09/04/2015

9.569.(9ab2015.7.7') 23maio. DM contra a Monsanto...Herbicidas...Transgénicos...SEMENTE DO DIABO...

Esquecemos o negócio louco da alimentação
Os perigos da agricultura inconsciente
A guerra das multinacionais contra a saúde dos povos
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Ver postagem sobre DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/10/889315out20141717-dia-mundial-da.html
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Via observador:
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As razões do Dia Mundial contra a Monsanto

150506-Monsanto
http://outraspalavras.net/destaques/as-razoes-do-dia-mundial-contra-a-monsanto/
Dezenas de países preparam, em 23/5, protesto contra transnacional que, além de atentar contra ambiente e agricultores, envolveu-se com submundo da política e dos exércitos privados
Por Luã Braga de Oliveira
Você sabia que existe um Dia Mundial Contra a Monsanto? Muitos não conhecem a empresa pelo nome, ou talvez tenham apenas ouvido falar dela, sem saber ao certo seu setor ou posicionamento. Entretanto, quase todo mundo faz uso contínuo de alimentos a base dos organismos geneticamente modificados (OGMs) produzidos e vendidos pela corporação.
O fato é que este ano a Marcha Mundial Contra a Monsanto ocorrerá no dia 23 de Maio e levará milhares de pessoas as ruas, por todo o mundo, para protestar contra a atuação e práticas da corporação. Mas por que existe um dia mundial dedicado exclusivamente à denúncia deste gigante da agroquímica? O que de tão nefasto representa esta empresa? Vamos tentar relembrar os principais fatos da trajetória da Monsanto que a fizeram se considerada pela revista Fortune como “possivelmente a corporação mais temida da América”. Prejuízos aos pequenos agricultores, possíveis danos à saúde e meio ambiente, formação de lobby, manipulação de pesquisas científicas e até a contratação de mercenários são algumas das polêmicas nas quais a empresa se envolveu ao longo de seus 103 anos de existência.
A Monsanto é uma multinacional de alcance global da área de agricultura e biotecnologia. É especializada em engenharia genética (produção de organismos geneticamente modificados), sementes e herbicidas. Criada em 1901 como uma companhia novata na área da engenharia química, aos poucos tornou-se a maior empresa do mundo no setor, fornecendo produtos à base de organismos geneticamente modificados para gigantes como a Coca-Cola, a Pepsico e a Kraft. Hoje, controla 90% do mercado de sementes transgênicas do mundo – consagrando-se como um dos maiores monopólios já vistos. O crescimento da empresa foi vertiginoso. Recentemente, ela adquiriu diversas empresas na América do Sul e no Leste Europeu, dominando consistentes fatias de mercado em países como Argentina, México e Brasil – onde está presente há quase 60 anos.
Este crescimento tem representado uma ameaça real à sobrevivência de pequenos produtores em todo o mundo. Em seus contratos de venda de sementes, a Monsanto prevê que os pequenos produtores não poderão guardar nenhuma semente e são obrigados a permitir que a empresa vistorie suas plantações a qualquer momento. Além disso, as sementes geneticamente modificadas são apenas tratadas com os herbicidas vendidos pela própria companhia, fato que condiciona os agricultores à dependência. De todo modo, os impactos dos produtos geneticamente modificados comercializados pela Monsanto vão além da esfera socioeconômica.
Um estudo de 2009 do Journal of Biologycal Science¹ mostrou que o consumo do milho proveniente da semente geneticamente modificada pode produzir efeitos negativos em órgãos como os rins e o fígado. Outro estudo, publicado em 2012 na Food And Chemical Toxicology², constatou que ratos submetidos a uma dieta à base de organismos geneticamente modificados morrem mais rápido e são mais propensos ao desenvolvimento de câncer. Para chegar a esta conclusão, cientistas administraram em 200 ratos, durante dois anos, três dietas distintas: uma à base de milho convencional, outra a base do milho transgênico NK603 e outra a base do NK603 tratado com o herbicida RoundUp. Tanto o milho transgênico NK603 como o herbicida RoundUp (o mais utilizado do mundo) são pertencentes à Monsanto. O resultado foi a morte acelerada de parte dos ratos e o aparecimento de tumores enormes naqueles cuja base da dieta fora o milho transgêncio NK603, da Monsanto.
