28/09/2014

8.800.(28set2014.3h3'3" da tarde) 28set 1974.maioria silenciosa...Seguro demite-se e Costa vai ser sg...PS.PSD.CDS continuarão a servir o capital, cada um à sua maneira...2 antónios...PCP.CDU.Verdes têm de ser capazes de mostrar que somos ALTERNATIVA

28set 1974.maioria silenciosa...
Não podemos ignorar esta data...
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PS.PSD.CDS continuarão a servir o capital, cada um à sua maneira...
Amarrados com a europa do capital...
Engolidos pelo euro...
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Os 2 antónios de hj serão pouco diferentes na política, no essencial...
Não posso esquecer que as primárias são uma ilusão...Quantos não acham esta cena extraordinária...Bem vi que alguns estão convencidos  que é uma extraordinária possibilidade de participação...
Bem sabemos o que se passa nos EUA...
O capital que é preciso...
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PSD e CDS vão saber dar os pozinhos eleitorais...
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Hj há uma iniciativa importante do PCP
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/09/876924set2014855-28set201415ha-dividao.html
PCP.CDU.Verdes têm de ser capazes de mostrar que somos ALTERNATIVA
Acho há muito ano que estamos muito bem a mostrar como "eles" governam pessimamente. Os nossos discursos e intervenções estão 88% na crítica...Daí que há muito que proponha que haja 88% de proposta e soluções...
Temos que explicar duma forma simples o que faremos de concreto...Demonstrando que o essencial da política é bem diferente e possível de concretizar...
Temos que saber mostrar quem serão os nossos ministros e secretários de estado...Temos que explicitar que nem tds os políticos são iguais...
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A provável vitória de António Costa...
na GUERRA DOS ANTÓNIOS:
via Notícias ao minuto:
Cesso hoje as funções de secretário-geral do PS

Seguro "Cesso hoje as funções de secretário-geral do PS"

António José Seguro começou o seu discurso na sede do PS, em Lisboa, dizendo que cessa "hoje as funções de secretário-geral do PS". Seguro falou de uma “noite de grandes emoções” e agradeceu aos socialistas: "juntos fizemos história, qualquer que tenha sido o vosso voto, saúdo-vos pela vossa participação”.
Cesso hoje as funções de secretário-geral do PS", disse António José Seguro, na sede do PS, em Lisboa, assumindo uma derrota nas eleições primárias.
"Agradeço aos socialistas a oportunidade que me proporcionaram. Bem hajam pela vossa confiança e pelo vosso apoio", afirmou, ciente de que ao convocar eleições primárias o Partido Socialista fez “história”.
“Em democracia ganha as eleições quem tem mais votos. O PS escolheu o seu candidato a primeiro-ministro. Está escolhido. Ponto final”, disse António José Seguro, não deixando de “felicitar democraticamente António Costa”.
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Via JN

