e morreu a 26ouTUbro1933...Figueiró dos Vinhos
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Museu José Malhoa
Caldas da Rainha
https://www.facebook.com/museujosemalhoa
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https://www.youtube.com/watch?v=RmMGQaeZW2w
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quadro do FADO
http://www.rtp.pt/programa/tv/p32116/e13
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Obras
https://www.youtube.com/watch?v=p7fqk9eAunk&feature=share
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Ai credo

https://www.facebook.com/107358489335605/photos/a.107488435989277/2653494851388610/?type=3&theater
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O Barbeiro da Aldeia

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As padeiras

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Baptizado na aldeia

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Cócegas
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A corar a roupa
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Sétimo Mandamento, 1905
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Praia das Maçãs
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José Malhoa
Caldas da Rainha , 1855 – Figueiró dos Vinhos , 1933
Entre 1867 e 1875 foi discípulo, na Academia de Belas-Artes de Lisboa,
de Vítor Bastos, Anunciação e M. A. Lupi. Preterido por duas vezes na
Bolsa de Estado para Paris abandona temporariamente a pintura até que,
em 1881, a exposição do quadro A Seara Invadida em Madrid lhe
granjeou apreço crítico. Como um dos fundadores do Grupo do Leão,
ligou-se ao movimento Naturalista gerado então em redor de Silva Porto.
Foi expositor da Sociedade Promotora de Belas-Artes (1880, 1884, 1887),
do Grupo do Leão (1881 a 1889), do Grémio Artístico (1891 a 1899) e,
desde 1901, foi presença regular nos salões da Sociedade Nacional de
Belas-Artes (SNBA). Recebeu a Medalha de Honra (1903) e várias Primeiras
Medalhas da snba e foi eleito seu Presidente em 1918.
De 1897 a 1912 participou no Salon de Paris, onde recebeu uma Menção Honrosa em 1901 e a Legião de Honra em 1905. Obteve segundas Medalhas na Exposição Universal de Paris de 1900, nas Exposições Internacionais de Berlim (1896) e Madrid (1901) e primeiras Medalhas nas de Barcelona (1910) e Buenos Aires (1910). Recebeu Medalhas de Honra na Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1908) e Panamá-Pacífico (S. Francisco, 1915).
As suas pinturas de género, espécie de «odisseia rústica nacional» como as considerou Fialho, na sua fixação tipológica de costumes e hábitos campesinos, reconstituem o imaginário mental ruralista do Portugal Monárquico e Republicano. Apreciado por ambos os regimes como autor por excelência de um certo «portuguesismo» desprovido de convicções ideológicas, de um costumismo ensolarado e paganizante, que episódicas cenas de costumes urbanos pintadas desde os anos 20 não contaminaram, Malhoa converteu-se no mais popular dos pintores portugueses, reputação que ainda hoje mantém. Retratista também, recebeu encomendas oficiais neste género, e realizou composições históricas de pendor decorativo para o Palácio da Ajuda (1890), Assembleia Constituinte (1891), Câmara Municipal de Lisboa (1899) e Museu Militar (1907 – 08).
Faleceu em Figueiró dos Vinhos, onde tinha atelier, em 1933. No ano seguinte, o Estado Novo inaugurou na sua cidade natal (que, em 1928, já o homenageara com exposição individual e estátua por Costa Mota) um Museu com o seu nome, único Museu estatal que o regime concebeu de raiz.
Postumamente, foram-lhe consagradas grandes exposições retrospectivas, em 1928 (SNBA) e 1983 (SNBA e Museu José Malhoa).
Rui Afonso Santos