A pesquisa divulgada pela Food And Chemical Toxicology gerou controvérsias. Enquanto recebeu o apoio de diversos cientistas pelo mundo, alguns a criticaram, afirmando que houve viés na metodologia, o número de ratos fora inadequado e aquele tipo de rato de laboratório já possuía propensão ao desenvolvimento de tumores. Após forte pressão, a revista cedeu e, um ano depois, anunciou a retirada do estudo por ela publicado. A decisão, todavia, não agradou ao principal autor da pesquisa – o diretor científico do Comitê para Investigação e Informação Independente sobre Engenharia Genética da França, Gilles-Éric Séralini. O cientista reafirmou que a pesquisa não continha fraudes e que, caso a revista insistisse em sua decisão de retirar a publicação, iria acioná-la judiciamente por danos morais. A despeito da pesquisa de Séralini, outras pesquisas ao longo das décadas já confirmaram em condições similares os efeitos dos organismos geneticamente modificados sobre a saúde humana. Além disso, as empresas que controlam o setor – sobretudo a Monsanto – possuem altos níveis de poder acumulado, que lhes permite interferir em pesquisas e políticas públicas por meio da formação de lobby para benefício de seus produtos.
Dessa forma, o poder econômico acumulado pela Monsanto lançou as bases para um acúmulo significativo de poder político. Executivos da Monsanto foram posicionados em cargos estratégicos do governo dos Estados Unidos — dentre eles, a Agência de Proteção Ambiental [“Environmental Protection Agency”, EPA], o ministério da Agricultura [U.S. Departament of Agriculture”, USDA] e o Comitê Consultivo do Presidente Obama para Política Comercial e Negociações. A Monsanto ainda posicionou funcionários em cargos estratégicos em universidades pelo mundo, dentre elas a South Dakota State University, o Arizona State’s Biodesign Institute e a Washington University. Desde 1980, políticas federais americanas têm incentivado instituições públicas de ensino a produzir pesquisas nas áreas agrícola e de biotecnologia em parceria com empresas privadas. Em consonância com esta política, a Monsanto tem inundado instituições públicas de ensino com investimentos. Em troca, tem seus produtos protegidos e fortalecidos por um arcabouço de pesquisas técnicas e científicas com viés favorável.
Além de cargos no governo e na academia norte-americana, executivos da Monsanto posicionaram-se em cargos em instituições-chave para política alimentar e científica de seu país ou de âmbito internacional, como o “International Food and Agricultural Trade Policy Council”, o “Council for Bitechnology Information”, a “United Kingdom Academy of Medicine”, a “National Academy of Sciences Biological Weapons Working Group”, a “CropLife International” e o “Council of Foreign Relations”.
Naturalmente, as posições privilegiadas alcançadas pela Monsanto renderam-lhe excelentes retornos. Em 1993, a Agência para Alimentação e Medicamentos [Food and Drug Administration”, FDA] dos EUA aprovou o uso de um produto denominado “Hormônio de Crescimento Bovino” [Recombinant Bovine Hormone, ou rBGH]. Desenvolvido pela Monsanto, trata-se de uma droga hormonal injetada em vacas de modo a incentivar a produção de leite. O rBGH foi a primeira substância geneticamente modificada aprovada pelo FDA.
A aprovação foi no mínimo controversa. Estudos apontaram que o rBGH produziria sérios impactos na saúde física e psicológica das vacas. O mais comum deles, a mastite bovina, é tratada com base na administração de antibióticos. A exposição constante das bactérias aos antibióticos contribui para a criação de bactérias resistentes que podem infectar seres humanos. Além disso, alguns estudos também apontaram que o consumo do leite com resíduos do hormônio aumentaria o risco de desenvolvimento de câncer de colo, de mama e de próstata. A substância é proibida nos 27 países da União Europeia, mas graças ao poderoso lobby da Monsanto nos EUA sua utilização é liberada – o que também ocorre no Brasil…
Após a aprovação do uso do rGHB pelo FDA, funcionários ligados à Monsanto que trabalhavam na FDA foram investigados pelo Escritório de Prestação de Contas do Governo [Government Accountability Office” (GAO)] por formação de lobby. O GAO investigou os executivos Michael Taylor, Margaret Miller e Suzanne Sechen. Os três funcionários tiveram ativa participação no desenvolvimento da droga e, posteriormente, exerceram funções na FDA, tornando-se responsáveis pela avaliação e aprovação do produto que ajudaram a desenvolver. Ao fim da investigação, o GAO concluiu que não havia dispositivos legais para incriminar os envolvidos e que não havia provas cabais de conflitos de interesses no caso.