Pancadaria entre apoiantes de Seguro e de Costa em Braga

Emília Monteiro
(Em atualização) Vários apoiantes dos dois candidatos às primárias no Partido Socialista - António José Seguro e António Costa - estão, neste momento, envolvidos numa cena de violenta pancadaria na Escola Básica 2+3 de André Soares, uma das maiores secções de voto do país.
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Seguro queixa-se dos SMS hj de Costa
COSTA DIZ QUE FOI 1 LAPSO
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=4149538
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em 25set2003
Via avante
http://www.avante.pt/pt/1556/temas/2310/
O PCP com o movimento operário travaram a ofensiva fascista
O 28 de Setembro de 1974
Numa altura em que o Governo parece determinado em destruir tudo o que tenha a ver com o 25 de Abril e as suas conquistas, o Avante! - através da transcrição de excertos do livro «A verdade e a mentira na revolução de Abril» de Álvaro Cunhal - lembra a tentativa de golpe fascista e a resposta vitoriosa do movimento popular.
[...] Em princípios de Setembro, a Comissão Política do PCP adverte dos perigos da contra-revolução. Aponta o ameaçador significado do motim dos pides presos na Penitenciária de Lisboa, da libertação de antigos dirigentes fascistas[...], da libertação de numerosos pides, [...] bem como da tentativa de golpe fascista de Lourenço Marques. Insiste na necessidade da «mobilização popular» para fazer frente e derrotar a nova tentativa de golpe[...].
Ainda antes do discurso de Spínola de 10 de Setembro, o PCP advertia: «[...] Os fascistas conspiram e procuram preparar um golpe que conduza o País a uma nova ditadura. A propaganda anticomunista atingiu uma violência jamais vista.» (Discurso do secretário-geral em Peniche em 31-8-1974, Avante!, 6-9-1974) [...].
Quando,[...] se tornou clara a preparação de um novo golpe,[...] o PCP passou a insistir, [...] na necessidade de urgentes e enérgicas medidas e a preparar todo o Partido e as massas populares para intervir. [...] Refere a propaganda e a mobilização reaccionária em todo o país para a manifestação da «maioria silenciosa», as provocações e agressões a democratas por brigadas pidescas e apela à prontidão para lhes dar resposta[...]: «Existem forças bastantes para evitar ou dominar a tentativa de um golpe fascista». [...] «Se a reacção aguça os dentes e se prepara para morder, é necessário partir-lhos antes que morda» (discurso de Álvaro Cunhal na Amadora em 20-9-74[...]) No dia 24, [...] a Comissão Política do Comité Central insiste em que a manifestação da «maioria silenciosa» «visa, efectivamente, a liquidação de todo o processo de democratização e de descolonização em curso depois do 25 de Abril». [...] Na véspera do dia 28, em editorial, o Avante! [...] refere a fixação de «milhões de cartazes», a revelação de conhecidos fascistas como promotores, as provocações e espancamentos de democratas por grupos de choque, a acção de párocos na mobilização das populações, o anúncio de concentração em Lisboa de tractores e máquinas agrícolas no dia 27, acções de organizações esquerdistas pseudo-revolucionárias contra o Governo. [...] insiste em que «uma vez mais a reacção prepara o salto» para «uma ditadura pessoal ou um governo das direitas». [...] O Avante!, num artigo, conclui que a manifestação da «maioria silenciosa», «nasceu como provocação, morrerá como provocação».

A «Maioria Silenciosa»

Tentado e falhado o golpe Palma Carlos, Spí-nola procura um novo caminho para o poder absoluto. Instalado no Buçaco, realizou numerosas reuniões e contac-tos, e procura inverter a correlação de forças.
[...] Spínola atesta que «circulou [um documento] pelas unidades dos três ramos das Forças Armadas»[...]. Costa Gomes, Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas,[...] retirou [o documento] ulteriormente da circulação, segundo Spínola, por pressão da Comissão Coordenadora do Programa do MFA. Falhou também a tentativa de realização de um Plenário do MFA com vistas à liquidação do próprio[...].
[...] O eixo do novo golpe seria uma gigantesca mobilização nacional da «maioria silenciosa» para se concentrar numa manifestação em Lisboa, frente ao Palácio de Belém, apelando ao Presidente que salvasse Portugal do caos, do comunismo, do governo de Vasco Gonçalves.
[...] Ao dar posse ao 2.º Governo Provisório em 18 de Julho, Spínola [...] incitou a que essa «maioria silenciosa» «acorde» e tome a defesa da sua liberdade pois, se o não fizer, «o 25 de Abril será perdido!».
A 30 de Agosto, é distribuído no Porto um significativo panfleto anónimo, que «apoia inteiramente o General António de Spínola» e apresenta como objectivos «exigir a dissolução imediata da Comissão Coordenadora do MFA», «correr com os comunistas do Governo». [...] Dois dias depois desse discurso, Spínola fala à GNR no Carmo: [...] «não é possível democratizar um País e restituí-lo à liberdade sem lei, sem ordem, sem disciplina, sem uma forte autoridade».
Nesse mesmo dia, o PPD expressa o «apoio» ao discurso do dia 10, e no Porto é distribuído um panfleto anónimo que ataca a «Comissão Coordenadora do MFA» e a «facção traidora do MFA, formada por comunistas».
Em 19 de Setembro, aparece em todo o país o cartaz anunciando que [...] «vai-se organizar, dentro de dias [na «Praça do Império»], uma Manifestação Nacional de Apoio,[...] e informa que «para o efeito serão postos à disposição, gratuitamente, todos os meios de transporte colectivos». Passados dias, é marcado o 28 de Setembro para a concentração[...] da «maioria silenciosa».

