25/01/2018

2.590.(25jan2018.7.7') Joan Miró

Nasceu a 20ab1893
morreu a 25dez1983
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https://www.google.pt/search?q=joan+mir%C3%B3+in+avante&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=HBIyFJNBLe-RqM%253A%252CdOsL30ozzBr4HM%252C_&usg=__WwrkMAbZ_juayTbWVobpOxvJYAk%3D&sa=X&ved=0ahUKEwi_ltPSiPPYAhVG46QKHZ00AM8Q9QEIPzAD#imgrc=HBIyFJNBLe-RqM:
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biografia via

Publicado a 10/03/2011
As telas vibrantes de Miró transportam o espectador a mundos alienígenas habitados por todos os tipos de criaturas das mais excêntricas. Ao longo de toda a sua vida, Miró sentiu-se profundamente ligado às suas origens Catalãs e ao simbolismo que se encontra tão presente em sua obra, está enraizado neste sentido.
https://www.youtube.com/watch?v=7zU1rJLqx0Y
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estive na Fundação/Museu em Barcelona
momento inesquecível

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20abril1893
 Joan Miró
"Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente."
https://www.youtube.com/watch?v=DswoRIMfDBI***
25dez1983
morreu Joan Miró
https://www.youtube.com/watch?v=DswoRIMfDBI
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25jan2018
Via Teresa Salvador
“...Um quadro surge de pinceladas, como um poema surge das palavras. O significado vem depois...”
Foto de Maria Teresa Duarte Salvador.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1972912206362765&set=a.1375859656068026.1073741828.100009320132020&type=3&theater
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11jan2018
As obras foram expostas pela primeira vez em Serralves, e estão agora — na totalidade — em exposição no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, até 13 de Fevereiro.

DGPC paga perto de 70 mil euros a Serralves pela exposição dos Miró na Ajuda

https://www.publico.pt/joan-miro
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12dez2017

Câmara do Porto irá pagar manutenção e seguro dos Mirós


A decisão só terá efeitos práticos quando a colecção, que ainda se mantém formalmente na tutela do Ministério das Finanças, estiver definitivamente à guarda da autarquia.
https://www.publico.pt/2017/12/12/culturaipsilon/noticia/camara-do-porto-ira-pagar-manutencao-e-seguro-dos-miros-1795791
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13ouTUbro2016
Jornadas Parlamentares do PCP, no Porto
O «pincel de fogo» de Miró

A ida à exposição de Joan Miró, patente desde o início deste mês no Museu de Serralves, foi um dos pontos fortes do programa de reuniões e visitas realizadas no âmbito das Jornadas.

Realizando-se estas no Porto, dir-se-ia obrigatório não perder o ensejo de conhecer uma parte significativa da obra do pintor catalão – em exposição estão 78 quadros dos 85 que compõem a colecção que é hoje património do Estado português e que finalmente pode ser vista por todos –, conhecida como é a posição de sempre do PCP de intransigente defesa de uma política de apoio efectivo às Artes e à Cultura.

Na manhã desta segunda-feira, ainda antes mesmo do início formal das Jornadas, foi com cordialidade e grande simpatia que a delegação do PCP, acompanhada dos jornalistas, foi recebida em Serralves por responsáveis máximos da Fundação, incluindo a presidente do conselho de administração, Ana Pinho, e pela coordenadora do Centro Educativo, Denise Pollini.

Coube a esta, aliás, com grande entrega e competência, ser a guia que ajudou os visitantes a melhor conhecer e compreender os trabalhos que compõem esta «Joan Miró, Materialidade e Metamorfose», num percurso que vai de 1924 a 1981, abrangendo praticamente toda a sua actividade artística.

O trabalho de um artista que soube «materializar o espírito do tempo», que soube incorporar nas suas obras múltiplos materiais, explorando-os, sem medo, com novas técnicas (o fogo, por exemplo), e que, como fez nas peças em tapeçaria, «extrapolou a bidimensionalidade». E ao não ter medo das experimentação, como foi dito, assumiu um claro «desafio aos conservadores». Foi esta obra representativa de um percurso de seis décadas de intensa criação artística de Miró que todos puderam apreciar, naquele exemplar único de arquitectura Art Déco, dos anos 30, que é a Casa de Serralves, onde, também pela sensibilidade do projecto expositivo de Álvaro Siza Vieira, se estabelece um diálogo perfeito entre a arquitectura do edifício e a geometria, a plasticidade dos elementos e a inovadora linguagem de símbolos que Miró desenvolveu.

No final da visita, João Oliveira considerou que a exposição das obras de Miró é corolário de um «processo moroso, exigente, para evitar que a colecção fosse vendida pelo governo, pela calada, ao estrangeiro».

Exposição que disse ter um «valor inestimável», porquanto, «independentemente do valor que as leiloeiras possam atribuir a estas obras, nada se compara ao valor que representa o estarem acessíveis à fruição do povo português, ao próprio estudo da comunidade académica e artística».

Ter travado o processo de venda, mantido as obras no País, feito esta exposição de Miró e possibilitado a sua presença na Casa de Serralves comprova, ainda, na perspectiva do líder parlamentar comunista, o «crime que teria sido a sua alienação, em vez de a colocar ao serviço do povo e do direito à fruição cultural»
http://www.avante.pt/pt/2237/assembleiadarepublica/142467/
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4fev2014

Perguntas e respostas sobre a colecção Miró do Banco Português de Negócios


A colecção é descrita pela leiloeira Christie’s como “uma das mais extensas e impressionantes ofertas de trabalhos do artista que alguma vez foi a leilão”.
https://www.publico.pt/2014/02/04/culturaipsilon/noticia/perguntas-e-respostas-sobre-a-coleccao-miro-do-banco-portugues-de-negocios-1622303