Em 2012, a empresa opôs-se à chamada Proposition 37 – apelidada pelos americanos de Iniciativa pelo Direito a Saber [Right to Know initiative]. A iniciativa propunha-se a promulgar, no estado da Califórnia, uma lei no obrigando as empresas que vendessem produtos à base de ingredientes geneticamente modificados a neles instalarem rótulos visíveis alertando para tal fato, evitando assim a venda destes produtos como naturais. Esta iniciativa, no entanto, não passara incólume pelo imenso poder de barganha das grandes indústrias do setor, sendo a Monsanto sua “ponta-de-lança”. Empresas como Nestlé e Mars Inc. despejaram mais de 370 mil dólares em campanha contra o projeto. Só a Monsanto despejou, sozinha, 8,1 milhões de dólares em campanhas contra a iniciativa, estabelecendo-se como doadora majoritária em uma campanha que totalizou 45 milhões de dólares arrecadados de diversas empresas envolvidas na derrubada da proposta. É claro que com todo este empenho a iniciativa não prosperou e os californianos não conquistaram o direito de saber a procedência do alimento estão ingerindo.
No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou, em 28 abril deste ano, por ampla maioria o Projeto de Lei 4.148/2008³, de autoria do deputado ruralista Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que ao contrário da legislação vigente (baseada na Lei 11.105/2005) propõe a não obrigatoriedade da rotulagem de alimentos a base de OGMs.
Para além das polêmicas e controvérsias citadas até agora, a Monsanto ainda guarda em sua história íntimas relações com o poder militar. É fato público e conhecido o fornecimento do famoso Agente Laranja lançado nas plantações do Vietnan pelas forças armadas norte-americanas que guerreavam para manter o país sob dominação. As consequências, entre as populações que serviram de alvo, foram sentidas por muitos anos. O que pouco se sabe é que há indícios de ligações da Monsanto com forças militares mercenárias. A empresa contratou serviços de espionagem de empresas ligadas a conhecida antiga Blackwater (agora XE) – uma das maiores companhias militares privadas do mundo. Segundo documentos obtidos pela revisga The Nationa empresa usou de serviços oferecidos por duas empresas de espionagem – “Total Intelligence Solutions” e “Terrorism Research Center” – cuja propriedade é do dono e fundador da XE, Eric Prince. Os documentos apontam que entre os serviços prestados à Monsanto por estas empresas estão a infiltração de espiões em movimentos sociais, ONGs e entidades protetoras dos animais e de combate aos transgênicos. Alguns sugerem que esta relação da Monsanto com empresas de espionagem explique o misterioso vírus que atacou os computadores de ativistas da organização “Amigos da Terra” e da “Federação para o Meio Ambiente e Proteção à Natureza” da Alemanha. O ataque se deu no contexto de apresentação de uma pesquisa realizada por estas entidades sobre os efeitos da substância glisofato no corpo humano. O glisofato é base de um dos produtos mais rentáveis vendidos pela monsato – o herbicida RoundUp. A empresa afirmou que não teve e jamais teria envolvimento no fato.
O histórico e a atuação da Monsanto no seu setor, considerando todas as polêmicas e controvérsias nas quais a corporação se envolveu, trazem à tona o necessário debate acerca dos custos e benefícios envolvidos no desenvolvimento de organismos geneticamente modificados. Se por um lado a biotecnologia e a agroquímica trouxeram crescente otimização da produção e distribuição de insumos, é necessário refletir acerca das consequências do uso destes insumos, da garantia da liberdade de pesquisa com relação a seus efeitos e principalmente das consequências da extrema concentração deste mercado nas mãos de pouquíssimas corporações. Afinal de contas, como dito, não é todo dia que uma empresa ganha um Dia Internacional de protestos contra si.
A maior parte das informações aqui relacionadas pode ser encontrada no relatório “Monsanto: A Corporate Profile”, da ONG Food & Water Watch. Além disso, o portal “Esquerda.net” possuiu um dossiê completo da empresa e sua atuação pelo mundo. Para os que preferem material audiovisual, existe uma série documentários que tratam de maneira crítica da questão dos transgêncios e das poderosas corporações do setor. São alguns deles eles: “Food Inc”, “The future of Food”, “El Mundo Según Monsanto” e “Seeds of Free”. O site oficial da Marcha Mundial Contra a Monsanto pode ser acessado em: http://www.march-against-monsanto.com/.