Plano e desenvolvimento

O plano foi cuidadosamente definido e calendarizado, fazendo convergir [...] todas as frentes [...], sem esquecer acções de provocação desestabilizadoras, como o motim dos Pides na Penitenciária de Lisboa e a libertação de dirigentes fascistas.
Na frente militar, [...] procuram reforçar-se posições e apoios. Certos os generais da JSN, Silvino Silvério Marques, Galvão de Melo e Diogo Neto. Certa a Guarda presidencial. Certas posições militares do núcleo spinolista. Tida por certa a GNR. Apoios dispersos na hierarquia e comandos de regiões e unidades.
Na frente política, com apoios públicos ou reservados do PPD e do CDS (coligado com o PDC [...] como confirma Freitas do Amaral, [...] forma-se um partido clandestino, de ex-pides e ex-legionários - o Partido Nacionalista Português. Fechada a sua sede no Porto e presos os membros da sua Junta Central em 18 de Setembro, forma-se um partido «semiclandestino», [...]legalizado como Partido do Progresso» [...]. O Partido do Progresso e o Partido Liberal, de composição fascista mas que Freitas do Amaral considera «partidos democráticos», tornam-se os principais elementos operacionais [...] da preparação do golpe [...]. Também [...] o Partido da Democracia Cristã (PDC) no dia 27 fez um último apelo à participação na manifestação e o seu secretário-geral, Sanches Osório, Ministro da Comunicação Social, foi [...] um activo colaborador de Spínola [...]. Na frente social, procuram mobilizar as populações de agricultores das regiões do Norte, organizam-se no Sul os latifundiários, cuja associação, a ALA, marca uma marcha e concentração de tractores em Lisboa para dia 28.
Organizações esquerdistas secundam activamente a campanha contra Vasco Gonçalves, contra o 2.º Governo Provisório e contra o PCP, e provocam demagogicamente conflitos laborais, como o caso da greve da TAP (directamente dirigida contra o Governo) anunciada[...] para o dia 24.
Na frente ideológica e da comunicação social, desenvolve-se uma histérica campanha contra o PCP e seus dirigentes (particularmente contra o secretário-geral), utilizando invenções[...], responsabilizando o PCP e seus dirigentes de todas as dificuldades e problemas que a própria contra-revolução provocava.
O clero reaccionário desempenha importante papel, utilizando para isso a missa, a imprensa própria, as instruções da hierarquia, as suas numerosas escolas e instituições[...].
Na frente colonial, no dia 7 de Setembro, os fascistas ocupam o Rádio Clube de Moçambique e são libertados os pides da cadeia de Machava, causando os incidentes verificados 100 mortos e 250 feridos, segundo dados oficiais. [...] Na frente económica, é muito activa a intervenção dos grupos monopolistas associados no MDE/S (Movimento Dinamizador Empresa/Sociedade, [...] tendo como fundadores António Champalimaud, Mário Vinhas, José Manuel de Mello e Miguel Quinas). [...] As revelações feitas por José de Mello, vinte anos mais tarde, são esclarecedoras: [...] «Havia muita gente envolvida... O próprio António Champalimaud, Manuel Ricardo Espírito Santo, alguns outros empresários»[...]. [...] Anuncia-se em todo o país transporte gratuito para Lisboa, a mobilização de milhares de autocarros e automóveis, o fretamento de comboios especiais e de aviões.

