Dilma Rousseff /BRASIL
Nasceu a 14dezembro1947
https://uniralcobaca.blogspot.com/2014/06/brasil.html
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https://en.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff
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Indira Gandhi / ÍNDIA
Nasceu a 19noVEMbro1917
e morreu a 31ouTUbro1984
https://pt.wikipedia.org/wiki/Indira_Gandhi
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Indira Gandhi foi a primeira mulher a se tornar chefe de governo na Índia em uma atuação bastante polêmica. Com uma força e determinação únicas Indira governou por 18 anos exercendo uma influência decisiva na história daquele país e adquirindo uma grande reputação no mundo todo como líder política.

Estátua de cera de Indira Gandhi, Museu Madame Tussauds (Londres, Inglaterra). Foto: Yuri Turkov / Shutterstock.com
Indira estudou em colégios na Índia, Suíça e depois na Inglaterra onde cursou o Somerville College, em Oxford, estudando administração pública e social, história e antropologia. Ela também fez parte da ala estudantil do Partido Trabalhista britânico e se inscreveu na Cruz Vermelha Internacional na época da II Guerra Mundial, mas trabalhou por pouco tempo nessa instituição como motorista de ambulância.
Em 1942, após a revolução indiana, Indira volta para casa e casa-se com Feroze Gandhi, um jornalista de Allahabad que participara do movimento do Congresso e era seu amigo de infância. Sua família reprovou a união pois Feroze era de outra religião. Indira chegou a dizer mais tarde: “Ninguém queria aquele casamento, ninguém.” e “Toda a Índia foi contra nós.” (Fonte: NYT). Com Feroze, Indira teve dois filhos Rajiv, nascido em 1944 e Sanjay, em 1946.
Em 1946 seu pai se torna Primeiro Ministro do Governo Provisório da Índia e Indira passa a trabalhar com ele como sua assessora. Com a morte de seu pai em 1964, Lal Bahadur Shastri se torna seu sucessor e Indira Gandhi aos 47 anos, pela primeira é eleita para o Parlamento tornando-se a Ministra de Informação e Comunicações durante o governo de Shastri.
Shastri morre em 1966 e o partido procura outra pessoa de peso para colocar em seu lugar. Assim, em 1967 Indira é eleita ainda que com minoria de votos, tornando-se a Primeira Ministra da Índia e a única mulher desde então a assumir um cargo de chefe de governo naquele país.
Com mãos de ferro, Indira logo tomou as rédeas do governo indiano e, causando grande polêmica, realizou um programa de nacionalização dos bancos causando divergências na chefia do Partido do Congresso. Entre outras decisões importantes, Indira assinou um tratado de amizade com a União Soviética em 1971, prestou apoio militar ao movimento liderado por Mujibur Rahman que em 1971 conseguiu a separação da parte leste do país, nomeada de Bangladesh.
Indira foi responsável em grande parte pela vitória da Índia no conflito contra o Paquistão (1971) e pelo rápido desenvolvimento da indústria nuclear na Índia em 1974, medidas que corroboraram sua fama entre os cidadãos e a classe média indiana.
Porém em 1975 ela foi acusada pela Alta Corte de Allahabad de ter se utilizado de práticas ilegais durante sua última campanha. Em resposta, Indira decretou estado de emergência, passando a governar com poderes quase ditatoriais.
Sua campanha que tinha como slogan “Abolish Poverty” (algo como: Abaixo a Pobreza) promoveu campanhas para tentar erradicar a corrupção e a miséria em grande parte causada pelo rápido e desorganizado crescimento populacional (embora não se possa ignorar o fato de que a sociedade de castas tenha sua parcela de culpa), através de um intenso programa de controle do crescimento que incluía a esterilização em massa obrigatória de grande parte da população.
Nas novas eleições em 1977 Indira foi derrotada nas eleições, mas novamente o partido foi dividido e a frente do novo partido Indira consegue se eleger em 1980 com maioria esmagadora de votos.
No mesmo ano seu filho mais novo Sanjay sofre um acidente de avião e morre deixando Indira extremamente abalada. Rajiv, seu segundo filho, então se torna se braço direito na política, sendo ele o sucessor de Indira quando da sua morte.
Entretanto os conflitos internos na Índia entre os diferentes grupos religiosos se agravam. Até que em junho de 1984 eclode uma rebelião de militantes do grupo Sikh no norte do estado do Punjab. Para conter a rebelião Indira manda tropas indianas invadirem o Templo Dourado em Amristar, um local sagrado para o grupo religioso Sikh. Após 32 horas a invasão terminou com a morte de 600 pessoas entre militantes Sikh e soldados de acordo com o governo indiano (NYT). Algumas fontes afirmam que na verdade foram cerca de 1200 mortes. Como retaliação ao ataque ao templo Sikh e sua profanação, Indira Gandhi foi assassinada em 31 de outubro de 1984 por dois membros de sua guarda pessoal que pertenciam ao grupo Sikh.
