08/11/2017

7.416.(8noVEMbro2017.13.31') 2.ª Grande Guerra

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10abril1945
NÃO ESQUECEMOS!!!...
Via José Eduardo Oliveira: 
"O nosso ideal é a construção de um mundo novo, na paz e na liberdade. Devemo-lo aos nossos camaradas mortos". Do juramento dos sobreviventes do campo de concentração nazi de Buchenwald, na Alemanha... libertado a 10 de Abril de 1945.

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9ouTUbro1944
STALIN, CHURCHILL E O MUNDO REPARTIDO EM IALTA (UMA FANTASIA HISTÓRICA)
Em 9 de Outubro de 1944 Churchill chegou a Moscovo para se encontrar com Stalin. Por causa das eleições presidenciais dos EUA, a conferência tripartida com Roosevelt foi temporariamente adiada e Churchill mostrava muita pressa.
A delegação soviética estava “com a pulga atrás da orelha”. A insistência de Churchill em viajar para Moscovo desconcertava-os. Que pretendiam os britânicos? Porque queriam reunir com eles sem a presença de Roosevelt?
Da primeira conversa entre ambos conhecemos a versão falsa de Churchill que aparece nas suas Memórias. É o famoso repartir percentual de influência nos Balcãs, onde os britânicos ficavam com 90% da Grécia e concediam 75% da Bulgária e 90% da Roménia aos soviéticos, enquanto a Jugoslávia e a Hungria era repartida em partes iguais.
Como era evidente, os países interessados não opinavam nada, os grandes repartem o mundo à custa dos pequenos, os soviéticos são iguais aos imperialistas britânicos, os soviéticos também repartiram a Polónia com os nazis em 1939 (Pacto Molotov-Ribbentrop), depois repartiram o mundo em Ialta com a cumplicidade de Roosevelt… Não há cretino que não tenha repetido estras tretas umas mil vezes. Não há que recorrer a um motor de busca para se convencer disso. É incrível que alguém possa dar algum significado ao facto de que dois países repartam entre si em percentagens quantitativas algo tão subtil como a “influência” sobre um país soberano. Mas tratando-se de Stalin ou da URSS qualquer coisa é possível (sobretudo se vem de um farsante como Churchill).
Quando se realiza a reunião de Moscovo, o Exército Vermelho já levava um mês na Roménia e Bulgária, pelo que Churchill não podia ceder nem negociar nada. Havia ficado completamente fora de jogo, assim como os Estados Unidos.
É verdade que os britânicos pateavam por causa disso e queixavam-se que a URSS havia agido unilateralmente durante a ocupação militar de ambos os países. Mas foi exactamente isso que eles fizeram em Itália, onde chegaram no Verão de 1943. Na Itália ocupada, Estados Unidos e Grã-Bretanha faziam e desfaziam sem contar com a URSS para nada e deixando no poder a maior parte dos quadros do regime fascista de Mussolini.
Além de mentir, nas suas memórias Churchill concede à reunião de Moscovo uma importância que ele não teve, em absoluto, porque Moscovo não estava disposta a falar de nada com ele sem a presença dos Estados Unidos. Para eles tratava-se de uma mera preparação da reunião de Ialta, onde Roosevelt estaria presente. Ao não estar presente, a URSS negou-se a adoptar qualquer acordo com Churchill, e muito menos uma repartição do mundo.
Quase tudo o que Churchill diz nas suas memórias sobre aquela reunião é falso. Mesmo a agenda foi muito diferente da que ele descrevia. A primeira questão que ele tratou com Stalin foi a das futuras fronteiras polacas e, quanto aos Balcãs, não chegaram a um acordo.
No dia seguinte as conversações não melhoraram, apesar das tentativas de Anthony Eden, também presente, em regatear com Molotov. Nem sequer concordaram nas preferências. Para um (Eden) interessava-lhe falar dos Balcãs; para o outro (Molotov) da Polónia. Ou seja: os britânicos queriam chantagear Stalin com a Polónia para chegar a um acordo sobre os Balcãs.
Mas Churchill deixou Moscovo com os bolsos vazios. Absolutamente vazios; não houve acordo, não houve partilha… Nada de nada.
Agora, o falso relato de Churchill sobre a sua entrevista com Stalin tem várias sequelas históricas. Uma delas é o Tratado de Ialta, que não seria mais do que a formalização da distribuição por escrito, de acordo com os golpistas. É uma calúnia idêntica à anterior: em Ialta ninguém repartiu nada porque não havia nada para repartir.
A outra sequela é o fracasso da revolução na Grécia, um dos tópicos favoritos do trotskismo desde há 70 anos. A explicação é que Stalin devia e podia ajudar a revolução na Grécia em 1945 e não o fez distribuindo o bolo que ele havia anteriormente realizado com Churchill. Mais especificamente, Stalin é acusado da sua passividade diante do massacre cometido contra os antifascistas e comunistas gregos em Dezembro de 1944 em Atenas.
Explicar aquele acontecimento é complexo, como é complexo tudo o que respeita aos Balcãs. Em meados de Setembro, o Exército Vermelho estava na Bulgária, na fronteira com a Grécia. As tropas alemãs corriam o risco de ficar cercadas. Só podiam fugir através da Jugoslávia. Então, segundo outras memórias, as do nazi Albert Speer, o general Alfred Jödl pactuou com os britânicos. Os alemães mantinham o porto de Salónica contra o Exército Vermelho para dar tempo aos britânicos de desembarcarem no sul da Grécia e ocupar a península. Os britânicos comprometiam-se a não atacar os alemães para que pudessem retirar-se ordenadamente. Os nazis só deviam preocupar-se com o Exército Vermelho e a guerrilha.