REFERÊNCIAS
¹ Disponível em : http://www.ijbs.com/v05p0706.htm
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Herbicida mais usado no mundo pode causar cancro

O alerta é da Organização Mundial de Saúde mas a empresa que o produz, a Monsanto, diz que a conclusão é precipitada e já pediu uma reunião de urgência. O produto está à venda em Portugal.

http://observador.pt/2015/03/23/herbicida-mais-usado-no-mundo-pode-causar-cancro/
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Via Maria Elisa Ribeiro
e i online:
Monsanto. A “semente do Diabo” que controla os transgénicos do mundo

http://www.ionline.pt/artigos/portugal/monsanto-semente-diabo-controla-os-transgenicos-mundo
Tem o monopólio da produção transgénica em todo o mundo e resiste a todos os ataques. O segredo? A bênção do governo americano

O apresentador da HBO Bill Maher deu-lhe o nome de “semente do Diabo”, a revista “Fortune” identifica-a como “a corporação mais temida da América” e, em 2013, os leitores da revista “Natural News” elegeram a empresa como a mais perigosa do ano. As acusações sucedem--se, assim como as manifestações contra o seu trabalho e os estudos sobre a qualidade dos seus produtos. Contrariando a onda negativa que a cerca, a Monsanto mantém-se líder de mercado no que toca aos transgénicos e, o ano passado, registou lucros de 1,6 mil milhões de dólares.
As contradições não se ficam por aqui. Ao mesmo tempo que financia a educação de crianças nas aldeias do Vietname e é considerada uma das empresa que mais promovem a igualdade LGBT, conta com protestos a nível mundial ou denúncias que envolvem a suspeita de publicação de dados falsos sobre os seus produtos e ameaças aos agricultores. Mas antes de entrar no debate ético sobre a agricultura transgénica, vamos aos números. A Monsanto tem 404 instalações em 66 países, das quais 146 estão espalhadas por 33 estados americanos. Emprega 21 183 funcionários a nível mundial, 10 277 dos quais nos EUA. Tem mais de 1676 patentes sobre sementes, plantas e outras aplicações agrícolas e controla mais de 90% das sementes transgénicas vendidas em todo o mundo.
Apesar de estar presente em quase todo o mundo e de os alimentos geneticamente modificados estarem nas prateleiras dos supermercados há mais de duas décadas, as incertezas sobre as consequências para a saúde ainda inquietam muita gente. A Monsanto assegura que todos os produtos são testados e só são comercializados quando se prova que não afectam a saúde, mas a resposta não convence as organizações ambientais e a comunidade científica.
Jeffrey Smith, director do Instituto de Responsabilidade Tecnológica dos EUA, garante que as análises feitas em animais alimentados por produtos geneticamente modificados mostram que houve problemas intestinais, baixa imunidade, baixo nível de reprodução, morte prematura e desenvolvimento de tumores. “Os estudos mais recentes estão a causar medo entre os norte-americanos”, conta ao i o investigador. Nos Estados Unidos, 40% das pessoas dizem que estão a evitar alimentos transgénicos, mas a maioria fica confusa ao escolher os produtos. O especialista explica que, apesar de a rotulagem a indicar processamento de alimentos não ser obrigatória, algumas empresas estão, de forma voluntária, a dar essa informação. “Em apenas um ano, os produtos que se dizem livres de modificação genética tiveram um aumento substancial de vendas”, conta, alimentando a esperança de “pôr um fim” ao império de empresas como a Monsanto. “Os consumidores estão a rejeitar este tipo de produtos e vão obrigar as empresas a mudar o seu tipo de produção.”