Fontes
http://www.nytimes.com/learning/general/onthisday/bday/1119.html
http://www.sscnet.ucla.edu/southasia/History/Independent/Indira.html
http://educacao.uol.com.br/biografias/klick/0,5387,448-biografia-9,00.jhtm
https://www.infoescola.com/biografias/indira-gandhi/
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"O amor nunca faz reclamações; dá sempre. O amor tolera; jamais se irrita e nunca exerce vingança."
"Não se pode apertar mãos com os punhos fechados."
"Acredito nos jovens que trazem sempre no rosto um fio de optimismo e alegria, como lamparina dentro do coração e o transmitem aos outros."
"Quando há uma tormenta, os passarinhos escondem-se, as águias, porém, voam mais alto."
"Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição lá."
"É um grande privilégio viver uma vida difícil."
"O perdão é uma virtude dos corajosos."
"A educação é uma força libertadora, e na nossa idade é também uma força democratizante, atravessando as barreiras das classes sociais, suavizando as desigualdades impostas pelo nascimento e outras circunstâncias."
"Você deve aprender estar calmo no meio aos afazeres e energicamente vivo enquanto estiver em repouso."
"As pessoas tendem a esquecer dos seus deveres mas lembrarem dos seus direitos."
https://www.pensador.com/autor/indira_gandhi/
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31 de Outubro de 1984: A primeira-ministra indiana, Indira Gandhi, é assassinada, em Nova Deli.
Indira Priyadarshini Gandhi, filha de Jawaharlal Nehru, nasceu a 19 de novembro de 1917, em Allahabad, na Índia. Formou-se na escola de Visva-Bharati e, posteriormente, na Universidade de Cambridge. Em 1929, com 12 anos, Indira fundou o Vanar Sena, organização das crianças no Congresso Indiano. Após a morte da sua mãe, em 1936, Indira estreitou a sua ligação com o pai, tendo em 1938 ingressado como deputada no Congresso.Em 1955, Indira foi eleita para o Comité de Trabalho Nacional e tornou-se presidente do Partido do Congresso entre 1959 e 1960. Durante este período, ela superintendeu o colapso do governo comunista, sob a orientação de Kerala. Em 1964, foi eleita para o parlamento e veio a assumir, mais tarde, o cargo de ministra da Informação e das Comunicações sob presidência do sucessor de Nehru - Lal Bahadur Shastri.
Após a morte de Shastri, em 1966, Indira Gandhi foi eleita primeira-ministra pelo Partido do Congresso e conduziu o seu partido a quatro vitórias consecutivas nas eleições gerais, embora sem uma maioria absoluta. Em 1969, reafirmando a orientação socialista do seu partido, Indira conseguiu o apoio do eleitorado popular no golpe de força contra a tendência conservadora do Congresso por ocasião da eleição presidencial de V. V. Giri (candidato de Gandhi). A cisão entre as várias alas do Congresso, originou uma volta radical na política interna que incluiu a nacionalização dos bancos e das companhias seguradoras.
Em 1971, tendo como temática para a campanha das eleições nacionais o slogan "Erradicar a pobreza", Indira, dado o extremo subdesenvolvimento da Índia, viu a sua imagem projetada a líder nacional e o esbatimento da oposição conservadora dentro do seu próprio partido. O desejo de reforçar a coesão nacional, consolidando ao mesmo tempo a autoridade internacional indiana, afirmou-se através do apoio vitorioso que Indira deu à insurreição do Bengala Paquistanês em dezembro de 1971, dando origem ao Estado de Bangladesh. O tratado de amizade assinado em agosto desse ano com a U. R. S. S. não a impediu de se posicionar como figura dominante da política de não alinhamento dos países do Terceiro Mundo.Internamente, depois dos êxitos nacionais, Indira teve grandes dificuldades em prosseguir a modernização do país. Em 1973, após a descida global nos preços do petróleo e a consequente crise económica, os partidos da oposição geraram uma vaga nacional de contestação contra a inflacção galopante e a corrupção. Em 12 de junho de 1975, Indira Gandhi foi considerada culpada de práticas fraudulentas nas eleições pelo Supremo Tribunal de Allabahad. No dia 25 do mesmo mês, fundamentando-se na constituição indiana, Indira decretou o estado de emergência. Como consequência, a constituição e os direitos vigentes foram suspensos, os líderes da oposição presos, os meios de comunicação censurados, o poder judicial reduzido e 110 mil ativistas políticos detidos. Um programa de reformas económicas e sociais foi estabelecido pela primeira-ministra durante este período. O filho de Indira, Sanjay Gandhi estabeleceu o Congresso da Juventude que instituiu o programa de esterilização forçada, com o objetivo de combater o excesso de demografia no país. O estado de emergência foi levantado em março de 1977 e as eleições para a Assembleia Nacional foram marcadas.
