07/09/2014

8.657.(7set2014.17.33') A importância dos Párocos no desenvolvimento do concelho

em construção
Toda a gente sabe que eu sou ateu
mas tive formação católica
e não esqueço alguns evangelhos fundamentais...
Também tenho muitos amigos párocos...
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Hoje entra um jovem pároco na Paróquia de Alcobaça:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=616071858509605&set=a.126935467423249.23627.100003203908291&type=1&theater

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Via tinta fresca.net
D. José Augusto Traquina preside à missa no dia 7 de setembro
    Paróquias de Alcobaça promovem homenagem ao padre Carlos e receção ao novo padre
     D. 
               D. José Augusto Traquina
    O bispo auxiliar de Lisboa, D. José Augusto Traquina, e o padre Ricardo, novo padre das Paróquias de Alcobaça e Vestiaria, celebrarão missa no dia 7 de setembro às 16 horas, na Igreja do Mosteiro de Alcobaça. Seguir-se-á um lanche partilhado, na Ala Sul do Mosteiro, podendo os contributos ser entregues a partir das 14 horas. Será uma ocasião para a comunidade acolher o novo pároco, celebrando e agradecendo a sua disponibilidade para servir esta comunidade paroquial.

       Recorde-se que o padre Carlos Jorge se despediu da comunidade este domingo, dia 31 de agosto, com um almoço partilhado, na Ala Sul do Mosteiro, após a missa das 12 horas, com uma homenagem preparada pelas paróquias de Alcobaça e Vestiaria, sendo mais uma oportunidade os paroquianos reconhecerem a qualidade do trabalho prestado e agradecer em estes anos de serviço à comunidade.
    31-08-2014
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    Via página da Paróquia
    https://www.facebook.com/paroquiade.alcobaca.1

    Video de Apresentação da Despedida do P. Carlos Jorge

    https://www.youtube.com/watch?v=q-71w499Bn4&feature=youtu.be
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    Sai o Padre Carlos que foi, na minha opinião, um padre com grandes qualidades, nomeadamente, pelo envolvimento da juventude...
    Via Alcoa:

    Igreja







    Padre Carlos deixou pedidos na sua despedida de Alcobaça


    igreja-despedidapadrecarlossite
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202441372027048&set=pb.1576428905.-2207520000.1410102091.&type=3&theater
    “Para os crentes: ponham Deus em tudo o que fazem; para os não crentes: ponham as vossas capacidades ao serviço dos outros”. Pedidos do P. Carlos Jorge na sua última celebração no mosteiro como pároco de Alcobaça e da Vestiaria no domingo, dia 31. O pároco agradeceu o carinho com que foi acolhido e assegurou que vai guardar todos os bons momentos que aqui viveu. “Não destaco ninguém; todos, todos foram importantes”, declarou, insistindo como sempre foi seu timbre: “Jesus não veio inventar uma religião, veio inventar uma comunhão; este é o sonho de Deus: caminharmos juntos apesar de sermos diferentes”. O P. Carlos pediu ainda a todos os paroquianos que recebam bem o novo pároco: “o Padre Ricardo até pode ser muito diferente de mim, mas vem cheio de Deus; recebam-no com tanto carinho como me receberam a mim”. O P. Carlos Jorge tomará posse na paróquia da Amadora a 20 de setembro, estando abertas as inscrições para transporte em autocarro para participar na cerimónia.
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    “Vou sentir muito a falta das pessoas boas que vivem por aqui e, se pudesse, levá-las-ia comigo”

