30/10/2018

6.611.(30ouTUbro2018.11.11') Hieronymus Bosch

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Nasceu em 1450...Hertogenbosch...Holanda
e morreu a 9aGOSTO1516
Jeroen van Aeken... cujo pseudônimo é Hieronymus Bosch...também conhecido como Jeroen Bosch Hertogenbosch... pintor e gravador holandês dos séculos XV e XVI.
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Hieronymus Bosch

Bosch: um dos mais importantes artistas holandeses de todos os tempos
Pintou aproximadamente quarenta obras com temáticas bem diferentes daquelas retratadas nas pinturas do Renascimento Cultural. 


Bosch deu um grande destaque ao imaginário, retratando os medos, problemas psicológicos, criaturas imaginárias (humanos e animais) e cenas de horrores. As imagens simbólicas e surreais são frequentes em suas pinturas. Embora muito interpretadas, até hoje muitas destas imagens são um grande mistério para especialistas em arte.


As ações dos personagens e os detalhes das cenas retratadas são características marcantes encontradas nas pinturas do artista.


Mesmo sendo católico, Bosch privilegiou temas psicológicos ao invés de cenas religiosas, fugindo assim do que se esperava para um artista da época.


Nos séculos XVI e XVII, foi considerado herege e suas obras renegadas pela Igreja Católica e burguesia europeia. Isto aconteceu, pois Bosch rompeu com a tradição artística do momento.


Principais obras de Bosch:

- O Carro de Feno (1516)
- São João em Patmos (1485)
- Calvário (1490)
- Morte e miséria (1490)
- O ilusionista (entre 1496 e 1520)

- Cristo carregando a cruz (1500)

- Cristo coroado com espinhos (entre 1479 e 1519)

- O Jardim das Delícias (1500 - 1510)

- O Juízo Final (1510)

- As Tentações de Santo Antão (entre 1495 e 1515)

- Os Sete Pecados Mortais (1480)

- A Nau dos Insensatos (entre 1494 e 1510)

- A  Morte e o Avarento (entre 1494 e 1516)

- A estrada da vida (1502)

- Removendo a pedra da loucura (entre 1475 e 1480)


- Adorações dos reis magos (1494)
 https://suapesquisa.com/pesquisa/bosch.htm
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os 7 pecados mortais e as 4 últimas etapas da vida

 Os Sete Pecados Capitais  de Hironymus Bosch
 
Os Sete Pecados Capitais é uma das obras-primas de Hironymus Bosch. O painel foi concebido originalmente para ser o tampo de uma mesa, e pode ter sido encomendado por alguma ordem religiosa. Sabe-se apenas que, posteriormente, passou a fazer parte da coleção do rei espanhol Felipe II, juntamente com outras obras de Bosch.
Os sete pecados capitais estão representados num disco central, dividido em sete cenas, ornadas com títulos em latim.
O círculo central corresponde ao olho de Cristo ressuscitado, que se encontra na pupila, em pé, sobre o túmulo. Em torno da íris estão várias linhas radiais douradas e a frase: “Cuidado, cuidado, Deus vê”. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê.
A córnea está dividida em sete seções em forma de trapézio, que representam os sete pecados mortais que são: a Gula, a Preguiça, a Luxúria, a Vaidade, a Ira, a Inveja e a Avareza.
Os quatro medalhões nos cantos da composição descrevem as quatro últimas etapas na vida do homem: a Morte, o Juízo Final, o Inferno e o Paraíso.
Significado dos textos em latim: “Porque é uma nação insensata, desprovida de inteligência. Se fosses sábios, compreenderiam e discerniriam aquilo que os espera (parte de cima). Ao ver tais coisas, o Senhor indignou-se com seus filhos e suas filhas e disse: vou lhes oculta o meu rosto e verão o que lhes sucederá… Pois são uma geração perversa, filhos sem lealdade (parte de baixo).
O tema da composição lembra aos pecadores que é preciso refletir sobre o que os aguarda após a morte, destino certo de toda a humanidade. A obra mostra, mais uma vez, a preocupação do artista com a humanidade e seu destino após a morte.
Fonte: http://virusdaarte.net/hieronymus-bosch-os-sete-pecados-capitais/
https://luisbettencourtmoniz.wordpress.com/2015/03/27/bom-dia-com-hironymus-bosch-os-7-pecados-mortais-e-as-4-ultimas-etapas-da-vida/
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As tentações de St Antão
 https://pt.wikipedia.org/wiki/As_Tenta%C3%A7%C3%B5es_de_Santo_Ant%C3%A3o
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A extracção da pedra da loucura
 https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Extrac%C3%A7%C3%A3o_da_Pedra_da_Loucura
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Hieronymus Bosch


Foucault, na História da Loucura, faz uma análise das modificações dos discursos sobre loucura através do tempo. Segundo ele, esse conceito já teve inúmeras interpretações, mas foi no século XVII que sofreu uma grande transformação.
Até o século XVII, a imagem que se tinha da loucura era sua representação medieval de algo místico, desconhecido, considerado o lugar imaginário da passagem da vida à morte. Ao mesmo tempo, convivia-se com o chamado “nau dos loucos”, navios que carregavam loucos para outras cidades em busca da razão. Quando eram acolhidos e mantidos pelas outras cidades, eram levados para a prisão; outros eram chicoteados publicamente e enxotados. A partir desse século, passou-se a definir a loucura através de uma separação vertical entre a razão e a desrazão: ela constitui, portanto, não mais como aquela zona indeterminada que daria acesso às forças do desconhecido, mas como o Outro da razão segundo o discurso da própria razão.
Este e outros livros de Foucault disponíveis nas melhores livrarias e também aqui:


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 http://tesaodefoucault.blogspot.com/2011/08/livros-de-foucault.html
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Via Maria Sobral Velez:
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