Após a derrota nas eleições de 1977, Indira Gandhi regressou ao poder em 1980 com o seu novo partido: O Congresso I (Indira). Nesse ano, o seu filho Sanjay, o preferido de Indira para a sucessão, morreu num acidente de aviação.
Indira Gandhi continuou a combater vigorosamente as múltiplas reinvindicações nacionalistas dos povos da União Indiana, especialmente as dos Sikhs do Penjabe. No último período (1980-1984) o exercício do poder como primeira-ministra foi marcado pela centralização e pela personalização. Em 1980, Indira desmantelou Akali Dal, o partido Sikh e sediou o governo em Penjabe. Esta medida originou uma escalada de violência tal que a 4 de junho de 1984 Indira ordenou ao exército indiano que erradicasse a resistência militar Sikh, sediada no Templo Dourado. Esta operação designada pelo nome de código "Estrela Azul" resultou na morte de um grande número de pessoas e na alienação permanente da comunidade Sikh. Apesar da operação "Estrela Azul" ter consolidado a popularidade de Indira entre a comunidade Hindu, alguns militares revoltaram-se contra o massacre dos civis Sikhs.
O ressentimento da etnia Sikh culminou com o assassinato de Indira Gandhi, a 31 de outubro de 1984, em Nova Deli, por um elemento Sikh da sua guarda pessoal.Após a morte de Gandhi, sucedeu-lhe de imediato o seu outro filho Rajiv no lugar de primeiro-ministro.
Indira Gandhi. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipédia (Imagens)
Indira Gandhi em 1966
A Família Nehru (Indira é a quarta a contar da esquerda para a direita, na fila superior)
Gandhi jejuando, foto da década de 1920, a criança ao lado é Indira Gandhi
Indira Gandhi com Jacqueline Kennedy , em Nova Delhi, 1962
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/31-de-outubro-de-1984-primeira-ministra.html?fbclid=IwAR2-ewIg-yR3OkpcmmpO6IMFzLCKkVk7TVcjnvrrFd57Rzra13fxOtIfgFw***
Golda Meir /ISRAEL
Nasceu a 3maio1898
e morreu a 8dez1978
https://en.wikipedia.org/wiki/Golda_Meir
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Margaret Thatcher / REINO UNIDO
nasceu a 13ouTUbro1925...Lincolnshire
e morreu a 8abril2013
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Filme com Merryl Streep
A dama de ferro
https://www.youtube.com/watch?v=Z-5V_8CQ20Q
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13 de Outubro de 1925: Nasce Margaret Thatcher
Nasceu no dia 13 de
Outubro de 1925, em Grantham, Lincolnshire. Na Universidade, estudou Química e Direito. No início dos anos 50 fez a sua entrada na política, assumindo-se como um elemento destacado da ala direita do Partido Conservador. Foi eleita pela primeira vez para o Parlamento em 1959.
Depois de ter a seu cargo a pasta da Secretaria de Estado da Educação (1970-1974), tornou-se líder do Partido Conservador, em 1975. A vitória nas eleições de 1979 elevou-a à posição de primeira-ministra. Ocupou o cargo de 1979 e 1990, sendo eleita para três mandatos consecutivos. Em consequência, é reconhecida como uma das figuras mais marcantes da cena política inteernacional dos anos 80.
Adepta de uma política de rigor orçamental e de uma intervenção reduzida do Estado na economia, diminuiu a despesa pública e praticou uma política de austeridade, tendo como fim reduzir a inflação. Em contrapartida, o desemprego triplicou. A popularidade de Thatcher só aumentou quando em 1982 mandou, com êxito, tropas inglesas para as Ilhas Malvinas para impedir que estas fossem ocupadas pela Argentina. Esta vitória assegurou a sua reeleição em 1983.O segundo mandato ficou marcado pela histórica greve dos mineiros (1984-1985), que terminou com a derrota dos grevistas, embora tivesse abalado o Governo; por uma firme política monetária e por uma série de privatizações; no plano externo, pelo vincar da posição britânica no seio da NATO e pela resistência a determinadas políticas da Comunidade Económica Europeia. Em 1984, Thatcher escapou por pouco a uma bomba do IRA, que explodiu durante um congresso partidário.Nova vitória eleitoral em 1987 tornou-a no único político do Reino Unido desde há mais de século e meio eleito por três vezes consecutivas para o cargo de primeiro-ministro. Começou entretanto a ficar isolada no próprio Partido Conservador. Em virtude da crescente oposição interna, renunciou em 1990 à liderança do partido e ao seu lugar no Governo, sendo substituída por John Major. Tendo sido feita baronesa pela rainha Isabel II, a sua atividade política passou a desenvolver-se na Câmara dos Lordes. Faleceu a 8 de Abril de 2013.