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    Quando chegou, convidou Alcobaça “a sonhar o sonho de Deus”. Que balanço faz destes cinco anos?
    O sonho de Deus é que vivamos uns com os outros e uns para os outros, no amor. Se a nossa vida não tem este objetivo, ou seja, cuidarmos uns dos outros, procurando a felicidade e a felicidade dos outros, então serve para quê? Sabemos que o objetivo só será atingido no Céu. Mas avançamos para ele, dia após dia. Levar todos a encantarem-se com esta aventura foi a minha maior motivação. O balanço do que aconteceu nestes anos, deixo para Deus. Só Ele sabe o que, verdadeiramente, aconteceu no coração de cada um de nós.
    O que sente que leva e o que deixa?
    Todos os instantes, dos mais visíveis aos mais discretos, de um simples sorriso a uma grande celebração, foram intensos, vivificantes e únicos. Deus esteve em todos eles. Levo no coração o coração de muitos. E uma profunda gratidão a Deus por me ter conduzido até estas terras e ter-me cruzado com a vida de tantos. Se não se importarem, vou deixar um pedaço do meu coração plantado aqui. Desculpem ser só parte dele, mas tenho que levar o restante para outro lado.
    Mudou a imagem d’O ALCOA, contribuiu para se erigir na cidade uma estátua de S. Bernardo, foi o impulsionador da NOICA, da NOA, da Bíblia Viva. Estes projetos terão continuidade? O que ficou por fazer?
    Parece-me uma atitude inteligente e sábia continuar o que de bom foi realizado, não por mim, mas por nós. Ninguém faz nada sozinho (muitos pensam que sim!). O que ficou por fazer é tudo o resto. Cabe aos que ficam estarem atentos ao que falta. E avançar, sem medo.
    O que mais gosta de Alcobaça e das terras à sua volta?
    O que mais gosto é das muitas pessoas boas que vivem por aqui. Vou sentir muito a falta delas. Se pudesse – e elas quisessem, claro – levá-las-ia todas comigo.
    E o que deveria mudar para Alcobaça voltar a ser um centro de irradiação espiritual e cultural?
    Saber-se-á com maior limpidez o que deve mudar em Alcobaça, quando a maioria dos habitantes de Alcobaça, mais do que morarem em Alcobaça, deixarem Alcobaça morar neles. Quando se ama, sabe-se o que fazer. E faz-se. O Mosteiro e o «cheiro» dos cistercienses, presentes nestas terras, são uma «provocação» a todos, crentes ou não. Não é possível voltar ao passado e ainda bem. Mas pode e deve-se acolher dos nossos antepassados e da sua história tudo o que foi grande. E estar atentos aos sinais que vão surgindo, aqui e ali, e nos convocam para novas andanças. Tenho a certeza que os que conhecem e amam verdadeiramente a luminosidade das Terras de Cister, colocando de lado preconceitos e fundamentalismos, vão erguer pontos de luz que irradiem novas cores de cultura e espiritualidade.
    O que pensa que poderia ser melhorado ou implantado no Mosteiro de Alcobaça?
    Não tenho ideias claras sobre o que se poderá realizar. Ia concentrar-me, este ano, nestas questões, se continuasse na paróquia. Apenas digo: parece-me que se pode encher com mais vida todos os espaços do Mosteiro. Mas, antes de se partir para grandes propostas, devemos focar-nos em questões mais práticas, como, por exemplo, resolver o problema dos pombos que conspurcam o edifício, dentro e fora, o acesso em rampa para a entrada na igreja do mosteiro pela porta principal, a venda de ingressos e outros artigos dentro do templo. As primeiras impressões dos que contactam o edifício começam por aí. Estou certo de que, com boa vontade e esclarecida ousadia, se irão encontrar soluções que permitam conciliar, dentro do Mosteiro, as dimensões cultural, turística e espiritual. Todas são importantes e transversais. As boas relações, institucionais e pessoais, entre a paróquia e a Direção do Mosteiro, levam a acreditar que se vão encontrar os rumos mais adequados para lá chegar.
    (Saiba mais na edição em papel de 7 de agosto de 2014)
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    via região de cister
    http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/igreja-do-mosteiro-encheu-para-receber-padre-ricardo-cristovao
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    Padre Joaquim
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    Padre João de Sousa
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    Padre António Vicente
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    Padre Búzio
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    Padre Inácio Antunes
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