11/03/2015

2.712.(11mar2015.7.22') Anne Frank

nasceu a 12jun1929
e morreu a 12mar1945
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https://www.facebook.com/rtpmemoria/photos/a.135502569813710.16378.122535344443766/1852188941478389/?type=3&theater
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via face
https://www.facebook.com/annefrankauthor?fref=ts

https://www.facebook.com/annefrankauthor/photos/a.310155742339231.75031.281957145159091/893865353968264/?type=1&theater
“Sleep makes the silence and the terrible fear go by more quickly, helps pass the time, since it’s impossible to kill it.”
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4ago1944
...eles andam por aí...NÃO PODEMOS IGNORAR!
família de Anne Frank foi presa por denúncia de bufo.
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escritora alemã vítima do nazismo...
https://www.youtube.com/watch?v=fb-0HlsNv2Y

O Diário de Anne Frank 2009 - Filme Completo

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Casa de Anne Frank abre portas na net

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o The Guardian selecionou dez frases do famoso Diário de Anne Frank (Diary of a Young Girl, em inglês), uma menina judia de 13 anos que escreveu seu ponto de vista sobre o nazismo na Alemanha, entre os anos de 1942 a 1944, quando sua família e ela foram para Auschwitz.
Anne Frank foi morta durante o Holocausto, que completa 70 anos, mas deixou um diário rico de pensamentos e detalhes sobre a época do nazismo do ponto de vista de uma jovem judia

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/holocausto-veja-10-frases-inspiradoras-de-anne-frank,2b0f035079b2b410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

O diário, que termina de forma abrupta, foi publicado pelo pai de Anne, o único sobrevivente da família no Holocausto, em 1947.


Mesmo para quem nunca leu o diário, nem foi ao Museu Anne Frank (onde era sua casa, em Amsterdã), ficará tocado com as palavras dessa menina que se definiu como “uma jovem mulher com bastante força interior”.
Confira:
“Escrever um diário é uma experiência realmente estranha para alguém como eu. Não somente porque eu nunca tenha escrito algo antes, mas também porque tenho a impressão de que nada do que uma garota de 13 anos escreva irá interessar mais tarde para mim ou outras pessoas. Bom, não tem problema. Eu me sinto como uma escritora”.
“Como é maravilhoso que ninguém precise esperar um minuto sequer antes de começar a melhorar o mundo”.~
“Eu sei o que eu quero, eu tenho um objetivo, uma opinião, eu tenho uma religião e tenho amor. Deixe-me ser eu mesmo e então eu estou satisfeito. Eu sei que eu sou uma mulher, uma mulher com força interior e muita coragem”.
“Nós não estamos autorizados a ter opinião. As pessoas podem dizer-lhe para manter a boca fechada, mas não podem impedi-lo de ter a sua própria opinião. Mesmo que as pessoas ainda sejam muito jovens, elas não devem ser impedidas de dizer o que pensam”.
“Todo mundo tem um pedaço de boas notícias dentro de si. A boa notícia é que você não sabe quão bom pode ser! Quanto amor pode ter! O que você pode realizar! Quanto potencial tem!”.
“Mulheres deveriam ser respeitadas também! Falando de forma genérica, homens são estimados em todas as partes do mundo, então por que as mulheres não podem ter sua quota? Os soldados e heróis de guerra são homenageados e celebrados, os exploradores ganham fama imortal, mártires são reverenciados, mas quantas pessoas olham as mulheres também como guerreiras?”.
“É difícil em tempos como estes: ideais, sonhos e esperanças permanecerem dentro de nós, sendo esmagados pela dura realidade. É um milagre eu não ter abandonado todos os meus ideais, eles parecem tão absurdos e impraticáveis. No entanto, eu me apego a eles, porque eu ainda acredito, apesar de tudo, que as pessoas são realmente boas de coração”.
“O que é feito não pode ser desfeito, mas podemos prevenir que aconteça novamente”.
“Eu não penso sobre toda a miséria, mas sobre a beleza que ainda permanece”.
“Quem está feliz vai fazer os outros felizes também”.
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Aprendi uma coisa: só se conhece realmente uma pessoa depois de uma discussão. Só nessa altura se pode avaliar o seu verdadeiro caráter.” 
Frases - http://kdfrases.com

