansada... Pois... 
        Mas ao fim de 2 dias, o meu filho não apresentava melhoras... Dirigi-me ao serviço de urgência pediátrico nas Caldas da Rainha! Resumindo o meu filho já tinha uma pneumonia avançada!... Nunca mais fui ao hospital de Alcobaca com ele!"

        ***
        entretanto amanhã 8maio2013 perfaz um ano sobre as declarações do ministro Paulo Macedo

        Atual













        Hospital de Alcobaça vai ser integrado no Centro Hospitalar Leiria-Pombal

        hospital_alcobaça

        1
        Durante a inauguração do novo serviço de urgências do Hospital Santo André, ontem, dia 8 de maio, em Leiria, Paulo Macedo, ministro da Saúde, confirmou que o hospital de Alcobaça será integrado no Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHL-P).
        A curto prazo, os utentes do concelho de Alcobaça passam a ser referenciados para Leiria, com exceção das freguesias da Benedita, São Martinho do Porto e Alfeizerão que deverão continuar a ser servidas pelo Hospital das Caldas da Rainha devido à proximidade geográfica.
      ***
      2maio2013

      PCP alcobaça toma posição

      Comunicado da Concelhia do PCP

      QUEREMOS O NOSSO HOSPITAL D’ALCOBAÇA
      A FUNCIONAR COM MAIS e melhores RESPOSTAS
      ESTAMOS MUITO PREOCUPADOS COM A SAÚDE DOS ALCOBACENSES!!!

      NÃO PODEMOS ACEITAR QUE o governo PSD/CDS, suportado nos ditames da “troika”, nos diga que não há hospital, nem novo, nem melhorado, nem alargado, NOS AMEACE FECHAR O NOSSO HOSPITAL OU continuar a REDUZIR VALÊNCIAS, como aponta o estudo recente. A saúde é um direito e um indicador, incontestável, de desenvolvimento! Discordamos das taxas moderadoras e defendemos impostos justos!

      TAMBÉM NÃO ACEITAMOS ANDAR ÀS BOLANDAS, sem condições mínimas, EM TRANSPORTES (PAGOS por nós!!!) PARA LEIRIA, LOURES, TORRES VEDRAS E LISBOA ou sabe-se lá para onde! QUEREMOS MAIS E MELHORES RESPOSTAS NO NOSSO VELHINHO HOSPITAL BERNARDINO OLIVEIRA!

      QUEREMOS OPÇÃO, PARA QUALQUER MUNÍCIPE, ENTRE OS HOSPITAIS DAS CALDAS E LEIRIA QUANDO O DE ALCOBAÇA NÃO TEM ESSA VALÊNCIA RESPOSTA, ENQUANTO NÃO HOUVER NOVO HOSPITAL OESTE NORTE!

      NÃO QUEREMOS DESEMPREGO, OU DESLOCALIZAÇÃO DOS NOSSOS TÉCNICOS DE SAÚDE, NOS NOSSOS HOSPITAIS!

      PERANTE INFORMAÇÃO DA COMISSÃO DE UTENTES, REAFIRMAMOS QUE NÃO QUEREMOS CONFUNDIR A QUESTÃO HOSPITALAR COM A QUESTÃO DOS CENTROS DE SAÚDE/USF’S. NÓS ESTAMOS GEOGRAFICAMENTE ASSIM E OS HOSPITAIS DAS CALDAS E DE LEIRIA TÊM QUE RESPONDER AOS ALCOBACENSES E NAZARENOS INDEPENDENTEMENTE DO CENTRO DE SAÚDE OU UNIDADE DE SAÚDE A QUE CADA UM PERTENCE!!!

      O PCP, atendendo aos genuínos anseios da população, continua a defender:

      1. A Manutenção dos grandes projectos, estruturantes e necessários para a região: Hospital Novo que sirva condignamente Alcobaça/Nazaré e o Hospital Oeste Norte;

      2. A Rejeição, entretanto, de qualquer diminuição de respostas imediatas nos Hospitais Bernardino de Oliveira d’Alcobaça e no de Peniche;

      3. A Recusa da diminuição de valências e de respostas bem como a transformação da Urgência de Caldas da Rainha em Urgência Básica e, enquanto não houver novo Hospital Oeste Norte, a impossibilidade de alcobacenses/nazarenos poderem optar pelo Hospital das Caldas ou de Leiria.

