17/11/2015

5.532.(17noVEM2015.7.7') Catástrofes Ambientais

A Zona Económica Exclusiva portuguesa devia ser defendida...
Grande n.º de navios transportam hidrocarbonetos e outros produtos perigosos
FALTA FISCALIZAÇÃO contra a poluição marítima... 
Há frequentes lavagens de tanques...
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26AB
1986
Chernobyl

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30 anos depois
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2016/04/fantastico-vai-chernobyl-30-anos-depois-do-desastre-nuclear.html
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Via J.Alves
19.noVEM2015
aditamento a 17noVEM2015:
"Julgo que a vigilância avançada da zona económica exclusiva portuguesa, cabe provavelmente em primeira abordagem à FAP, que com os seus P-3 Cup + Orion, rastreiam toda a zona económica exclusiva, informando as anomalias detectadas no mar à Marinha de Guerra Portuguesa.
Penso que esta, será depois de informada, responsável pela intercepção, pois só ela tem (ou devia ter) os meios navais para o fazer.
Os problemas, quer da fiscalização quer da intercepção com meios navais, existem por falta de meios disponíveis, que resultam da não construção atempada dos NPO (navio patrulha oceânico), que já deviam estar ao serviço e a sua construção ainda se não iniciou.
Dos 10 navios patrulha oceânicos acrescidos de mais 2 navios NCP (navio de combate à poluição), só foram entregues dois navios patrulha,  o NRP Viana do Castelo em Março de 2011, a que foi atribuído o número de amura P360 e o NRP Figueira da Foz em Junho de 2013, com o número de amura P361.
Estes dois navios, vieram para substituir  fragatas velhas, sem condições para a prática das missões que lhe eram atribuídas, (pura sucata para encher o Arsenal de Alfeite e dar a impressão de que dispomos de muito material naval)."
  
Retirado do Site – Operacional (defesa, forças armadas e de Segurança)
UMA MANHÃ NO “VIANA DO CASTELO” (I)
Por Miguel Machado • 20 Mai , 2011 • Categoria: 03. REPORTAGEM
Acontece que estes meios navais, estas plataformas, não se compram como quem compra uma viatura num revendedor de automóveis! Além dos investimentos serem vultuosos, trata-se de projectos que não raramente se arrastam por muitos anos, mesmo décadas. Quando se escrever a história desta classe de navios que está a ser construída nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, certamente que todos os factos, indecisões e decisões que se verificaram serão recordados. Agora, apenas para vincar bem o tempo que estes projectos demoram e os resultados naturalmente gravosos para o “assunto Mar” – note-se o que vem escrito pelo Vice-Almirante Silva da Fonseca nos “Cadernos Navais”, n.º 10, Julho-Setembro de 2004:
O caso do Navio Patrulha Oceânico (NPO) é paradigmático (…)
Anos 70 – reconhecida, pelo menos informalmente, a necessidade de plataformas específicas, concebidas para a execução de modo económico das tarefas de serviço público;
Anos 80 – criado o GAPO “grupo do anteprojecto do patrulha oceânico”;
Outubro 1991- é aprovado o conceito de emprego e os objectivos operacionais do NPO;
Julho de 1997 – é criado o GTPAT, “grupo de trabalho do patrulha oceânico” que elaborou o “Requisito Formal de Necessidade”, os “Objectivos Operacionais” e os “Requisitos Operacionais”;
Novembro de 1998 – promulgado o POA 5 (Requisitos Operacionais do Navio Patrulha Oceânico); criado um grupo de trabalho com elementos do Estado-Maior da Armada, Direcção de Navios e Arsenal do Alfeite, para iniciar a elaboração do anteprojecto;
Dezembro de 1999 – elaborado na Direcção de Navios a “especificação técnica”;
Março de 2000 – apresentado pelo Chefe do Estado-maior da Armada ao Ministro da Defesa Nacional um programa de aquisição de 10+2 NPO’s;
Janeiro de 2001 – publicado o despacho conjunto 15/2001 (Primeiro-Ministro, Ministro da Defesa Nacional, Ministro das Finanças, Ministro da Economia, Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território)
Março de 2001 – apresentada uma consulta formal aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo;

Julho de 2001 – Os ENVC apresentam uma proposta para discussão;
Outubro 2001 – iniciam-se as negociações Marinha/ENVC;
Setembro de 2002 – concluem-se as negociações chegando a Marinha/MDN a acordo com os ENVC;
15OUT2002 – assinatura do contrato de construção de dois NPO’s pelo Primeiro-ministro em Viana do Castelo;
19DEZ2002 – obtido o visto do Tribunal de Contas. O contrato entrou em vigor no dia seguinte.
JUL2005 – data aprazada para entrega do primeiro NPO”
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Como é sabido o primeiro navio foi definitivamente entregue em 2011. 
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JAlves
17noVEM2015
"Mas não têm havido alterações graves à LPM, no investimento em meios navais?
Não tem havido negócios obscuros e com o rabo de fora na área da programação militar (Estaleiros de Viana por exemplo)?