As provocações de Spínola

Nos dias que precedem [...] o dia 28 marcado para a manifestação em Lisboa, [...] Spínola toma iniciativas provocatórias [...]. No dia 26, assiste ao Concurso Hípico [...] (Hipódromo do Campo Grande) onde, [...] é feito um apelo à participação na manifestação do dia 28 em Belém[...]. No dia 26, na Tourada no Campo Pequeno, com a presença de Vasco Gonçalves, [...], o Primeiro-Ministro e o MFA são vaiados e apupados por milhares de participantes. Distribuem-se panfletos provocatórios[...], ao mesmo tempo que pela instalação sonora da Praça é feito um apelo à participação na manifestação. [...] Nesse mesmo dia, é publicado «um comunicado [...] de Galvão de Melo declarando o seu apoio à «manifestação grandiosa»[...].
[...] Na noite de 27 para 28, realiza-se no Porto um jantar com a presença do cônsul dos Estados Unidos, [...] que «o Primeiro-Ministro, comunista, Vasco Gonçalves e o horrível Otelo do COPCON não estão mais de 3 dias no poder». [...] Spínola tem por certa a vitória. Essa certeza e uma suprema arrogância, levam-no a [...] convocar o Conselho de Ministros e apresenta um ultimato.

O Povo derrota o golpe

O ultimato de Spínola ao Governo no dia 27 [...] levou o PCP,[...] a tomar durante toda a noite medidas para im-pedir, pela acção das massas populares, a manifestação e o golpe. [...] Spínola considerava [...] a «manifestação da maioria silenciosa» como imparável e a batalha como ganha. [...] Não contou porém com a posição contrária à manifestação, assumida por comandos militares em algumas regiões. Nem com as declarações públicas e manifestações unitárias. Nem com a espontânea participação de soldados nas acções populares. Nem com medidas, embora atrasadas, designadamente a proibição das actividades fascistas dos partidos «Liberal» e «do Progresso», e a publicação dos seus jornais, a realização de buscas às sedes, a apreensão de documentos comprometedores e a prisão, anunciada no mesmo dia 28, de cerca de uma centena de conhecidos e destacados fascistas (antigos ministros e dirigentes da ANP). [...] E não contou sobretudo com dois factores que se revelaram decisivos: Um, a força das massas populares demonstrada na resistência ao avanço da ofensiva contra-revolucionária, na vigilância, na preparação organizativa e psicológica para a resposta no próprio dia 28. Outro, a capacidade do PCP e do movimento operário para, após o inesperado ultimato, nas poucas horas de uma noite, mobilizarem as massas para uma intervenção, que teria de ser poderosa para derrotar a gigantesca operação contra-revolucionária em curso.