      O PCP apela a todos os cidadãos, Alcobacenses ou não, para, conjuntamente, defenderem o direito ao acesso à saúde, RECLAMANDO QUANDO NÃO FOREM BEM ATENDIDOS, E FAZENDO CHEGAR À COMISSÃO DE UTENTES o conteúdo do que reclamaram.



      A Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça
      02.05.2013
      ***
      9º caso recente:
      Por 3 vezes levou a esposa ao Hospital de Alcobaça...Hospital das Caldas...Alta...Em casa os sintomas mantinham-se...
      Na última vez o marido pressiona a médica d'urgência...
      Resolve mandar para Hospital Santa Maria - Lisboa...
      Foi de imediato operada à cabeça...
      Teria morrido se não tivesse feito pressão...

      Também não reclamou!!!

      ***
      10º caso de nov 2012

      "...fui com a minha mãe ao hospital de Alcobaça, porque ela é diabética e tinha começado naquela semana com a insulina (antes era comprimidos), e o médico de família, deu-lhe uma dose baixa de insulina...
      a minha mãe tinha os valores a 400...
      Na triagem a senhora enfermeira, assustou-se com os valores e a minha mãe teve a pulseira de urgente e entrou logo... 
      depois teve mais de uma hora para ser atendida, se o caso era urgente, porque é que ninguem veio ter com ela... estavam a jantar ... eram 20 h...
      penso que só atenderam  a minha mãe as 21h30...
      os valores poderiam ter subido  mais e a minha mãe poderia ter entrado em coma...
      ainda bem que não...
      mas fiquei estupefacta , como os doentes entram logo para a urgência e depois não há pessoal para os atender..."
      ***
      8maio2013
       Faz hoje um ano que o ministro da saúde Paulo Macedo afirmava que o Hospital de Alcobaça e o de Leiria iriam trabalhar em conjunto...Hj a diminuição da qualidade prestada pelo nosso Hospital Bernardino Oliveira prossegue, principalmente nas urgências.
      A ARS do Centro acha que se houver ligação hospitalar Leiria/Alcobaça então os Centros de Saúde/USF's tb teriam de voltar à ARS do Centro...
      Em breve a Comissão de Utentes vai prestar contas do que tem feito.

      *
      Entretanto o PCP de Alcobaça tomou posição:


      Comunicado da Concelhia do PCP

      QUEREMOS O NOSSO HOSPITAL D’ALCOBAÇA
      A FUNCIONAR COM MAIS e melhores RESPOSTAS
      ESTAMOS MUITO PREOCUPADOS COM A SAÚDE DOS ALCOBACENSES!!!

      NÃO PODEMOS ACEITAR QUE o governo PSD/CDS, suportado nos ditames da “troika”, nos diga que não há hospital, nem novo, nem melhorado, nem alargado, NOS AMEACE FECHAR O NOSSO HOSPITAL OU continuar a REDUZIR VALÊNCIAS, como aponta o estudo recente. A saúde é um direito e um indicador, incontestável, de desenvolvimento! Discordamos das taxas moderadoras e defendemos impostos justos!

      TAMBÉM NÃO ACEITAMOS ANDAR ÀS BOLANDAS, sem condições mínimas, EM TRANSPORTES (PAGOS por nós!!!) PARA LEIRIA, LOURES, TORRES VEDRAS E LISBOA ou sabe-se lá para onde! QUEREMOS MAIS E MELHORES RESPOSTAS NO NOSSO VELHINHO HOSPITAL BERNARDINO OLIVEIRA!

      QUEREMOS OPÇÃO, PARA QUALQUER MUNÍCIPE, ENTRE OS HOSPITAIS DAS CALDAS E LEIRIA QUANDO O DE ALCOBAÇA NÃO TEM ESSA VALÊNCIA RESPOSTA, ENQUANTO NÃO HOUVER NOVO HOSPITAL OESTE NORTE!

      NÃO QUEREMOS DESEMPREGO, OU DESLOCALIZAÇÃO DOS NOSSOS TÉCNICOS DE SAÚDE, NOS NOSSOS HOSPITAIS!