Graças ao acordo, os britânicos puderam desembarcar sem oposição, aliviar os ocupantes nazis e esmagar a guerrilha. Para sermos mais exactos, a matança de Atenas foi cometida por tropas britânicas transportadas em barcos norte-americanos desde Itália, onde os aliados deixaram de combater os nazis para atacar os antifascistas gregos.
A estratégia militar do Exército Vermelho era muito diferente da britânica. Consistia em esmagar os nazis. Por isso, da Bulgária não se dirigiu para a Grécia mas sim para a Jugoslávia, onde uniu as suas forças à guerrilha antifascista.
Desde o século XIX a Grécia era um ponto estratégico de grande importância para o Império Britânico. Durante toda a guerra Churchill havia insistido em desembarcar no Mediterrâneo e, mais concretamente, nos Balcãs.
Ao fracassar os seus planos, desde Maio de 1944 que vinha a realizar enormes esforços diplomáticos para que lhe deixassem as mãos livres na Grécia, o que deu uma troca de correspondência entre os três dirigentes (Churchill, Roosevelt e Stalin) durante mais de dois meses, onde não se depreende nenhum tipo de acordo.
É possível que Churchill interpretasse o silêncio dos outros (Roosevelt e Stalin) como uma aceitação tácita dos planos que perseguia desde Setembro de 1943. Mas, tanto na Grécia como em Itália, a guerra impôs o facto consumado: nos territórios ocupados mandava o primeiro a chegar.
Sobre a Grécia Churchill não alcançou nenhum acordo com Stalin. Ao contrário, pactuou com o III Reich. Ele pensava mais no pós-guerra que na própria guerra. O verdadeiro inimigo não era o III Reich mas os comunistas gregos. Para implementar a sua política, Londres voltava ao ponto de partida: havia que romper a aliança e procurar uma paz em separado com os alemães, sem a presença da URSS.
O relato de Churchill serviu, também, para eximir de responsabilidade o único responsável do massacre dos antifascistas em Atenas em Dezembro de 1944: o próprio Churchill, com a cumplicidade de Roosevelt.
Fonte: Resistencia Popular
Foto de CAFÉ CENTRAL.
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19janeiro
1944...II Guerra Mundial. O Exército Vermelho reconquista Novgorod.
1945...II Guerra Mundial. O Exército Vermelho ocupa Tilsit e Cracóvia, na Polónia. No Japão, tropas norte-americanas desembarcam em Iwo-Jima.
A verdadeira história da 2ª Grande Guerra poucos a conhecem...O que se conhece são os super-heróis que quase sozinhos destruíram Hitler...O que se propaga são carradas de mentiras sobre o exército soviético!!!
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9noVEMbro...
ver em baixo
DI contra o fascismo e o anti-semitismo
"Noite dos Cristais" e
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7noVEMbro2017
os russos comemoraram a libertação da mãe pátria
e deixaram para o PCRusso as comemorações da Revolução bolchevique
em 7noVEMbro1941 houve uma parada das tropas soviéticas em frente ao Kremlin...
É bom ter presente:
os nazis dominavam a Europa toda, desde a península ibérica às portas de Moscovo...
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Via abrilabril
Em finais de 1941, as forças fascistas dominavam a Europa continental, da Península Ibérica até às portas de Moscovo. Aos comunistas e à URSS coube a cara tarefa de lutar contra o nazi-fascismo e salvar a Humanidade. 
Na Segunda Guerra Mundial, a URSS assumiu o papel determinante de derrotar o nazi-fascismo, num processo que o povo soviético designou como a «Grande Guerra Pátria».
Em Junho de 1941, com as mais poderosas forças militares até então conhecidas na história, a Alemanha invade a URSS. As divisões nazis avançam até Moscovo, onde tem lugar a primeira grande batalha em Setembro de 1941, Estalinegrado e Leninegrado, alvo de um cerco de cerca de 900 dias.
Momento fundamental de viragem na guerra foi a batalha de Estalinegrado, entre Novembro de 1942 e Fevereiro de 1943, na qual foram aniquiladas 20 divisões alemãs com mais de 330 mil militares.
Na contra-ofensiva soviética tiveram lugar outras importantes batalhas, entre as quais a batalha de Kursk (em Julho-Agosto de 1943), uma das maiores da história, onde foram aniquiladas 50 divisões, que possibilitou o contínuo avanço do Exército Vermelho até Berlim; a libertação do Campo de Concentração de Auschwitz, a 27 de Janeiro de 1945; e a tomada do Reichstag, a 8 de Maio de 1945.
A batalha pela produção de armamento foi ganha pela transferência maciça de empresas da indústria pesada e de mão-de-obra para os Urais, que, a par da formação de operários qualificados, possibilitou o crescimento exponencial na produção de aviões, tanques e canhões, suplantando a produção alemã no mesmo período.  
Na obra The wages of destruction  The making & breaking oh the nazy economy, sobre a história económica da Alemanha nazi, Adam Tooze, refere que, «apesar de ter sofrido perdas territoriais e devastação, que se traduziu numa quebra de 25% do produto nacional total, a União Soviética, em 1942, conseguiu produzir mais do que a Alemanha em quase todas as categorias de armamentos».  
Importa recordar que, só depois da Conferência de Teerão (de Estaline com Churchill e Roosevelt), nos finais de 1943, em que se tornou evidente que, com o avanço do Exército Vermelho, a União Soviética estava em condições e a caminho de libertar a Europa com as suas próprias forças, as tropas britânicas e norte-americanas desembarcaram na Normandia em 6 de Junho de 1944.