Spínola na hora da derrota

[...] Na noite de 27 para 28, tendo mandado e conseguido silenciar as emissoras, Spínola procurou a intervenção em apoio do golpe de numerosas unidades das forças
armadas. [...] A resposta geral foi que só recebiam ordens directas do CEMGFA, General Costa Gomes. [...] Freitas do Amaral [...] diz que, no próprio dia 28, «Spínola ainda pensou na declaração do "estado de sítio" no distrito de Lisboa, para que as Forças Armadas e de segurança dissolvessem as barricadas e garantissem a possibilidade de a manifestação se realizar; e chamou-me a Belém, solicitando-me que redigisse o respectivo projecto de decreto, o que fiz». [...] Segundo Freitas do Amaral, o projecto só não foi por diante porque, no dia 29, na reunião do Conselho de Estado que convocou, Spínola propôs «um regime transitório de excepção», com suspensão de direitos e garantias, e[...] a ilegalização do PCP, se este, como era de esperar, não cumprisse as ordens. [...] Segundo Freitas do Amaral, «parece que Spínola terá chegado a admitir, ou mesmo a solicitar, a intervenção das forças militares da NATO, o que na altura ninguém soube»[...].
[...] Melhor se pode compreender que Spínola tenha procurado explicar a derrota por ter sido «traído». [...] Na proclamação ao País que finalmente [proferiu] no dia 30, declara[...]: «renuncio ao cargo de Presidente da República» [...]. Falso, bem falso, Spínola não se demitiu, foi demitido.
[...] Derrotada a tentativa de golpe, o PCP, longe de cair na vertigem do sucesso, advertiu que «seria ilusório pensar que os conspiradores fascistas se vão dar por vencidos» [...], e exigiu medidas para evitar novas tentativas de novos golpes.

PPD, CDS, e Mário Soares

[...] O PPD com Sá Carneiro, apoiou desde a primeira hora a tentativa de golpe.
[...] É uma evidência que [...] o PPD estava não só desejando, mas ainda pensando, que Spínola poderia sobreviver à derrota e ficar em Belém à frente da JSN com os plenos poderes [...].
O CDS tinha também, no dia 17, manifestado o seu apoio à manifestação. Freitas do Amaral, [...] em artigos e entrevistas publicadas no 20.° aniversário da Revolução de Abril, faz importantes revelações que confirmam a sua cumplicidade. [...] E diz depois que esteve contra a «maioria silenciosa». Esclarecedora contradição. [...] Teria estado contra porque a manifestação «estava antecipadamente condenada ao fracasso» - o que significa que, se tivesse êxito ou tivesse sido «adiada para momento mais oportuno» como em certa altura pensou [...], estaria «por». [...]Uma vez mais, no 28 de Setembro, Spínola teve em Freitas do Amaral qualificado e dedicado colaborador.
[..] É o próprio Mário Soares quem, 20 anos mais tarde, lembra que «estava no estrangeiro, em Nova lorque, na ONU» [...] e que «tomou conhecimento do 28 de Setembro em Estrasburgo», quando usava da palavra na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa «vindo na noite anterior de Nova lorque»[...].
[...] Se, [...] durante a sua estadia se encontrou em Washington com altos responsáveis do governo dos Estados Unidos, não era certamente em passeio turístico, nem a passar férias. [...] Ele e a delegação do PS encontraram-se com Kissinger a quem informaram (precisamente nas vésperas do golpe anunciado) «da possibilidade de um cenário comunista para Portugal», Soares não desmentiu. [...] Não é difícil concluir que assim foi, até pelas declarações e revelações que Soares fez 20 anos mais tarde. [...] «Se o general Spínola, por quem eu tenho muito carinho, se tem aproximado mais de nós, socialistas, e nos tem ouvido - coisa que nunca fez [?] enquanto foi Presidente da República - é óbvio que nunca o deixaríamos demitir-se. [...] Deu de mão beijada um argumento enorme àqueles que queriam acelerar o processo revolucionário. Tiveram o pretexto [?] ideal!» [...]. Houve, é certo, dirigentes regionais do PS que participaram na luta contra a tentativa de golpe. Houve algumas declarações soltas aqui e além. Mas ninguém viu o PS no duro combate contra Spínola, que já vinha de trás. Ninguém viu o PS nas barragens. Ninguém os viu nas entradas de Lisboa. Só já depois de derrotada a «maioria sïlenciosa», o PS aparece a condenar a manifestação [...].
[...] Logo a seguir à derrota, Spínola passou a residir na sua quinta em Massamá e dirigentes do PS, nomeadamente Manuel Alegre, Vítor Cunha Rego e Edmundo Pedro, passaram a visitá-lo. Com conhecimento e «estímulo» de Soares, como este agora confessa [...].