De 1897 a 1912 participou no Salon de Paris, onde recebeu uma Menção Honrosa em 1901 e a Legião de Honra em 1905. Obteve segundas Medalhas na Exposição Universal de Paris de 1900, nas Exposições Internacionais de Berlim (1896) e Madrid (1901) e primeiras Medalhas nas de Barcelona (1910) e Buenos Aires (1910). Recebeu Medalhas de Honra na Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1908) e Panamá-Pacífico (S. Francisco, 1915).
As suas pinturas de género, espécie de «odisseia rústica nacional» como as considerou Fialho, na sua fixação tipológica de costumes e hábitos campesinos, reconstituem o imaginário mental ruralista do Portugal Monárquico e Republicano. Apreciado por ambos os regimes como autor por excelência de um certo «portuguesismo» desprovido de convicções ideológicas, de um costumismo ensolarado e paganizante, que episódicas cenas de costumes urbanos pintadas desde os anos 20 não contaminaram, Malhoa converteu-se no mais popular dos pintores portugueses, reputação que ainda hoje mantém. Retratista também, recebeu encomendas oficiais neste género, e realizou composições históricas de pendor decorativo para o Palácio da Ajuda (1890), Assembleia Constituinte (1891), Câmara Municipal de Lisboa (1899) e Museu Militar (1907 – 08).
Faleceu em Figueiró dos Vinhos, onde tinha atelier, em 1933. No ano seguinte, o Estado Novo inaugurou na sua cidade natal (que, em 1928, já o homenageara com exposição individual e estátua por Costa Mota) um Museu com o seu nome, único Museu estatal que o regime concebeu de raiz.
Postumamente, foram-lhe consagradas grandes exposições retrospectivas, em 1928 (SNBA) e 1983 (SNBA e Museu José Malhoa).
Rui Afonso Santos
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Casulo...Figueiró dos Vinhos
https://www.tripadvisor.pt/Attraction_Review-g2053346-d10783780-Reviews-O_Casulo-Figueiro_dos_Vinhos_Leiria_District_Central_Portugal.html#photos;aggregationId=&albumid=101&filter=7&ff=292127484
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http://www.mcafigueirodosvinhos.pt/
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"Cuidados de Amor" para ver em Figueiró dos Vinhos
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Cuidados
de amor
1910
José
Malhoa
óleo
sobre tela
68 x 54 cm
1159
Pin MNSR
Legada
ao Museu por Berta Pinto dos Santos Vilares,
em 1961
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Esta pintura, da autoria de José Malhoa, vai ausentar-se mais uma vez da nossa galeria, à semelhança do que aconteceu em 2003, quando viajou até ao Brasil para a exposição Amar o outro Mar, que decorreu no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. E de novo em 2005, quando foi cedida para a exposição Malhoa e Columbano: Cumplicidades de uma Geração, apresentada no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha.
Desta vez, Cuidados de Amor irá até Figueiró do Vinhos, para ser mostrada na exposição Figueiró dos Vinhos no centro do naturalismo português, onde irá encontrar-se com obras de Simões de Almeida, Henrique Pinto e outros artistas do grupo do Leão.
A vila de Figueiró dos Vinhos foi “descoberta” pelos pintores José
Malhoa e Henrique Pinto, em 1883, por indicação do escultor Simões de
Almeida, que daí era natural.
Malhoa acabaria por construir em Figueiró a casa a que chamou “casulo” e onde instalou o seu atelier.
Graças à frequência inspirada destes artistas, as suas gentes costumes e
lugares puderam materializar na pintura portuguesa de então uma imagem
ideal da identidade nacional, e é sobre estes assuntos que esta
exposição se irá debruçar.
A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos e
Comissariada por Maria de Aires Silveira, decorre 21 de Junho a 28 de
Setembro, no Centro de Artes de Figueiró dos Vinhos.
http://museunacionalsoaresreis.blogspot.com/2014/05/cuidados-de-amor-para-ver-em-figueiro.html***