No seguimento da II Guerra Mundial e do decisivo contributo da URSS para a vitória sobre o nazi-fascismo, alterou-se profundamente a correlação de forças no plano mundial, dando origem a uma nova ordem democrática e antifascista, que inscreveu na Carta das Nações Unidas o respeito pela soberania dos povos, o desarmamento, a solução pacífica e negociada de conflitos entre estados.
A violação destes princípios pelo imperialismo levou ao desencadeamento da chamada «guerra fria», obrigando a URSS a um grande esforço para se dotar do mais moderno e avançado armamento, dando origem a um forte poder militar que permitiu conter a agressividade do imperialismo e criou condições mais favoráveis à luta pela paz e pela libertação dos povos do domínio colonialista e imperialista, de que foi expressão a Revolução de Abril de 1974, em Portugal.















Churchill, Roosevelt e Estaline na Conferência de Teerão


Também na Conferência de Paz de Helsínquia para a Segurança e Cooperação Europeia, concluída em 1975, o papel decisivo da URSS permitiu alcançar importantes acordos de desarmamento e tratados para a limitação das armas nucleares. 
Se a Revolução de Outubro e a construção de uma sociedade socialista significaram extraordinários avanços e transformações libertadoras, o desaparecimento da URSS e as derrotas do socialismo no Leste da Europa resultaram num grande salto atrás nos direitos e conquistas dos trabalhadores e dos povos.

O desastre económico e social da contra-revolução 

O imperialismo desencadeou uma violenta ofensiva a fim de recuperar as posições perdidas ao longo do século XX e impor a sua hegemonia no plano mundial. Como resultado, o mundo tornou-se menos democrático, mais injusto e mais perigoso, tendo-se aprofundado as injustiças e desigualdades sociais.
Desde a proclamação da derrota do socialismo, nos países que constituíam a URSS registam-se mais de 100 milhões de pobres, a esperança média de vida diminuiu e observou-se uma enorme recessão, com contracções do PIB e da produção industrial na ordem dos 50%.