Depois de ter a seu cargo a pasta da Secretaria de Estado da Educação (1970-1974), tornou-se líder do Partido Conservador, em 1975. A vitória nas eleições de 1979 elevou-a à posição de primeira-ministra. Ocupou o cargo de 1979 e 1990, sendo eleita para três mandatos consecutivos. Em consequência, é reconhecida como uma das figuras mais marcantes da cena política inteernacional dos anos 80.
Adepta de uma política de rigor orçamental e de uma intervenção reduzida do Estado na economia, diminuiu a despesa pública e praticou uma política de austeridade, tendo como fim reduzir a inflação. Em contrapartida, o desemprego triplicou. A popularidade de Thatcher só aumentou quando em 1982 mandou, com êxito, tropas inglesas para as Ilhas Malvinas para impedir que estas fossem ocupadas pela Argentina. Esta vitória assegurou a sua reeleição em 1983.O segundo mandato ficou marcado pela histórica greve dos mineiros (1984-1985), que terminou com a derrota dos grevistas, embora tivesse abalado o Governo; por uma firme política monetária e por uma série de privatizações; no plano externo, pelo vincar da posição britânica no seio da NATO e pela resistência a determinadas políticas da Comunidade Económica Europeia. Em 1984, Thatcher escapou por pouco a uma bomba do IRA, que explodiu durante um congresso partidário.Nova vitória eleitoral em 1987 tornou-a no único político do Reino Unido desde há mais de século e meio eleito por três vezes consecutivas para o cargo de primeiro-ministro. Começou entretanto a ficar isolada no próprio Partido Conservador. Em virtude da crescente oposição interna, renunciou em 1990 à liderança do partido e ao seu lugar no Governo, sendo substituída por John Major. Tendo sido feita baronesa pela rainha Isabel II, a sua atividade política passou a desenvolver-se na Câmara dos Lordes. Faleceu a 8 de Abril de 2013.
Margaret Thatcher. In Infopédia [Em
linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
wikipedia (imagens)

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22 de maio de 2017
10 Mulheres Esquecidas Que Secretamente Governaram o Mundo
Ao longo da história, algumas mulheres notáveis conseguiram chegar ao
topo das sociedades dominadas pelos homens e assumir o poder por direito
próprio. Os seus nomes ecoam através da história: Hatshepsut,
Cleopatra, Wu Zetian. Mas era mais comum que as mulheres poderosas
precisassem de encobrir o seu domínio através de fantoches masculinos.
Essas mulheres foram em grande parte esquecidas hoje, embora nos
bastidores dominassem alguns dos impérios mais poderosos da história
mundial.
10- Marozia
No início do século X, a Europa parecia estar num estado de declínio terminal. O Império franco estava a desmoronar e o poder dos Vikings pagãos estava em expansão. No sul, os muçulmanos haviam conquistado a Espanha e a Sicília, enquanto os húngaros nómadas haviam varrido os Cárpatos. Apenas a Igreja Católica parecia manter a Europa unida. E a Igreja foi liderada por uma mulher notável: a senadora Marozia.
Marozia era a filha do conde Theophylact, o homem mais poderoso de Roma. Depois da sua morte, Marozia herdou a sua base de poder e declarou-se "Senatrix". Quando o Papa João X tentou desafiá-la, ela mandou-o para a prisão, onde ele rapidamente e misteriosamente morreu. Então, instalou-se uma sucessão de papas fantoches, com ela mesma a ter o verdadeiro poder por trás do Trono de São Pedro.
Mas um incidente minúsculo desviaria todos os grandes planos de Marozia. De um casamento anterior, Marozia teve um filho adolescente chamado Alberic que odiava o seu novo padrasto. Quando Hugh bateu no rosto de Alberic por ter derramado um pouco de água, foi a última gota. Alberic incitou os cidadãos romanos a revoltarem-se contra o estrangeiro Hugh, que só escapou ao descer os muros da cidade com uma corda. Alberic aprisionou então a sua mãe e tomou o seu lugar em Roma.
9- Toregene
Depois de Genghis Khan morrer, o poder passou para o seu terceiro filho, Ogedei. Era um alcoólatra inofensivo escolhido principalmente porque os seus irmãos mais velhos odiavam-se uns aos outros e provavelmente teriam iniciado uma guerra civil. Ogedei parece ter deixado muito do trabalho para governar à sua esposa, Toregene, dado que várias proclamações em seu nome antecederam a sua morte.
Depois de Ogedei beber muito, Toregene tomou oficialmente o poder até que um sucessor pudesse ser elegido. Ela adiou a eleição por 5 anos enquanto governava 1 dos maiores impérios da história, que se estendia da China à Rússia. O sultão Seljuk viajou para prestar-lhe homenagem, assim como o Grande Príncipe Yaroslav, que morreu misteriosamente depois de festejar com ela.