      PERANTE INFORMAÇÃO DA COMISSÃO DE UTENTES, REAFIRMAMOS QUE NÃO QUEREMOS CONFUNDIR A QUESTÃO HOSPITALAR COM A QUESTÃO DOS CENTROS DE SAÚDE/USF’S. NÓS ESTAMOS GEOGRAFICAMENTE ASSIM E OS HOSPITAIS DAS CALDAS E DE LEIRIA TÊM QUE RESPONDER AOS ALCOBACENSES E NAZARENOS INDEPENDENTEMENTE DO CENTRO DE SAÚDE OU UNIDADE DE SAÚDE A QUE CADA UM PERTENCE!!!

      O PCP, atendendo aos genuínos anseios da população, continua a defender:

      1. A Manutenção dos grandes projectos, estruturantes e necessários para a região: Hospital Novo que sirva condignamente Alcobaça/Nazaré e o Hospital Oeste Norte;

      2. A Rejeição, entretanto, de qualquer diminuição de respostas imediatas nos Hospitais Bernardino de Oliveira d’Alcobaça e no de Peniche;

      3. A Recusa da diminuição de valências e de respostas bem como a transformação da Urgência de Caldas da Rainha em Urgência Básica e, enquanto não houver novo Hospital Oeste Norte, a impossibilidade de alcobacenses/nazarenos poderem optar pelo Hospital das Caldas ou de Leiria.

      O PCP apela a todos os cidadãos, Alcobacenses ou não, para, conjuntamente, defenderem o direito ao acesso à saúde, RECLAMANDO QUANDO NÃO FOREM BEM ATENDIDOS, E FAZENDO CHEGAR À COMISSÃO DE UTENTES o conteúdo do que reclamaram.



      A Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça
      02.05.2013
      via tintafresca.net
      Alcobaça e Nazaré
        PCP quer Hospital de Alcobaça a funcionar
        com mais e melhores respostas
           A Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça manifesta grande preocupação quando aos cuidados de saúde dos alcobacenses e defende a manutenção dos grandes projetos, estruturantes e necessários para a região - Hospital Novo que sirva condignamente Alcobaça/Nazaré e o Hospital Oeste Norte -, a rejeição de qualquer diminuição de respostas imediatas nos Hospitais Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça e de Peniche e recusa a diminuição de valências e de respostas bem como a transformação da Urgência de Caldas da Rainha em Urgência Básica. Defende também, enquanto não houver novo Hospital Oeste Norte, a possibilidade de alcobacenses e nazarenos poderem optar pelos Hospitais das Caldas ou de Leiria.

           Em comunicado, datado de 2 de maio, a Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça apela a todos os cidadãos, alcobacenses ou não, para, conjuntamente, defenderem o direito ao acesso à saúde, reclamando quando não forem bem atendidos, e fazendo chegar à Comissão de Utentes o conteúdo do que reclamaram.

           O PCP não aceita que “o governo PSD/CDS, suportado nos ditames da “troika”, nos diga que não há hospital, nem novo, nem melhorado, nem alargado, nos ameace fechar o nosso hospital ou continuar a reduzir valências, como aponta o estudo recente. A saúde é um direito e um indicador, incontestável, de desenvolvimento. Discordamos das taxas moderadoras e defendemos impostos justos.”

           A Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça também não aceita “andar às bolandas, sem condições mínimas, em transportes pagos pelos utentes, para Leiria, Loures, Torres Vedras e Lisboa” e quer “mais e melhores respostas no nosso velhinho Hospital Bernardino Oliveira.”

           O PCP não quer também mais desemprego ou deslocalização dos técnicos de saúde nos hospitais da região.