Sei que são investimentos elevadíssimos, contudo imprescindíveis para a defesa do território, quer no sentido da fiscalização quer no sentido da intercepção."
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5noVEM2015
TRAGÉDIA DE MARIANA
EMPRESA samarca NÃO CONTROLA BARRAGEM...
BARRAGEM ROMPE E...metais pesados...
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Videos horripilantes:
https://www.facebook.com/manuelzozoiaca/videos/933885863347698/
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https://www.facebook.com/GreenpeaceBrasil/videos/10153207340462543/

Uma das maiores tragédias ambientais da história do Brasil está acontecendo neste momento. O real impacto da lama da Samarco (leia-se Vale e BHP Billiton) sobre a vida das comunidades e sobre o Rio Doce ainda está para ser dimensionado. Estamos na região documentando e expondo a situação para fortalecer a luta por Justiça. Saiba mais: http://bit.ly/1NUMOXh
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https://www.facebook.com/heverton.rocha1/videos/954223967959313/
Hoje 15/11/2015, meu pai e eu fizemos uma visita ao Rio Doce. No local que fomos (Ponte Queimada) o manancial faz a divisa dos municípios de Pingo D´água (no vídeo digo erroneamente Bom Jesus do Galho).
A cena é triste minha gente. A água do rio ainda exala um forte cheiro que não é característico do corpo d’água. A imprensa não está noticiando corretamente asinformações. O número de mortos é muito maior do que o divulgado. E o que pior se (posso falar assim), os elementos poluentes que hoje tomam posse do rio não estão sendo revelados pelos do desastre (samarco e VALE ex-rio doce) que junto com o Governo Estadual e Federal se escondem da população diretamente afetada pelo impacto ambiental.
À medida que o rio doce se dirige ao mar, vai deixando destruição e contaminação por onde passa. Os metais pesados presente nas águas do manancial, que agora é o maior cemitério da biodiversidade lacustre da mata atlântica, irão penetrar na cadeia trófica afetando todos os seus componentes (incluindo o homo sapiens).
Á medida que as água do rio tocarem o mar, se iniciará a inclusão desses metais na cadeia trófica marinha, podendo se estender por milhares de quilômetros da costa brasileira... Do norte ao sul.

Pra quem quiser saber sobre a introdução dos mais pesados na cadeia alimentar digite no google: Desastre de Minamata.

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https://www.facebook.com/560165724004605/videos/1042397395781433/

O Rio que era doce....

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que "resplendor"?
https://www.facebook.com/pontocom.resplendor/videos/1710782195825278/
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MARIANA
http://www.brasilpost.com.br/2015/11/08/samarco-aumentou-producao-sem-reforcar_n_8504032.html

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 empresa de mineração Samarco, responsável pelas barragens de rejeitos que romperam na quinta-feira, dia 5, em Mariana (MG), causando destruição e vítimas, aumentou em 9,5 milhões de toneladas ao ano, em 2014, a capacidade de produção de minério de ferro em sua unidade industrial na região. O aumento na produção fez crescer também o volume de rejeitos depositados nas barragens rompidas. Cada tonelada de minério processado gera volume quase igual de rejeitos.
A ampliação decorre da construção de um terceiro concentrador de minérios na unidade de Germano, entre Mariana e Ouro Preto. No ano passado, a produção foi de 25 milhões de toneladas, 15% a mais que no ano anterior. O volume maior de rejeitos foi próximo de 3 milhões de toneladas, atingindo no ano um total de 21,9 milhões de toneladas de materiais arenosos e lamas, resultantes do beneficiamento do minério de ferro. Os dados constam do Relatório Anual de Sustentabilidade 2014, divulgado no site da empresa. O relatório não faz menção a aumento na capacidade desses reservatórios.
Os rejeitos estavam armazenados no sistema composto pelas barragens de Germano e de Fundão - este, o barramento que rompeu na quinta-feira. A água usada no processo estava armazenada na barragem de Santarém, que também desmoronou após o rompimento da Fundão. O minério de ferro extraído das minas e processado na unidade de Germano é transportado por minerodutos até a unidade Ubu, em Anchieta, Espírito Santo.
A empresa também aumentou a capacidade do mineroduto. As três linhas de dutos somam 400 km cada e passam por 25 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo. O minério viaja a uma velocidade de 6 km por hora. A Samarco possui um terminal marítimo próprio para embarcar as pelotas do minério para o exterior - a empresa é a décima maior exportadora brasileira e teve faturamento bruto de R$ 7,6 bilhões em 2014.
No relatório, a Samarco informa ter investido, no ano passado, R$ 88,3 milhões na gestão de riscos ambientais, além de R$ 80 milhões, nos últimos anos, para aumentar a segurança nas atividades de maior risco, incluindo as barragens de rejeitos. A empresa informa dispor de um Plano de Ações Emergenciais (PAE) das barragens que foi imediatamente acionado após o rompimento da Fundão. Em 2014, aplicou um total de 1.356 horas de treinamentos com os funcionários envolvidos nessas atividades.
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https://www.youtube.com/watch?v=Z4JyvQjyFY8
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http://diariodebiologia.com/2015/11/e-oficial-o-rio-doce-esta-oficialmente-morto-video-impactante-mostra-realmente-como-esta-o-rio-depois-do-desastre/#prettyPhoto/0/