Enquanto governava o império, Toregene procurou assegurar a sua base de poder ao ter o seu filho Guyuk eleito khan. Como todos odiavam Guyuk, isso exigia uma campanha maciça de suborno, que Toregene financiou impondo uma nova e agressiva forma de agricultura tributária. Morreu em 1246, 1 ano depois de finalmente garantir a eleição do seu filho para sucedê-la.
8- Sultã Kosem
A mulher mais poderosa do século 17 chegou a Istambul como escrava por volta de 1600. Era originalmente grega. Mas tomou o nome de Kosem quando foi vendida ao harém imperial, onde logo se tornou a esposa favorita do sultão Ahmed I. Conseguiu obter poder pela primeira vez após a morte de Ahmed, quando manobrava o seu irmão mentalmente doente, Mustafa, que estava no trono.
Mustafa foi rapidamente deposto pelo seu sobrinho Osman e Kosem recuou durante alguns anos. Retornou em 1623 quando o seu filho Murad IV se tornou sultão. (Osman tinha sido assassinado pelos seus escravos-soldados janízaros no ínterim.) Kosem tornou-se regente durante a infância do seu filho, governando o império por mais de uma década.
Kosem novamente tomou o poder em 1640, quando Murad morreu e foi substituído pelo seu irmão mentalmente doente Ibrahim. (Os irmãos mentalmente doentes eram uma espécie de tradição entre os otomanos.) Rapidamente percebeu que Ibrahim era muito errático para controlar e organizou o seu assassinato em 1648. Depois disso, continuou a reger o seu filho Mehmed IV.
7- Turhan
Depois de Mehmed IV assumir o trono, Kosem continuou como regente, dirigindo modestamente os seus ministros por trás de uma cortina ornamentada. Isso era profundamente ressentido pela mãe do menino, Turhan, que pensava que a regência deveria ter sido dela. Mas o poder de Kosem parecia inatacável. Ela comandou a lealdade pessoal do Corpo Janízar e os seus vastos estados fizeram dela uma das pessoas mais ricas da Terra.
Para piorar as coisas, Kosem percebeu que Mehmed e a sua mãe começavam a mostrar sinais de independência e começaram a fazer planos para matá-los. Em 1651, Turhan foi avisado de um plano para envenenar o gelado do sultão e sabia que tinha que agir.
Turhan decidiu que a única opção era um rápido golpe de palácio, não dando tempo a Kosem de convocar os seus aliados janízaros. A 2 de setembro, Turhan e os seus eunucos atacaram rapidamente os apartamentos de Kosem e mataram os guardas. Kosem tentou esconder-se num armário. Mas foi arrastada e estrangulada com algumas cortinas.
Sem Kosem, Turhan tomou a regência e efetivamente governou o império até 1656, quando concordou em transferir o poder para o Grand Vizir Koprulu Mehmed Pasha.
6- Sorghaghtani
Embora quase esquecida hoje, Sorghaghtani era uma das mulheres mais famosas do século 13. O cronista persa Rashid al-Din escreveu que os "grandes emires e tropas" dos mongóis "nunca se desviaram do seu comando." Enquanto isso, um poeta impressionado declarou que "se todas as mulheres fossem como ela, então as mulheres seriam superiores aos homens".
Sorghaghtani era a esposa de Tolui, o filho mais novo de Genghis Khan. Quando Tolui morreu, Sorghaghtani foi nomeado regente das suas propriedades, mesmo que o seu filho mais velho já tivesse 23 anos. Ela rapidamente se estabeleceu no poder e na política mongol e ajudou a colocar Guyuk Khan no trono.
Quando Guyuk morreu em 1248, Sorghaghtani viu a sua oportunidade chegar. Formou uma aliança com o poderoso Batu, khan da Horda de Ouro, e começou uma campanha maciça de suborno para que o seu filho Mongke fosse eleito o Grande Khan. Nisso, era contra a família de Guyuk, mas Sorghaghtani era implacável e até supervisionava pessoalmente a tortura e a execução da esposa de Guyuk, Oghul Qaimish.
Sorghaghtani teve sucesso e os seus 4 filhos tornaram-se Khans poderosos graças aos seus anos de planeamento e de manipulação.
5- Ahhotep
Ahhotep I viveu em tempos interessantes. Em 1500 a.C., o antigo Egito parecia estar a desmoronar sob pressões internas e um grupo temível de invasores conhecidos como os Hyksos. Ahhotep era a esposa-irmã do faraó Seqenenre Tao, que foi executado pelos Hyksos na década de 1560. A análise da sua múmia revela que a sua morte envolveu 2 golpes de machado na cabeça e 1 punhal no pescoço.
Após a morte do seu marido, Ahhotep tornou-se regente do seu filho, Ahmose I. Além de governar o Egito, parece ter reunido pessoalmente as forças do seu marido para combater os rebeldes Hyksos e os egípcios. Depois dessa façanha, começou a usar as "Moscas Douradas de Valor", uma decoração dada aos generais egípcios distintos.