           Perante informação da Comissão de Utentes, a Comissão Concelhia do PCP de Alcobaça reafirma que não quer confundir a questão hospitalar com a questão dos centros de saúde/USF’s e defende que os hospitais das Caldas e de Leiria têm que responder aos alcobacenses e nazarenos independentemente do centro de saúde ou unidade de saúde a que cada um pertence.
        09-05-2013
        ***
        2abril2013
         Há 4 ANOS...hospitais novos...Queremos Hospital a SÉRIO na cidade de Alcobaça
        ver postagem 6.352. está cheia de história..memória...muito anúncio e cada vez estamos piores!!!
        http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/03/635215mar201388-deputada-do-pcp-no.html
        **
        O deputado do PCP/CDU, João Ferreira, do Parlamento Europeu, veio a Alcobaça falar com a comissão de utentes...22março2013
        ***
        2.maio2013
        Durante todo o mês de abril 2013 temos um caso direto de má resposta hospitalar...
        Idosa com alzeimer...Frequente falta de oxigénio...Um rodopio entre Hospitais e casa. INEM a ser chamado frequentemente....Custos de taxas e transportes...Ansiedade do marido idoso e restante família...
        A reclamação deve ter dado efeito...
        O inquérito está a decorrer...
        Agora a idosa está hospitalizada há dias!!!
        ***
        2maio2013
        Presidente da Câmara pressionado pela Comissão de Utentes voltou a pressionar Ministério da Saúde...
        "está em cima da mesa"
        Há confusão entre ARLVT e ARCentro sobre os Centros e Unidades de Saúde...
        Se o Hospital vai para Leiria...Os Centros e USF's tb têm de ir diz ARCentro...
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        VIA TINTA FRESCA
        Deputados do PS vão apresentar projeto de resolução no Parlamento
          Ministério da Saúde deixa concelho
          de Alcobaça sem hospital de referência
                 

          Alzira Henriques, Rosa Domingos, Isabel Granada, João
          Paulo Pedrosa, Odete João, Manuela Pombo e José Canha
             Os deputados socialistas João Paulo Pedrosa e Odete João anunciaram, no dia 1 de abril, que irão apresentar um projeto de resolução na Assembleia da República para que o Hospital de Alcobaça passe a integrar, de facto, o Centro Hospitalar Leiria-Pombal. Os parlamentares denunciaram o esvaziamento de valências do Hospital de Alcobaça, que faz com que os utentes do concelho pertençam agora a uma “terra de ninguém”, não fazendo parte dos planos futuros do Centro Hospitalar do Oeste, mas continuando excluídos do acesso ao Hospital de Santo André, apesar do Ministério da Saúde ter anunciado, em Maio de 2012, que o Hospital de Leiria seria a unidade hospitalar de referência para o concelho de Alcobaça

             Um ano depois, a decisão do Ministério da Saúde continua por formalizar, apesar das diligências da Comissão de Utentes da Saúde de Alcobaça em defesa do HABLO - Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira para obter informações sobre o processo. O silêncio tem sido a única resposta. Inicialmente, o problema consistia em voltar a criar a figura jurídica do Hospital de Alcobaça, uma vez que esta havia sido extinta aquando da sua integração no Centro Hospitalar Oeste Norte, mas, segundo a Comissão de Utentes, este problema já estará resolvido.

             Os deputados socialistas apresentaram-se na conferência de imprensa acompanhados pelo presidente da Concelhia de Alcobaça do PS, José António Canha, por Alzira Henriques, membro da Federação Distrital de Leiria do PS, e ainda por Isabel Granada, Rosa Domingos e Manuel Pombo, membros da Comissão de Utentes e autarcas no concelho.

             João Paulo Pedrosa afirmou que a constituição do Centro Hospitalar do Oeste, com a unificação do Centro Hospitalar Oeste Norte e Centro Hospitalar Oeste Sul, vai prejudicar bastante os utentes das Caldas da Rainha, uma vez que estes terão de se deslocar a Torres Vedras para alguns tratamentos, uma vez que as valências hospitalares do Centro Hospitalar do Oeste irão ser repartidas pelos Hospitais de Caldas da Rainha e Torres Vedras.

             Também os utentes das freguesias a sul do concelho de Alcobaça - Benedita, Alfeizerão e São Martinho do Porto - que continuam a reportar ao Centro Hospitalar do Oeste, irão ser prejudicados, uma vez que terão de se deslocar não apenas ao Hospital das Caldas da Rainha, mas também ao Hospital de Torres Vedras, onde ficarão algumas valências do Centro Hospitalar do Oeste.

             João Paulo Pedrosa aconselhou a autarquia a iniciar um novo período de consultas às populações destas freguesias, uma vez que, há um ano, lhes foi prometido que reportariam apenas ao Hospital das Caldas e não ao Hospital de Torres Vedras. A alternativa poderá por integrar também os utentes destas freguesias na área de influência do Centro Hospitalar Leiria-Pombal, a exemplo do que ficou estabelecido para os restantes 80% de utentes do concelho de Alcobaça.