1- Obra
A obra é conhecida por “O fado”.
2- Autor
O autor da obra é José Malhoa, nascido a 28 de Abril de 1855 nas Caldas da Rainha.
3- DataA obra foi concebida em 1910.
4- PeríodoA obra insere-se na corrente artística denominada por Realismo. Este surge apôs a Revolução Industrial e tem por objectivo aproximar-se o mais possível da realidade que é visível ao olho humano.
5- Proveniência
A obra foi (provavelmente) elaborada nas caldas da Rainha. Actualmente o quadro está no Museu do Fado em Lisboa.
http://realismoarte.blogspot.com/2009/02/jose-malhoa-o-fado.html
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https://www.pinterest.pt/pin/119063983879173067/?lp=true
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https://www.youtube.com/watch?v=p7fqk9eAunk
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Embraçar cebolas, 1896
https://www.facebook.com/107358489335605/photos/a.107488435989277/2267122223359210/?type=3&theater
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26 de Outubro de 1933: Morre o pintor José Malhoa
Pintor português, nascido a 28 de Abril de 1855, nas Caldas da Rainha, José Malhoa frequentou a Academia de Belas Artes, sendo discípulo de Lupi e Anunciação. Assumiu integralmente a pintura em 1881, após o sucesso do quadro Seara Invadida.
Imprimiu uma certa crueza à tradição romântica de que fora herdeiro, pintando o quotidiano do homem do campo, impregnado de sentimentalismo cristão e de um pitoresco paganismo, ou ainda o meio popular dos fadistas. Os Bêbados (1907) e O Fado (1910) figuram entre as suas obras mais conhecidas. Por último, representou o outono (1918) com uma sensibilidade já impressionista.
Imprimiu uma certa crueza à tradição romântica de que fora herdeiro, pintando o quotidiano do homem do campo, impregnado de sentimentalismo cristão e de um pitoresco paganismo, ou ainda o meio popular dos fadistas. Os Bêbados (1907) e O Fado (1910) figuram entre as suas obras mais conhecidas. Por último, representou o outono (1918) com uma sensibilidade já impressionista.
Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal
como no estrangeiro, designadamente em Madrid, Paris e Rio de Janeiro. Foi
pioneiro do Naturalismo em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão.
O prestígio atingido ainda em vida valeu a José Malhoa numerosas consagrações e homenagens, assim como muitos discípulos e seguidores. Veio a falecer em Figueiró dos Vinhos em 26 de Outubro de 1933.
Na cidade de Caldas da Rainha situa-se o Museu
José Malhoa. A 17 de Junho de 1933, um despacho ministerial confirma um parecer
favorável do Conselho Superior de Belas Artes, autorizando a criação do “Museu
José Malhoa”. O Museu seria, então, inaugurado a 28 de Abril de 1934, dia do
aniversário de José Malhoa, que havia falecido a 26 de Outubro do ano anterior;
o Museu foi, provisoriamente, instalado na “Casa dos Barcos”, no Parque D.
Carlos I, um edifício cedido pelo Hospital Termal, abrindo anualmente ao público
entre 28 de Abril e 26 de Outubro.
O projecto definitivo, dos arquitectos Paulino
Montês e Eugénio Correia, é concluído em 1937. A 11 de Agosto de 1940, dá-se a
inauguração do edifício, no âmbito dos festejos provinciais dos Centenários da
Fundação e da Restauração de Portugal.
José Malhoa. In Infopédia [Em linha].
Porto: Porto Editora, 2003-2013.wikipedia (Imagens)
José Malhoa
O Fado - José Malhoa
Os Bebados ou Festejando o S. Martinho - José
Malhoa
Museu José Malhoa -
Caldas da Rainha https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&v=p7fqk9eAunk*
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/26-de-outubro-de-1933-morre-o-pintor.html?fbclid=IwAR0P2X0cL_glq4sauWakN104XSTZ-gNwxcSSdkcbzVWkhpQ5piAG0-PvjKY
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nasce a 28ab1855
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/04/28-de-abril-de-1855-nasce-o-pintor-jose.html?spref=fb&fbclid=IwAR2ivbUPnP4H_p6KrQiR-ZzrcF3r9hEsvERWAm9uXyu-4kDrXp-KOmyaQyg
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