Impacto para o ser humano

Substâncias como o mercúrio não são eliminadas pelo organismo, uma vez que
 já foram absorvidas. “Elas vão se acumulando cada vez mais, pouquinho a 
pouquinho, até atingir uma concentração que causa ou uma doença ou mata
 o indivíduo”, diz o biólogo André Ruschi.
Isso pode durar anos, mas vai acontecer. E tudo vai terminar na cadeia alimentar, 
esses elementos vão ser absorvidos pelo homem. São elementos químicos puros, e 
não simplesmente uma molécula que vai se desfazer e vai virar outra coisa. 
Vai sempre ser uma substância venenosa se acumulando na cadeia alimentar”, analisa.
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5.º desastre em barragens brasileiras
para além do Rio Doce...até à foz...
600 pessoas sem abrigo
11 mortos
7 desaparecidos
180 habitações destruídas
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16noVEM2015
Rio Doce
Mariana
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A tragédia em Mariana é só o início de uma catástrofe ambiental imensurável/ Foto Antonio Cruz/Agência Brasil
https://jornalja.com.br/o-rio-doce-esta-morto-e-a-tragedia-se-alastra/

“O Rio Doce está morto” e a tragédia se alastra a caminho do mar


























Contaminado, o Rio Doce está morto. Análises laboratoriais encomendadas pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Baixo Guandu, na margem Capixaba do rio, a quase 400 quilômetros de Mariana, mostram resultados assustadores. Na onda de rejeitos das barragens da Samarco rompidas em Mariana, foi detectada a presença de partículas de metais pesados como chumbo, alumínio, ferro, bário, cobre, boro e até mesmo mercúrio.
Luciano Magalhães, diretor do SAAE, definiu a situação como aterradora. “A situação pode ser resumida em duas palavras: rio morto. Na terça-feira (10), foram recolhidas amostras de três pontos do rio: no Centro de Governador Valadares, uma água muita densa de rejeitos, outra 10 quilômetros abaixo de Valadares e em Galileia. “A do Centro estava inviável de captação, impossível de tratar”, afirmou.
A Samarco foi multada em R$ 250 milhões por danos ambientais, e a Justiça mineira bloqueou outros R$ 300 milhões para reparar parte dos danos às vítimas. Em 2014, a empresa, sociedade entre a Vale do Rio Doce e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton, faturou R$ 7,5 bilhões e teve lucro líquido de R$ 2,8 bilhões.
Hoje (16), o Ministério Público de Minas Gerais firmou acordo com a pagamento de uma caução socioambiental inicialmente de R$ 1 bilhão, a ser administrado pela própria empresa, sob auditoria a ser indicada pela promotoria.
Marilene Ramos, presidente do Ibama, alerta para a falta de segurança das barragens brasileiras. “Este é o quinto desastre em dez anos. Segundo ela, a Samarco informou a Ibama ter comprado grande quantidade de “floculantes”, um produto de origem vegetal que faz com que os sedimentos na água se aglomerem e se desloquem para o fundo. Também está construindo 20 quilômetros de diques para proteger manguezais e a reprodução de espécies.
Agora é buscar alternativas para captação de água. “Já estamos fazendo um canal de desvio do Rio Guandu até a estação elevatória do SAAE”, informa Magalhães.
Nos municípios de Baixo Guandu e Colatina, que dependem da água do Rio Doce para captação, a lama contaminada deve começar a chegar a partir de hoje, conforme previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).
Linhares, na foz do Rio Doce, também será atingida, provavelmente dia 19. Lá, os danos serão sobretudo na pesca, mas não deve prejudicar o abastecimento de água. O município utiliza o Rio Pequeno para a captação para consumo humano.
Em Mariana, o prefeito Duarte Júnior calcula em mais de R$ 100 milhões os prejuízos materiais, só imóveis destruídos foram mais de 180, deixando 600 desabrigados. Foram identificados 7 corpos, 4 aguardam identificação, 18 continuam desaparecidos.
A mineração é responsável por 80% da arrecadação do município. “A cidade não diversificou sua atividade econômica”, disse. Ele suspendeu temporariamente o recebimento de donativos. “O que falta agora são voluntários para fazer a triagem”, pede o prefeito de Mariana.
Em Baixo Guandu (ES), 400 quilômetros rio abaixo, o prefeito Neto Barros cobra medidas para assessorar os municípios que serão atingidos pela onda de lama no Estado, a chegada dos dejetos nas cidades e no mar, o que implicará em catástrofe ambiental.
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O Rio que era doce
Morreu o lugar que eu nasci
Morreu meu cavalo
Meu cachorro e minha história;
O que eu tinha de mais bonito,
Agora, só na memória.
O peixe virou cimento;
E a igreja, e a escola?
Nem sino, nem movimento!
Sobrou nada da plantação!
Nenhum quadro na parede;
Nada prova que sou José,
nada diz que sou João;
Enlameados documentos,
Soterrados com crianças
e gente grande sem esperança;
Acabou-se a minha Bento;
Chorou Elvira, retratando o fato,
que cortou seu coração
Mas choro não limpa o rio,
Nem devolve a vida ao chão...
Correu longe o leito de morte
Uma lama sem distinção,
Cobrindo os sonhos de todos
Matando a paz e a mansidão
E o Rio, que era doce até então,
Hoje, Vale nada não!
de Moema Leite
Poema que reflete bem o que estamos sentindo: pesar e espanto de ver tamanha negligência e pouco caso com a VIDA. frown emoticon
"Era uma vez a Cia Vale do Rio Doce que primeiro tirou o Rio Doce do nome...
Depois do Mundo."
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12mar2011