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12 de Junho de 1929: Nasce Anne Frank

No dia 12 de Junho de 1929, nascia a menina que daria um rosto ao Holocausto. Desde a publicação do seu diário em 1947, Anne Frank é símbolo contra a intolerância. A sua paixão pessoal "humanizou" o inconcebível extermínio.
Diário de Anne Frank já foi editado em mais de 50 idiomas e vendeu, desde a sua publicação em 1947, dezenas de milhões de exemplares. O livro foi adaptado para o palco e, entre 1959 e 2001, inspirou 11 filmes de cinema e TV, da Holanda a Hollywood.
Nascida em 12 de Junho de 1929, a autora faleceu com apenas 15 anos de idade no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen. Valor literário à parte, o maior mérito de Anne foi, postumamente, ter dado um rosto ao Holocausto.
Pois, se Otto Frank não tivesse decidido publicar os registos íntimos dessa adolescente, feitos durante os dois anos em que a família esteve escondida dos nazis em Amesterdão, ela seria apenas mais uma entre os 6 milhões de judeus exterminados.
Os Frank mudaram-se de Frankfurt para a Holanda exactamente em 1933, ano em que os nacional-socialistas subiram ao poder. Otto, pai de Anne, fundou uma firma em Amesterdão. Durante sete anos, a família levou uma vida normal e pacífica.
Este quadro  transformou-se de um só golpe quando os nazis ocuparam a Holanda, em 1940, segundo ano da Segunda Guerra Mundial. Assim como os outros judeus, a família foi sendo pouco a pouco "cercada", o acesso à escola e às piscinas públicas  foi-lhes cortado, e o pai de família deixou de poder gerir os seus próprios negócios. Todos os judeus tinham que portar o estigma da estrela amarela em público, sob ameaça de severas penas.
Quando, em 1942, Margot, uma das irmãs, foi convocada para trabalhar no Leste Europeu, os Frank decidiram entrar para a clandestinidade. Enquanto nos escritórios e depósitos "oficiais" continuavam as actividades usuais da firma de Otto, eles passaram a habitar, juntamente com uma família amiga, as salas vazias nos fundos do prédio.
Uma escada unia as duas partes da casa, e a passagem era camuflada por uma estante móvel. Ao todo, oito pessoas passaram 25 meses nesse esconderijo, totalmente isoladas do mundo exterior. Isto só foi possível com a conivência de quatro funcionários, que traziam comida e livros, e os mantinham informados sobre os acontecimentos políticos.
Um diário, denominado "Kitty", tornou-se o confidente de Anne nesse exílio e fuga mental para as limitações do dia-a-dia. A ele, a menina confiava as suas ideias e aspirações, a sua opinião sobre os inevitáveis atritos interpessoais ditados pela convivência longa e forçada no esconderijo.
De forma tocante, ela falou do seu desenvolvimento físico, das relações com o pai e a mãe, e do amor. Revelou detalhes quotidianos aparentemente insignificantes, como a restrição de ir à casa de banho somente à noite, quando a firma estava fechada. Mas também narrou momentos de pavor, noites em que a capital holandesa foi bombardeada, ou a presença de estranhos na loja, que forçava os fugitivos à imobilidade quase total.
Porém, em 1944, alguém – até hoje não se sabe exactamente quem – denuncia os clandestinos. Poucos dias depois, as SS revistavam a firma, levando os oito embora, de início para um campo de trabalho forçado na Holanda.
Mais tarde, foram transportados num comboio de mercadorias até Auschwitz, e de lá a Bergen-Belsen, na Baixa Saxónia. Em Março de 1945, poucas semanas antes da libertação desse campo, Anne e Margot morreram de tifo.


Dos oito clandestinos da Prinsengracht 263, apenas Otto Frank sobreviveu ao Holocausto. A casa onde a família se ocultou durante dois anos foi transformada em museu em 1957, recebendo uma média de 900 mil visitantes por ano, sobretudo jovens.
Fontes: DW
wikipedia (imagens)
  https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/06/12-de-junho-de-1929-nasce-anne-frank.html
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