O seu filho mais tarde erigiu uma inscrição em sua honra: "Louvai a dama da terra, a dona das terras, cujo nome é elevado em todos os países estrangeiros, que fez muitos planos... Que cuidou do Egipto." Cuidava das suas tropas, guardava-as, reunia os seus fugitivos, trazia de volta os seus desertores, pacificava o Sul e repeliava aqueles que se rebelavam contra ela.
Ahhotep viveu uma velhice madura (talvez ao redor de 90 anos) e foi enterrado com grande honra, vestindo as Moscas Douradas de Valor em torno do seu pescoço.
4- Zoe
Embora governasse formalmente com uma série de maridos, Zoe foi, sem dúvida, a verdadeira governante do Império Bizantino, que se estendeu pelos Bálcãs e pela Ásia. Na verdade, o seu único rival real era a sua irmã Theodora, que acabou por apossar-se do título de co-imperatriz antes de Zoe conseguir marginalizá-la novamente.
Zoe e Teodora eram as filhas de Constantino VIII. Como o imperador não tinha filhos, Zoe casou-se com o poderoso prefeito urbano Romanos, que se tornou imperador quando Constantino morreu. Zoe exilou imediatamente a sua irmã, envenenou Romanos, e casou-se com o seu mordomo, que foi colocado no trono como Michael IV.
Quando Michael IV morreu, o seu sobrinho tentou agarrar o trono e exilar Zoe. O palácio foi imediatamente atacado por uma multidão enfurecida que exigiu a sua imperatriz de volta. Com os cidadãos de Constantinopla atrás dela, Zoe teve o infeliz usurpador castrado, cego e exilado para um mosteiro.
Infelizmente, a multidão também exigiu Theodora. Zoe foi forçada a aceitar a sua irmã até se casar com Constantino IX Monomachus, que se tornou co-imperador. Zoe dominou o império até à sua morte em 1050, após o que o seu marido e irmã continuaram a governar.
3- Arsinoe
Arsinoe era filha de Ptolomeu I, um general macedónio que havia tomado o Egito quando Alexandre, O Grande, morreu. Arsinoe estava casado com Lysimachus, outro general que tinha tomado o controle de Thrace e logo se tornou um jogador-chave nas guerras entre os sucessores de Alexander. Entre outras coisas, Arsinoe envenenou o filho de Lysimachus do seu primeiro casamento e teve os seus próprios filhos assassinados pelo seu segundo marido.
A cerca de 279 a.C., Arsinoe fugiu de volta ao Egito, onde o seu irmão Ptolomeu II havia herdado o trono. Rapidamente provou ser a mais formidável política do reino, tendo a mulher do seu irmão exilada sob falsas acusações e depois casanso-se com ele, escandalizando a sociedade grega.
Como rainha, Arsinoe logo marginalizou o seu irmão e estabeleceu-se como governante eficaz do Egito. Foi referida como faraó em documentos oficiais e emitiu moedas em seu nome, retratando-a em regalia completa. Ela e o seu irmão eram frequentemente retratados como Ísis e Osíris na arte, invocando antigas tradições egípcias para justificar o seu casamento.
Arsinoe morreu por volta de 268, deixando para trás um poderoso culto centrado em torno da sua adoração. O seu irmão nunca se casou novamente, embora tenha governado por mais 20 anos.
2- Imperatriz Wei
Wei foi a esposa do imperador Zhongzong, que governou a dinastia Tang China no início do século VIII. O seu marido tinha sucedido Wu Zetian, a única mulher a governar China no seu próprio direito. Wei foi dito ser um grande admirador de Wu e procurou emular o seu poder e crueldade.
Felizmente, o seu marido foi amplamente concordado ser uma "pessoa tímida e fraca" que estava feliz em deixar o negócio de governar à sua esposa, que considerava mais firme e inteligente. Ela rapidamente construiu uma poderosa camarilha na corte, incluindo muitos dos ex-ministros de Wu. Quem se opunha a ela arriscava a morte. Em certa ocasião, o Ministro da Guerra assassinou brutalmente um oficial apenas por criticar a imperatriz.
Depois de 5 anos, o reinado de Wei teve problema quando o seu marido morreu de repente. (supunha-se que Wei o tinha envenenado). Com o oficial morto, Wei sabia que os desafiadores emergiriam para reivindicar o trono. Então, ocultou a sua morte até que pudesse chamar 50 mil soldados para cercar o palácio.
Infelizmente, os seus inimigos estavam dentro do palácio. A irmã e o sobrinho do marido, a princesa Taiping e Li Longji, fizeram um golpe uma noite. Wei tentou escapar, mas foi morta pelos soldados que tinham sido ordenados para cercar o palácio. Eles tinham decidido que preferiam estar do lado vencedor.