             A Comissão de Utentes garante que o esvaziamento das valências do Hospital de Alcobaça é transversal a todas elas, nomeadamente, com a não substituição de profissionais que se reformam, apesar do empenhamento dos restantes funcionários para continuarem a garantir o serviço. Alguns exames têm agora de ser realizados no Hospital das Caldas e aumentaram as listas de espera para tratamentos. O objetivo do Ministério da Saúde com a diminuição da qualidade do serviço poderá ser, acusa a Comissão, conseguir pretextos para encerrar o Hospital de Alcobaça.

             Mário Lopes
          02-04-2013
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          Acompanhar a qualidade do nosso Hospital Bernardino Oliveira...
          4fev2010
          respiguei de dn.pt
          Sistema Nacional de Saúde
          Médicos 'tarefeiros' já fazem 30% das urgências
          por PATRÍCIA JESUS

          Solução para falta de médicos nos serviços de urgência é criticada pelos especialistas
          Cerca de 30% das urgências dos hospitais são já asseguradas por médicos pagos à hora. Trata-se da única solução para evitar a ruptura dos serviços, mas segundo os especialistas a situação afecta a qualidade do atendimento e tem custos financeiros extra.
          E a tendência para a contratação destes médicos, a maioria a empresas de prestação de serviços irá continuar a crescer. "Está a aumentar. Na maioria das unidades do interior mais de metade dos médicos das urgências são de empresas", garante Mário Jorge Neves, da Federação Nacional dos Médicos (FNAM).
          Carlos Arroz, do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), adianta que os dados que dispõem apontam para uma média de 30% de urgências asseguradas por tarefeiros. "É lamentável", considera o sindicalista, alegando que são problemas como este que afastam profissionais do Serviço Nacional de Saúde.
          É que os tarefeiros podem ter efeito desestabilizador. "O facto de os contratados para fazer urgências ganharem mais do que os colegas do quadro do hospital, muitas vezes com mais formação, desestabiliza", diz Pedro Lopes, presidente da Associação de Administradores Hospitalares. O mesmo alerta faz Mário Jorge Neves, da FNAM. "As equipas de urgência têm de ser bem articuladas e de ter uma hierarquia bem definida. Esta solução causa uma desregulação que prejudica todos", explica, acrescentando que se um médico que está de passagem decide internar o doente depois não vai poder segui-lo .
          "Não ponho em causa a competência dos profissionais, mas há problemas de coordenação que tornam esta solução muito pouco aconselhável", concorda o director clínico do Santa Maria, Correia da Cunha. O maior hospital do País conseguiu superar a carência nas urgências de pediatria, obstetrícia e na urgência geral, onde há apenas uma médica tarefeira. Mas na urgência de Santo António dos Cavaleiros, que abriu no ano passado e faz parte do mesmo centro hospitalar, mais de metade dos médicos da urgência vêm de empresas. "Foi a única maneira", admite.
          A percentagem de tarefeiros e os respectivos custos variam de hospitais para hospital. Mas Pedro Lopes não duvida que a solução sai cara. Ainda recentemente os hospitais pagavam até 100 euros por hora para conseguir atrair alguns especialistas. O descontrolo obrigou a Governo a estabelecer uma tabela com valores indicativos, que apesar de não ser inteiramente cumprida, veio moderar os pagamentos (ver caixa).
          Para o director clínico do Hospital de Évora - que num ano precisa de médicos de fora para fazer 964 bancos de 12 horas na urgência geral e 800 de ortopedia , para citar apenas alguns - esta é uma opção de gestão. "A urgência hospitalar é um serviço aberto 24 horas, que precisa de muita gente. E mudou drasticamente nos últimos anos, porque recebe muita gente que não encontra resposta nos centros de saúde", diz Manuel Carvalho. É óbvio que os hospitais não tem médicos suficientes para as urgências, diz. Além disso, "infelizmente ainda não existe em Portugal nenhuma especialidade de emergência, dedica especificamente às urgências", critica.
          Para Luís Campos, da comissão técnica de requalificação das urgências, o problema resulta do envelhecimento da classe: um terço dos médicos têm mais de 50 anos e os clínicos com esta idade deixam de fazer noites; a partir dos 55 não fazem urgências. Até que esta escassez seja compensada, nos próximos anos, há necessidade de recorrer a estas soluções, conclui.