25/09/2014

8.781.(25set2014.7.47') Salário Mínimo...+1x CGTP na linha certa


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26set2014
Eugénio Rosa faz estudo e:
SMN aumenta menos que a inflação, patrões recebem 23 milhões €, e salários e pensões pagam mais 64 milhões € de IRS
http://nblo.gs/10dA4y
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entrevista de Arménio Carlos à TVI
https://www.facebook.com/video.php?v=816756688355569
Aumento do Salário Mínimo Nacional
Entrevista a Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN na TVI
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Via CGTP - 25 set2014

Acordo para o aumento do SMN é tardio e insuficiente

armniocarlos-smn
http://www.cgtp.pt/cgtp-in/areas-de-accao/accao-reivindicativa/7748-acordo-para-aumento-do-smn-e-tardio-e-insuficiente
A CGTP-IN critica o acordo de concertação social que aprovou o aumento do salário mínimo nacional para os 505 euros a partir de Outubro. Além de "tardio e insuficiente", "está a ser uma moeda de troca para os patrões voltarem a ser beneficiados pelo Estado".
Os trabalhadores que já deviam estar a receber os 500 euros desde 2011 são, uma vez mais, os grandes prejudicados. Pois o Governo encontrou através da redução da TSU de 23,75% para 23%, outra forma de financiar os patrões para aumentar o salário mínimo nacional.
Este aumento anunciado, como se verifica, é um aumento de tal forma insuficiente que continuará a deixar milhares de trabalhadores no limiar da pobreza.
Para a CGTP-IN o Governo e "aqueles que subscreveram este acordo" estão a acentuar o desequilíbrio de forças já existente entre o capital e o trabalho.
A CGTP-IN defensora de aumentos mais significativos do salário mínimo, continua a defender o aumento para os 515 euros, com efeitos retroactivos a partir de Junho deste ano, e, posteriormente, uma subida para os 540 euros já a partir do início de 2015.
Os principais sectores económicos do país reúnem todas as condições para responder à esta reivindica da CGTP-IN.
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https://www.facebook.com/canalmoritzptnet/photos/a.200318570040618.50644.194137590658716/746895975382872/?type=1&theater
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Salário mínimo. Contribuintes pagam 20 milhões que empresários vão poupar

Via:
 http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=163222

A redução das contribuições das empresas através da Taxa Social Única não afectará contas da Segurança Social. Mas será pago pelos contribuintes através do Orçamento de Estado.
25-09-2014 14:03 por João Carlos Malta








Para convencer os patrões a assinar em Concertação Social o acordo de aumento do salário mínimo para 505 euros, o Governo acenou aos empresários com uma redução de 0,75 pontos percentuais nos pagamentos à Segurança Social. Contas feitas, a poupança para as empresas é de 3,8 euros por trabalhador. 

Será o Orçamento de Estado a fazer a transferência deste dinheiro que fica em falta.

A confirmação foi dada pelo ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Marques Guedes, que avaliou a quebra de receitas do sistema de Segurança Social em 20 milhões de euros. 

"Haverá uma transferência do Orçamento de Estado desse valor", garantiu o governante, no final da reunião do Conselho de Ministros, na qual foi aprovado o aumento da remuneração mínima.

Depois do anúncio de aumento do salário mínimo foram avançados vários valores para a quebra de receita da Segurança Social (entre 19 e 27 milhões de euros), uma vez que a mesma está dependente do número de trabalhadores que auferem o salário mínimo. E aí há números para todos os gostos: desde o cálculo do Governo (350 mil trabalhadores) até aos da CGTP (500 mil).

Marques Guedes defendeu ainda que este novo sistema de contribuições que decorre do aumento do salário mínimo não vai favorecer as contratações a preço reduzido. A benesse de redução na TSU só se aplicará para contratos celebrados até Maio. 

"Não se permite que esse desconto de .75 na contribuição para a TSU se verifique para contractos posteriores a este diploma", defendeu.