1- Nur Jahan
Na década de 1620, o poderoso Império Mughal estendeu-se pelo subcontinente indiano. Oficialmente, foi governado pelo imperador Jahangir. Na realidade, Jahangir era um viciado em álcool, fraco e alcoólico, e o verdadeiro poder estava com a sua esposa, Nur Jahan.
Não era um grande segredo: Nur Jahan emitiu proclamações em seu próprio nome e teve moedas cunhadas com a sua imagem. Até tinha o selo real, que era usado para selar todas as ordens oficiais.
Um visitante posterior ao tribunal escreveu que o poder das mulheres "às vezes é exercido no harém; mas, como as virtudes de um ímã, é silencioso e não percebido. Nur Jahan apareceu em público; rompeu todas as restrições e costumes e adquiriu o poder pelo seu próprio nome."
O seu arqui-rival era o general e ministro Mahabat Khan. Quando Nur Jahan mandou prender o seu genro, Mahabat respondeu ao tomar Jahangir num golpe. Nur Jahan conduziu pessoalmente as suas tropas numa tentativa de apreendê-lo e organizou então um plano de fuga astuto. A aposta de Mahabat tinha falhado e o poder de Nur Jahan não foi controlado.
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Indira Gandhi (Índia, 1966-1967 e 1980-1984)
Única primeira-ministra da história da Índia, era filha do primeiro chefe de governo após a independência, Jawaharlal Nehru, de quem foi sua assistente pessoal. Foi eleita deputada em 1959 e sete anos depois virou premiê.Conhecida pela centralização do poder, entrou com o Paquistão em guerra que levou à independência de Bangladesh. Foi assassinada em 1984 por seus guardas após pedir ao Exército que derrotasse os insurgentes do Punjab.
| Bob Daugherty - 26.fev.1973/Associated Press | ||
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Golda Meir (Israel, 1969-1974)
Signatária da declaração de independência de Israel, em 1948, foi ministra da Defesa e das Relações Exteriores antes de ser indicada pelo partido Mapai para suceder o primeiro-ministro Levi Eshkol, que morreu meses antes.Foi sob seu governo que ocorreu o sequestro dos atletas israelenses na Olimpíada de Munique (1972) —ela deu a ordem para que o Mossad matasse os terroristas— e a Guerra do Yon Kippur (1973) com a Síria.
| Eduardo Di Baia - 18.mar.1976/Associated Press | ||
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María Estela Martínez de Perón (Argentina, 1974-1976)
Primeira presidente de um país das Américas, assumiu no lugar de seu marido, o líder histórico Juan Domingo Perón, que morreu no cargo. Marcado pela instabilidade, seu mandato foi interrompido pelo golpe militar que levou à última ditadura argentina (1976-1983).| Gerald Penny - 1º.jan.1960/Associated Press | ||
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Margaret Thatcher (Reino Unido, 1979-1990)
A "Dama de Ferro" ficou conhecida pela sequência de medidas liberais que transformou o Reino Unido —privatizações, desregulamentação do setor financeiro e flexibilização trabalhista, que levou a intensos protestos.No campo internacional, comandou a Guerra das Malvinas contra a Argentina e foi uma forte crítica da União Soviética, motivo pelo qual ganhou seu apelido, embora tenha participado da abertura do bloco socialista.
Foi quem passou mais tempo chefiando o governo britânico desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Ela renunciou ao cargo devido às críticas à União Europeia. No próximo dia 23, o Reino Unido passará por referendo sobre a saída do bloco.
| 29.nov.2006/AFP | ||
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Corazón Aquino (Filipinas, 1986-1992)
Líder da revolta que levou à queda da ditadura de Ferdinand Marcos (1965-1986), foi a primeira presidente mulher da Ásia. Mulher do senador Benigno Aquino Jr., morto em 1983 pelo regime, alterou a Constituição e reabriu o Congresso.Além da retomada dos direitos civis e humanos retirados pela ditadura, sua administração deu ênfase à solução do conflito com a insurgência comunista. Após passar por diversas tentativas de golpe, conseguiu concluir seu mandato. Ela é mãe do atual presidente filipino, Benigno Aquino 3º.
| Bikem Ekberzade - 7.nov.1997/Associated Press | ||
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Benazir Bhutto (Paquistão, 1988-1990 e 1993-1996)
Primeira mulher a governar um país islâmico, implementou medidas para tornar a economia paquistanesa mais liberal, mas foi derrubada nas duas vezes por acusações de corrupção contra seu governo.Alegando perseguição política, autoexilou-se em Dubai, em 1998. Nove anos depois, ela voltou ao país depois de acordo com o presidente Pervez Musharraf, mas foi assassinada um mês depois por militantes da Al Qaeda.