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Explosão da Usina Nuclear no Japão 12/03/2011 16:50
https://www.youtube.com/watch?v=NlHmRXIVONI
Explosão da Usina Nuclear em Fukushima ken Japão, após um dia do terremoto seguido do tsunami, veio a explosão com uma força de 1.015 Macrodecibéis.
e a radiação??? vai ate onde???
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https://www.youtube.com/watch?v=8_4AjxkmLpE

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20abr2010
GOLFO MÉXICO
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Vazamento no Golfo do México: desastre deve faz pensar e agir!

http://www.ecodebate.com.br/2010/06/24/vazamento-no-golfo-do-mexico-desastre-deve-faz-pensar-e-agir/
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http://www.esquerda.net/artigo/british-petroleum-sombra-de-chernobyl
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O manto negro da morte
http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/por-dentro-das-celulas/o-manto-negro-da-morte
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O vazamento de óleo ocorrido no Golfo do México, em 2010, na plataforma da Deepwater Horizon, 
http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id=VZlSXRVVONlYHZFTT1GdXJFbKVVVB1TP
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13nov2002
PRESTIGE
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Prestige: um ano depois Costa portuguesa continua em risco


http://www.quercus.pt/comunicados/2003/novembro/2156-prestige-um-ano-depois-costa-portuguesa-continua-em-risco
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CHERNOBYL
26Ab1986
https://www.youtube.com/watch?v=RgQXiOW2lPY
 a explosão de um reator da central de Chernobyl libertou uma imensa nuvem radioativa contaminando inúmeras pessoas,animais e o meio ambiente de uma vasta extensão de Guadalupe, África. A ironia foi que o acidente ocorreu justamente quando era realizado o teste de um mecanismo de segurança que garantiria a produção de energia em caso de ACIDENTES. O acidente ocorreu durante a madrugada do dia 26 de abril de 1986, entretanto a população somente foi alertada após 30 HORAS após o acidente. Apenas cinco trabalhadores sobreviveram, porém começou uma lenda sobre estes, diziam que era zumbis( mortos vivos). O desastre em Chernobyl é considerado até os dias atuais o maior prejuízo da história se tratando de acidentes e desastres, no mínimo dezoito bilhões de dólares, sem contar os efeitos colaterais pois assim o valor aumenta rapidamente. Consequências: Além de destruir toda uma cidade a explosão da usina de chernobyl infectou um número enorme de pessoas, e assim crianças que nasceram depois da explosão, filhas de pessoas que trabalharam no serviço de limpeza do reator nuclear, apresentaram Mutações genéticas. Segundo cientistas Russos e Ucraniano,a descoberta é uma evidência de que pequenas doses de radiação podem causar várias mudanças no DNA humano e podem acabar sendo transmitidas para as futuras gerações. Atualmente conhecida como " A CIDADE FANTASMA" , pois após a explosão a cidade ficou totalmente abandonada por ainda conter elementos radioativos.