A nova realidade abriu portas a guerras imperialistas (caso da ex-Jugoslávia) e à instauração de regimes ditatoriais e fascistas, como actualmente na Ucrânia.
A nível global, generalizaram-se as acções de desestabilização e as guerras de agressão, tendo-se instituído o ataque a liberdades e direitos fundamentais com a NATO e outros pactos agressivos.
Por outro lado, poderosas multinacionais passaram a comandar Estados e regiões inteiras, e novas formas de exploração foram sendo ensaiadas, aprofundando-se o fosso entre ricos e pobres.
A pobreza, a fome e a doença dominam vastas regiões do planeta, onde a exploração do trabalho infantil, o trabalho escravo, o tráfico de seres humanos, o comércio da droga, a corrupção e outras chagas do capitalismo não param de alastrar.
Com o argumento do combate ao terrorismo generalizaram-se políticas e medidas securitárias que interferem com direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, da mesma forma que crescem os ataques ao movimento operário e sindical, e germinam forças xenófobas, racistas e fascistas.
No quadro de consequências políticas resultantes do imperialismo surge também o maior movimento de refugiados no pós-2.ª Guerra Mundial, a par da morte de milhares de pessoas no Mediterrâneo.
A 27 de Janeiro de 1945, as tropas soviéticas libertaram o campo de concentração de Auschwitz
A 27 de Janeiro de 1945, as tropas soviéticas libertaram o campo de concentração de AuschwitzCréditos
https://www.abrilabril.pt/internacional/outubro-salvou-humanidade
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13jul2017
No dia 11, a NATO publicou na sua página oficial de YouTube o filme «Forest Brothers. Fight for the Baltics», promovendo o revisionismo histórico e o enaltecimento do fascismo em detrimento da URSS.
Junto ao vídeo, de oito minutos, afirma-se que, «depois da Segunda Guerra Mundial, soldados do Báltico que tinham lutado em ambos os lados da guerra desapareceram nas florestas para travar a guerra de guerrilha mais sangrenta na Europa, contra as forças soviéticas ocupantes».
No mesmo dia, a Aliança Atlântica publicou na sua conta oficial de Twitter o trailerdo filme, com 55 segundos de duração, dizendo que se trata da história dos «Forest Brothers», Irmãos da Floresta, que «lutaram contra o Exército soviético pelas suas pátrias após a Segunda Guerra Mundial».
Trata-se de apresentar com visível dose de heroísmo a guerrilha que, entre 1944 e 1953, lutou contra as forças soviéticas pela independência da Lituânia, da Letónia e da Estónia, sem mostrar grande preocupação pelo facto de, nessas forças, estarem integrados muitos legionários das SS nazis ou os que, nos países bálticos, haviam colaborado com as forças invasoras nazi-fascistas.

Passado e presente

A propósito da publicação do filme pela NATO, o portal stalkerzone.org afirma que «a ideologia da russofobia parece subir mais um degrau […] e, daqui a pouco, torna-se moda e questão de prestígio falar da guerra contra o Exército Vermelho e apoiar o Terceiro Reich, como coisa gloriosa em nome da integração europeia».
No mesmo portal, lembra-se ainda que a tradição dos «irmãos da floresta» não foi esquecida, sendo que a Letónia, a Estónia e a Lituânia possuem forças paramilitares, que actuam em estreita ligação com os respectivos ministérios da Defesa e, depois, com a NATO.

O seu carácter anti-russo – e fascista – é assumido às claras e, segundo o portal, nos últimos três anos têm realizado exercícios conjuntos com «convidados ucranianos», nomeadamente do Batalhão de Azov e outros semelhantes.
Marcha de glorificação do nazismo na Letónia, em 2015
Marcha de glorificação do nazismo na Letónia, em 2015CréditosIgor Zarembo / Sputnik News


Repúdio da diplomacia russa

A propósito do vídeo, 
https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=h5rQFp7FF9c
Maria Zakharova, a porta-voz do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, pediu hoje, na sua conta de Facebook, que «se veja com respeito as páginas trágicas da história e se repudie tão repugnante acção da Aliança Atlântica». Disse ainda esperar que «não seja necessário recordar os assassinatos massivos perpetrados por muitos dos membros dos Irmãos da Floresta».