| Li Muzi - 4.abr.2014/Xinhua | ||
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Helen Clark (Nova Zelândia, 1999-2008)
Governou o país da Oceania por nove anos, tendo o quinto mandato mais longo da história, implementando programas sociais; diretora da ONU para o desenvolvimento, é candidata à secretaria-geral da instituição neste ano.| Andrew Kravchenko - 14.mai.2014/Reuters | ||
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Yulia Tymoshenko (Ucrânia, 2005 e 2007-2010)
É uma das líderes da Revolução Laranja, que desejava uma Ucrânia mais próxima à União Europeia. Em 2011, foi condenada a sete anos de prisão por corrupção e abuso de poder, em sentença criticada pelo Ocidente e ONGs de direitos humanos.Após a revolta que levou à queda do presidente pró-Rússia Viktor Yanukovich, em 2014, tentou voltar ao cargo, mas foi derrotada pelo atual chefe de Estado, Petro Poroshenko.
| Odd Andersen/AFP | ||
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Angela Merkel (Alemanha, 2005-atualidade)
A democrata-cristã alemã tornou-se a líder europeia e a mulher mais poderosa do mundo nos últimos dez anos. Merkel encampou o combate à crise financeira da Europa e a política econômica da União Europeia no período.Criada na antiga Alemanha Oriental, ela virou o principal elo do Ocidente com o presidente russo, Vladimir Putin, inclusive na crise com a Ucrânia. Sua última iniciativa marcante foi a defesa do acolhimento de refugiados.
| Eric Piermont/AFP | ||
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Michelle Bachelet (Chile, 2006-2010 e 2014-atualidade)
Primeira mulher a ser eleita nas Américas cujos parentes não tinham cargos políticos, a socialista perdeu o pai e foi torturada durante a ditadura de Augusto Pinochet (1979-1990).Teve um primeiro mandato com alta popularidade, chegando a 80% quando deixou o cargo e sendo eleita para segundo mandato em 2013. Porém, teve a reputação abalada pelas acusações de corrupção envolvendo seu filho.
| Afolabi Sotunde - 16.fev.2012/Reuters | ||
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Ellen Johnson-Sirleaf (Libéria, 2006-atualidade)
Diretora de instituições financeiras na década de 1990, é a primeira mulher a ser eleita presidente na África. Ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2011 "pela luta não violenta pela segurança e pelos direitos das mulheres".| Ints Kalnins - 28.fev.2013/Reuters | ||
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Johanna Sigurdardottir (Islândia, 2009-2013)
A premiê foi a primeira lésbica e pessoa LGBT a ser eleita chefe de governo de um país no mundo. Foi responsável pela superação da crise econômica, mudou a Constituição, proibiu clubes de strip-tease e legalizou o casamento gay. A partir da nova lei, selou a relação com sua mulher, Jonina.| Kent Gilbert - 28.out.2013/Xinhua | ||
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Laura Chinchilla (Costa Rica, 2010-2014)
Primeira presidente mulher da América Central, participou na década de 1980 das articulações nos EUA para o acordo que deu fim às guerras na região, mediado por Óscar Arias, de quem foi ministra e vice em seu segundo mandato.Com a promessa de melhorar a segurança e a economia, foi eleita em 2010, mas, por não cumprir suas promessas, tornou-se a presidente pior avaliada na América Latina entre 2011 e 2014, com 12% de popularidade.
| Ueslei Marcelino/Reuters | ||
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Dilma Rousseff (Brasil, 2011-atualidade)
Ex-guerrilheira e torturada durante a ditadura militar (1964-1985), foi secretária de Energia do Rio Grande do Sul, ministra de Minas e Energia e da Casa Civil antes de ser apontada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser sua sucessora em 2010.A petista foi eleita em 2010 e reeleita em 2014. No início de seu segundo governo, no entanto, passou a ser alvo de um processo de impeachment devido a irregularidades fiscais, que levou a seu afastamento em maio passado.
| Eric Piermont/AFP | ||
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Park Geun-hye (Coreia do Sul, 2013-atualidade)
Filha do ditador Park Chung-hee (1961-1979), responsável pela transformação socioeconômica do país, foi eleita em 2012 com uma política conservadora como a do pai, embora defenda a reunificação da Península Coreana.https://www1.folha.uol.com.br/asmais/2016/06/1779360-veja-15-mulheres-que-se-tornaram-chefes-de-governo-de-seus-paises.shtml
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20ouTUbro2010
ONU...só 14 mulheres...
MULHERES NO PODER
14
mulheres são chefes de Estado ou de governo no mundo
12
era o número de mulheres no poder em 1995
17%
das vagas nos parlamentos são ocupadas por mulheres
29%
p... - Veja mais em
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2010/10/20/mulheres-sao-chefes-de-estado-ou-governo-em-apenas-14-paises-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2010/10/20/mulheres-sao-chefes-de-estado-ou-governo-em-apenas-14-paises-do-mundo.htm***























