10/12/2013

7.241.(10dez2013.13.55') O CANIVETE DA TI TRINDADE...Minha propriedade desde 15.9.2013 no pic-nic da CDU na Mata do Vimeiro...

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3.784.
Neste dia tive uma excelente prenda: o CANIVETE da Ti Trindade...
 Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10210028305778801&set=a.1029365188983.3914.1670949754&type=3&theater
Estou a apontar para essa peça histórica... Mais de 100 anos...da ICEL...Foi a Sofia que teve a gentileza de me dar...Não me posso esquecer de levar quando reunirmos com a administração da ICEL!!!
 Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10210028305778801&set=a.1029365188983.3914.1670949754&type=3&theater Fez-me lembrar a importância dos canivetes dos trabalhadores rurais...Nomeadamente nas refeições...Recordei o corte do toucinho, da chouriça, do pão...Que belos jantares comi nas fazendas, quando ajudava no mantear...Cortava a erva antes do "Vai a baixo, vai-a-cima...
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6JUL2018
1945...
 Foto de ICEL.

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26DEZ2010
respiguei da cister.fm
2010-12-25 15:27:00
Icel da Benedita investiu 800 mil euros na robotização
A Icel, empresa de cutelaria com sede na Benedita, Alcobaça, investiu nos últimos quatro anos mais de 800 mil euros na robotização dos equipamentos da fábrica.
A notícia veiculada pelo Diário Económico dá ainda conta que a empresa espera fechar 2010 com um volume de negócios de 7,2 milhões de euros, principalmente apoiado nas exportações que ascendem a 70%.
 













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Via: http://www.dinheirovivo.pt/Faz/negocios/interior.aspx?content_id=4006989
Começou, em 1945, com o avô Joaquim a produzir canivetes. Hoje, nas mãos do neto Nuno, saem todos os anos da fábrica, na Benedita, 4,5 milhões de facas

Fazer facas não é para meninos. Aqui há muita ciência

05/07/2014 | 00:00 |  Dinheiro Vivo
Facas e cutelos de cima a baixo, por todo o lado, lâminas incrivelmente cortantes - garante quem as faz -, mas a certeza de que nunca, em 70 anos de história, se registou qualquer incidente. Assim, tudo pronto na terra das facas - Benedita, concelho de Alcobaça - para a entrevista a Nuno Radamanto, o novo presidente da Icel - Indústria de Cutelarias da Estremadura.

Com 35 anos, o antigo piloto de aviões, assumiu há pouco mais de um ano a liderança da empresa de cutelaria fundada, em 1945, pelo seu avô, Joaquim Jorge. "A Icel seguiu o caminho natural de renovação. Há 40 anos passou para a segunda geração da família, até que, em fevereiro de 2013, o universo dos acionistas, a família, teve a convicção de que era chegada a hora de entregar a empresa à terceira geração para que esta a leve até à quarta", explicou Nuno Radamanto. Toda a família, não. O neto de Joaquim Jorge ganhou à risca, com 55% dos votos, à lista constituída por elementos da segunda geração, que entendiam dever permanecer à frente da Icel.
Agora, o mandato prolonga-se até 2017 e o objetivo da nova equipa de gestão é, sem ruturas, preservar o principal legado deixado pelos tios, a solidez financeira, que lhes permitiu atravessar a crise sem problemas, ao mesmo tempo que espera recuperar a faturação de outros tempos. Em 2013, a Icel registou um volume de negócios de 7,5 milhões de euros - saíram da fábrica 4,5 milhões de peças -, mas, em 2004, foram 10 milhões de euros.
"Esperamos voltar a este nível dentro de cinco ou seis anos, através da entrada em novos mercados, mas também porque esperamos que os mercados mais penalizados pela crise retomem os valores anteriores", adiantou Nuno Radamanto. Em cinco anos, a empresa perdeu 20% do negócio, tendo iniciado a recuperação no ano passado. Os lucros, em 2013, totalizaram 400 mil euros, estando previsto para este ano um crescimento dos resultados líquidos entre 50% e 60%.
A Icel vende apenas 22% em Portugal, sendo o restante para exportação. Espanha, Estados Unidos, Canadá e Grécia, que até antes da crise era o maior mercado - em 2007, a Icel vendeu mais neste país do que em Portugal - são os motores das exportações. Mas há outros que começam a ganhar relevância, como alguns países árabes e do sudeste asiático.
"Temos tido um crescimento exponencial das vendas na Arábia Saudita, com quem temos relações comerciais há 25 anos. Conseguimos um bom parceiro na área da distribuição, que fez bem o seu trabalho e tornou a marca Icel conhecida", justificou Nuno Radamanto. Singapura, Indonésia, Vietname, Filipinas e Malásia e, ainda no início, a Tailândia são outros dos destinos das facas portuguesas.
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13maio2013
Filipa Norte da Empresa Lombo do Ferreiro
da Indústria da Cutelaria
https://www.youtube.com/watch?v=yMEP_UDFrAA
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2013
Patrocina Concurso de Chef's
 "corte é sempre sinónimo de perfeição. Como Faca Oficial da competição, a ICEL, empresa 100% portuguesa, leva ao Chefe Cozinheiro do Ano 2013 a garantia de total satisfação. Presente em 35 países dos vários continentes é na sua casa, Portugal, que a Icel mais brilha e faz brilhar também o evento gastronómico mais importante no país."
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