Herbicidas Mais céptica quanto ao fim da Monsanto é a bióloga Margarida Silva, que prevê “um futuro brilhante” para a multinacional. “A Monsanto retira 30% dos lucros da venda do herbicida e pelo menos mais 30% da venda de sementes resistentes ao herbicida”, explica ao i, recordando a mais recente polémica em que a empresa se viu envolvida. As análises feitas ao glifosato, um dos herbicidas mais vendidos do mundo – e o mais vendido em Portugal – indicam que o produto possa ser um “carcinogéneo provável para o ser humano”, informação já negada pela empresa. A discussão ficou à espera de mais dados, assim como o Ministério do Ambiente português que revelou, a semana passada, que irá aguardar as autoridades europeias para decidir sobre a segurança dos glifosatos, o herbicida mais vendido em Portugal – cerca de 64% do total. “A prova de que este herbicida provoca cancro seria o suficiente para levar à implosão da Monsanto, e por isso a empresa vai influenciar os dados, como já fez anteriormente”, acusa Margarida Silva, autora do livro “Alimentos Transgénicos, Um Guia para Consumidores Cautelosos”.
Com produções geneticamente modificadas, a Monsanto junta ao controlo da produção alimentar o monopólio dos herbicidas usados para matar as ervas daninhas. O problema surge quando, ao longo de décadas de uso em grande escala, essas ervas se tornam resistentes aos produtos nocivos. “Os agricultores passaram a ter de usar doses gigantescas de herbicidas, ao ponto de a Monsanto financiar os seus agricultores para que possam comprar outro tipo de herbicidas, alguns até da concorrência”, denuncia a bióloga. Só nos Estados Unidos, calcula-se que apareceram cerca de 130 plantas daninhas resistentes a herbicidas em 4,45 milhões de hectares de culturas.
Monopólio Ultrapassando todas as forças que se unem contra o seu poder, a Monsanto resiste no tempo, mais precisamente desde 1901, ano da sua fundação. Longe vão os tempos em que a sacarina era o seu produto principal, que vendia à indústria alimentar e à Coca-Cola em particular. Ao acompanhar a industrialização, especializou-se na produção de ácido sulfúrico, plásticos e químicos agrícolas. O apoio governamental foi essencial para o seu crescimento mais recente e as ligações entre a empresa e a administração dos EUA tornam-se difíceis de esconder. Os membros da direcção da Monsanto têm ocupado lugares na Protecção Ambiental Americana (EPA) e na assessoria do Departamento de Agricultura do governo. A Wikileaks deu mais golpe ao divulgar 900 mensagens que mostraram como o governo norte-americano gastou dinheiros públicos para promover a Monsanto e levar os transgénicos a vários outros países.
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ECONOMIA E NEGÓCIOS07 de Abril de 2015 | atualizado em 07/04/2015

Monsanto e Bayer apostam em novas empresas agrícolas

Parcerias devem garantir a participação das gigantes no desenvolvimento de tecnologias em alimentos e prevenção de pragas

POR ESTADÃO CONTEÚDO
***http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Economia-e-Negocios/noticia/2015/04/monsanto-e-bayer-apostam-em-novas-empresas-agricolas.html