01/06/2012

5.762.(1junho2012.12.47') PPP's...aqui em Alcobaça PSD criou a tonteira dos Centros Escolares de Alcobaça/Benedita sem qualquer financiamento até hoje...40 milhões de euros para resolver!!!

2junho2012
"ELES" criaram as PPP's e agora com este "paleio" não nos deixamos iludir
QUEREM PASSAR OS 51% DE MAIORIA PRIVADA DAS PPP'S 
pela certa para os100%!
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A trapalhada de Alcobaça dos centros escolares administrada pelo vereador Hermínio Rodrigues, em nome do PSD, vai ficar como?
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1junho
Temos em breve notícias da "nossa" PPP.
A cister equipamentos educação presidida pelo Vereador Hermínio Rodrigues.
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Quem fez a legislação dec.lei 86/2003:
governo de Durão Barroso, com Manuela Ferreira Leite
 e o famoso Miguel Relvas
que agora as critica!!!
Jorge Sampaio tb não escapa!!!

Foto: No Público online pode ler-se hoje que «O ministro [MIGUEL RELVAS] voltou a culpar as parcerias público-privadas pela situação em que o país se encontra e afirmou que nesta relação “o risco fica do lado do Estado e muito pouco de quem tem que assumir responsabilidades”. 
Esqueceu-se o senhor ministro de, sem prejuizo de responsabilidades de governos seguintes do PS, nos contar quem elaborou e assinou o Decreto-lei 86/2003 que deu nascimento legal às desastrosas PPP. Como ele não contou, conto eu.
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http://www.tvi24.iol.pt/politica/pcp-ppp-bruno-dias-scut-estradas-tvi24/1352245-4072.html
O PCP considerou hoje que as parcerias público-privadas (PPP) são «um modelo de negócio desastroso» para o interesse público, que tem lesado o país em «muitos milhões de euros», e que por isso «tem de acabar», noticia a Lusa.

A auditoria divulgada pelo Tribunal de Contas diz que a renegociação dos contratos para a introdução de portagens nas antigas Scut garantiu às concessionárias um «regime de remuneração mais vantajoso».

O relatório, que analisa os contratos de seis subconcessões rodoviárias (Baixo Alentejo, Litoral Oeste, Algarve Litoral, Baixo Alentejo, Douro Interior e Auto Estrada Transmontana), mostra que houve contratos que fugiram ao visto prévio do TC, que «veio a traduzir-se num agravamento de encargos no valor de 705 milhões de euros».

Segundo o deputado comunista Bruno Dias, «as conclusões que o TC apresenta vêm dar razão aos alertas e críticas que o PCP tem vindo a apresentar sobre estas opções políticas dos governos desde o primeiro momento».

«Nós desde o início que dizemos que temos de acabar com este modelo de negócio, este não é um problema de haver uma negociação que está a correr ou que correu mal, é um modelo desastroso para o interesse público e para a economia nacional», assinalou.

Bruno Dias considerou que estas conclusões do TC «provam que o que há décadas se tem vindo a ouvir de que as PPP são boas e que a última correu mal mas a próxima correu bem é uma mentira».

O deputado do PCP considerou ainda que «investimento público e PPP não são a mesma coisa» e que é preciso «apostar no investimento público de qualidade, criar as infraestruturas necessárias, mas de forma transparente e não com esquemas e modelos altamente favoráveis aos grupos económicos, mas ruinosos do ponto de vista do interesse público».

«A conclusão a que se chega é que o barato sai caro, o país tem vindo a perder muitos milhões com este modelo de negócio», acrescentou.