15/07/2011

4.767.(15Jul 18h15') Procurei no jornal "público" notícias das manifs da CGTP d'ontem, em Lisboa e no Porto: nem 1 foto, nem 1 linha!!!

Tive que ir ao site da CGTP!!!
Tenho que deixar de comprar este jornal!!!
http://www.cgtp.pt/index.php
http://www.cgtp.pt/images/stories/imagens/2011/07/semana_protesto.pdf

ou ao site do PCP
http://www.pcp.pt/trabalhadores-respondem-%C3%A0-ofensiva

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Descansei:
afinal alguém luta e resiste neste país. No "público" do Belmiro é que não puderam ou não tiveram tempo...
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Face às medidas impostas pelo Governo do capital
Trabalhadores respondem à ofensiva
Quinta 14 de Julho de 2011
Artigos RelacionadosDeclaração de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral, Lisboa, Manifestação CGTP-IN
Manifestação da CGTP - Trabalhadores respondem à ofensiva
Quinta 14 de Julho de 2011Milhares de trabalhadores participaram hoje em acções de protesto contra as medidas impostas pelo Governo, dando uma forte resposta ao ataque contra os seus rendimentos e direitos que, acusam, o executivo PSD/CDS rouba e coloca em causa, ultrapassando mesmo pela direita o compromissos assumidos no memorando de entendimento com a troika FMI/BCE/CE.
As acções integradas na semana de luta convocada pela CGTP-IN, iniciaram-se, de manhã, com concentrações e caravanas reivindicativas nas Caldas da Rainha, Évora e Aljustrel, e prosseguiram, à tarde, em Faro, no Porto, Vila Real e Lisboa.
Na capital, a manifestação encheu por completo o percurso entre o Largo de Santos e a Praça de São Bento, transformando-o num caminho de reivindicação e luta, de proposta e apresentação de alternativas à actual ofensiva. «O capital a roubar e quem trabalha a pagar» ou «temos solução, aumentar a produção», foram das palavras de ordem mais gritadas durante o trajecto.
A meio da D. Carlos I, uma delegação do PCP, liderada pelo secretário-geral do Partido, Jerónimo de Sousa, saudou a iniciativa de quem produz e cria riqueza, demonstrando quem de facto está ao lado dos trabalhadores em todas as horas e para a luta toda.
Já junto à Assembleia da República, a longa coluna de trabalhadores em protesto pacífico mas determinado, baralhou os cálculos às autoridades, que, face à crescente massa humana, resolveu a despropósito reforçar o contingente policial.
«O povo unido jamais será vencido», respondeu a multidão indignada antes de garantir, de viva voz, que esta foi apenas a primeira de muitas jornadas de combate contra a política injusta que sacrifica sempre os mesmos.
«A luta continua!», afirmaram ainda os trabalhadores numa contundente expressão de total disponibilidade para organizarem contra-ofensivas à altura da sanha antipopular do Governo Coelho/Portas.