17/04/2015

9.951.(17ab2015.7.22') Neste dia...18abril...vou rELEVAR: UM+33.avÔ, Bento Jesus Caraça, Albert Einstein e a poesia de Joaquim Pessoa:

2017
UM+33.avÔ
66anos ao meio dia
*
será que consigo concretizar
o LIvro?
lançá-lo a 24 ouTUbro
6 exemplARES
 pelo ar do teRRaço
do CCCELA (6 letras)
6h da tARDE
6' MInuTOS
6" segundos e faz~e-lo pRIMeiro
com título: O MIolo das paLAVRAS e outras febres
com 66 páginas par com rascunhos poÉTICOS
com 66 páginas Ímpar com textos de intervenções políticas
com 66 imAGEns
com ilustrAÇÕES da Irina
***
2016
33.avô
65 anos é muito mês...dia,
 muito agHora
imensidão de miNUtos
e tantos segundos
                       primeiros
**
paREDES by Adelino Pataias

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154117050849819&set=a.10150262398389819.346034.835759818&type=3&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154117697624819&set=a.10150262398389819.346034.835759818&type=3&theater
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s.MARtinho by João Moura

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1012256622183453&set=gm.10154217903653969&type=3&theater
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2009

O Património e a Ciência

respiguei do comunicado de imprensa da CMMGrande
sobre o DIMonumentos e Sítios
"O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo ICOMOS em 18 de
Abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte. A partir de então,
esta data comemorativa tem vindo a oferecer a oportunidade de aumentar a
consciência pública relativamente à diversidade do património e aos esforços
necessários para o proteger e conservar, permitindo, ainda, alertar para a sua
vulnerabilidade.
Os temas anualmente sugeridos pelo ICOMOS pretendem promover o
estabelecimento de uma ligação efectiva entre as realidades locais, regionais,
nacionais e internacionais. Representando um momento anual de celebração
da diversidade patrimonial, pretende-se que o dia 18 de Abril constitua um
marco comemorativo do património nacional, mas que celebre, também, a
solidariedade internacional em torno da salvaguarda e da valorização do
património de todo o mundo.
Em complemento à declaração, pelas Nações Unidas, de 2009 como Ano
Internacional da Astronomia, o ICOMOS elegeu .Património e Ciência. como
tema estruturante do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios de 2009, com
o objectivo de proporcionar uma oportunidade de reflexão e de
reconhecimento do papel da ciência (e da tecnologia) no património cultural,
e, ainda, de incentivar a discussão sobre os potenciais benefícios da ciência
no futuro no tocante à salvaguarda e à conservação do património.
A relação da ciência com o património pode ser encarada sob dois pontos de
vista: por um lado, o papel da ciência (e do progresso científico) na criação
do património, considerando que a formação do património tangível é o
resultado histórico da aplicação de conhecimentos técnico-científicos; por
outro, o contributo da ciência (e da tecnologia) na conservação, no estudo e,
até, na compreensão do património, revelando a pluridisciplinaridade e a
diversidade de áreas científicas actualmente envolvidas nos trabalhos de
preservação do património e os rápidos avanços científicos e tecnológicos das
últimas décadas."
***
1901
 Bento Jesus Caraça - grande camarada, SG do PCP, matemático:" Eduquemos e cultivemos a consciência humana, acordemo-la quando estiver
adormecida,demos a cada um a consciência completa de todos os seus direitos
e de todos os seus deveres, da sua dignidade, da sua liberdade.
Sejamos homens livres, dentro do mais belo e nobre conceito de liberdade o
reconhecimento a todos os direitos ao completo e amplo desenvolvimento das
suas capacidades"...

http://uniralcobaca.blogspot.pt/2011/04/443818abril10h10-bom-dia-sessenta.html
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1955
morreu Albert Einstein
 1 vivaaaaaaaaaaaaa à sua obra: "A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma
que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos."

http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/08/17ag2014111-albert-einstein.html
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 e a poesia de Joaquim Pessoa:
GOSTO DE GOSTAR DE TI
Gosto de gostar de ti. É mais uma oportunidade que dou a mim
mesmo de te pertencer. A flecha só morre dentro do pássaro.
in  O POETA ENAMORADO (Os Poemas de Amor)
Prefácio de Guilherme Antunes. A editar brevemente
pela Editora Edições Esgotadas.
*
Foto de Cristina Bernardino.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=924037767646850&set=a.375730062477626.99016.100001219052076&type=1&theater
O Amor é...

O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida. 
O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força. 
O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz. 
O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda. 
Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te. 
O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz. 
O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso. 
in 'Ano Comum'

Margarita Sikorskaia
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Bastava-nos Amar
Bastava-nos amar. E não bastava
o mar. E o corpo? O corpo que se enleia?
O vento como um barco: a navegar. 
Pelo mar. Por um rio ou uma veia.
Bastava-nos ficar. E não bastava
o mar a querer doer em cada ideia.
Já não bastava olhar. Urgente: amar.
E ficar. E fazermos uma teia.
Respirar. Respirar. Até que o mar
pudesse ser amor em maré cheia.
E bastava. Bastava respirar
a tua pele molhada de sereia.
Bastava, sim, encher o peito de ar.
Fazer amor contigo sobre a areia.
 in 'Português Suave'