Vereador Bonifácio:
Foca a 20 m...é um anima selvagem...
PCâmara responde: a Câmara não foi chamada pela Foca ...O ICNF.Capitania e Junta de Freguesia é que têm tratado da "martinha"...e não deve pôr-se em bicos dos pés...
Vereador Bonifácio acha que deve intervir...
Engº Canha salienta a biodiversidade e acha que a câmara deve opinar sobre excesso de intervenção.
Vereador Rogério Raimundo:
Urge BOM SENSO...Bandeira vermelha é excesso na minha opinião...A Câmara deve intervir pelo seu pelouro do Turismo...O interesse estratégico...Temos que saber valorizar...São Martinho do Porto está com águas mais quentes que no Algarve!!!...Até agora podemos dizer que a "martinha" é um elemento que atrai muitos turistas...Tem técnicos na Divisão do Ambiente para se informar...Tem a Veterinária...Não se conhece casos de agressão de focas...Há zoólogos...
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Via Sic
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-08-18-foca-instala-se-na-baia-de-sao-martinho-do-porto
Uma foca de águas mais frias tem estado a viver na baía de São martinho do Porto desde o final de julho. Quem a viu pela primeira vez chamou-lhe Martinha. Muitas pessoas já tentaram aproximar-se do animal selvagem mas as autoridades pedem para que não haja proximidade com a foca. Martinha tem passado quase todas as noites numa plataforma de apoio a motos-de-água .
***via gazeta das caldas:
Será que a foca Martinha veio para ficar?
Continua a dar que falar a presença da foca Martinha (como foi baptizada pela população) em São Martinho do Porto. O animal continua a fazer dos insufláveis instalados na baía a sua “residência”, atraindo muitos curiosos à vila balnear que nesta altura do ano, e mesmo sem foca, já costuma ser muito concorrida.A presença da Martinha obrigou já a que fosse hasteada a bandeira vermelha, algo muito raro em São Martinho. Em comunicado conjunto, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, a Capitania do Porto da Nazaré e a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto alertam que se trata “de um animal selvagem que não está habituado à presença humana. Apesar do seu ar ‘simpático’ e aparentemente sociável, uma aproximação excessiva de embarcações ou pessoas poderá originar comportamentos agressivos que poderão colocar em risco quem se aproximar demasiado”.
No documento divulgado na vila e na Internet, as entidades sublinham que esta é uma “situação excepcional, não só por não existirem colónias de focas em Portugal Continental, mas também pelo facto de o animal ter escolhido uma zona utilizada por um grande número de veraneantes”. E deixam algumas recomendações, que devem ser cumpridas por todos. Entre elas a de que “a Martinha precisa de descansar após as saídas para o mar, onde se vai alimentar”. Por isso, as autoridades pedem para que as pessoas não se aproximem do animal, quer ele esteja nos insufláveis ou no mar, e que não tentem tocá-lo ou alimentá-lo. Caso alguém se aperceba de algum comportamento estranho, ou se encontrar a foca doente ou ferida na praia, a indicação é para informar “imediatamente” a Polícia Marítima.
ESTRELA NAS REDES SOCIAIS
A Martinha é já estrela nas redes sociais, onde as opiniões quanto a este visitante inesperado se dividem. Alguns defendem que o animal já devia ter sido encaminhado para um local com pessoas formadas para lidar com ele, como o Oceanário de Lisboa ou o Zoo Marine, mas outros entendem que se deve deixar o animal o mais à vontade possível, sem grandes alaridos à sua volta.
Tratando-se de uma foca monge, como se suspeita, a Martinha é representante de uma das espécies de focas mais raras do mundo. Também conhecida por lobo-marinho, esta foi já abundante nas águas do Mediterrâneo, mas hoje estima-se que a espécie esteja reduzida a menos de meio milhar de indivíduos. A protecção da espécie esteve na base da criação da Reserva Natural das Desertas, na Madeira, onde existe uma colónia com cerca de 30 animais.
Tratando-se de uma foca monge, como se suspeita, a Martinha é representante de uma das espécies de focas mais raras do mundo. Também conhecida por lobo-marinho, esta foi já abundante nas águas do Mediterrâneo, mas hoje estima-se que a espécie esteja reduzida a menos de meio milhar de indivíduos. A protecção da espécie esteve na base da criação da Reserva Natural das Desertas, na Madeira, onde existe uma colónia com cerca de 30 animais.
Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com
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