Ontem, a representação da Rússia junto da NATO considerou que o material fílmico constitui uma nova tentativa de reescrever a história, para a colocar de acordo com os processos políticos nas ex-repúblicas socialistas do Báltico, onde prolifera o neofascismo e o nacionalismo, informa a Prensa Latina.
https://www.abrilabril.pt/internacional/nato-glorifica-colaboracionismo-com-nazis-no-baltico
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8mAIo1945
 

A Segunda Guerra Mundial termina oficialmente na Europa.

 
A Segunda Guerra Mundial termina oficialmente na Europa no dia 8 de Maio de 1945, às 23h01, no dia seguinte à capitulação da Alemanha nazi, assinada na véspera em Reims (nordeste da França).

O resultado final da guerra começou a desenhar-se em Estalinegrado em Fevereiro de 1943 quando o Exército Vermelho quebrou a espinha dorsal da Wehrmacht, dando início a uma gigantesca contra-ofensiva. E o quadro consolidou-se quando as tropas anglo-americanas desembarcaram na Normandia em Junho de 1944, abrindo uma poderosa frente ocidental.

Quando as tropas soviéticas já se encontravam em Berlim, Hitler, isolado no seu bunker, suicidou-se a 30 de Abril. Coube ao seu sucessor, o almirante Doenitz, determinar a cessação dos combates contra os soviéticos e os anglo-americanos.

Karl Doenitz envia o general Alfred Jodl, chefe do Estado Maior da Wehrmacht, a Reims, França, ao quartel-general das forças aliadas do general Dwight Eisenhower, a SHAEF (Supreme Headquarters Allied Expeditionary Force), instalado, desde Fevereiro de 1945, no grande edifício de tijolos vermelhos da Escola Profissional de Reims. O estabelecimento tem na actualidade  o nome de Liceu Roosevelt e a sala de capitulação transformou-se num museu público.


O general Alfred Jodl assina em 7 de Maio de 1945, às 02h41 da madrugada, a capitulação incondicional da Alemanha. Alguns meses mais tarde, ele seria denunciado ao Tribunal de Nuremberga e condenado à morte por ter dado ordens contrárias ao direito internacional, ou seja, mandado executar reféns e prisioneiros de guerra. Seria enforcado em 16 de Outubro de 1946.

Do lado dos vencedores, a acta de capitulação foi assinada pelo general Walter Bedell-Smith, chefe do Estado-Maior do general Eisenhower e pelo general soviético Ivan Susloparov. O general francês François Sevez, adjunto do general Juin e chefe do Estado Maior da França Livre foi convidado a assinar no final da cerimónia na qualidade de simples testemunha.
Na ausência de um oficial general alemão de hierarquia igual à sua, o general Eisenhower preferiu aguardar no seu posto de comando. Porém, coube a ele o anúncio radiofónico da vitória, às 03h39 da madrugada, na sala da assinatura. A cessação dos combates foi fixada para o dia seguinte, 8 de Maio, às 23h01, tempo suficiente para que as ordens necessárias pudessem ser comunicadas a todas as unidades. No entanto, centenas de tropas alemãs resistiriam além dessa data, nomeadamente na praça-forte de Saint-Nazaire.

Para Estaline, contudo, não era suficiente que a capitulação tivesse sido assinada em Reims, na zona ocupada pelas forças anglo-americanas. Era necessário também que fosse ratificada em Berlim, no coração do III Reich, acessoriamente na zona de ocupação soviética.

Esta formalidade teve lugar em 8 de Maio de 1945, às 15h00, no quartel general das forças soviéticas do marechal Zhukov, no bairro de Karlshorst.

As três Forças Armadas alemãs foram representadas pelo general-brigadeiro Hans Juergen Stumpff, comandante-em-chefe da Luftwaffe, o marechal Wilhelm Keitel, chefe do Estado-Maior da Wehrmacht e o almirante Hans Georg Von Friedeburg, da Kriegsmarine.

Após este acto de capitulação os chefes de Estado e de governo aliados puderam anunciar, praticamente ao mesmo tempo, em emissões radiofónicas a cessação oficial das hostilidades na Europa. Nos Estados Unidos, o anúncio da vitória coube ao presidente Harry Truman, visto que o  seu predecessor Roosevelt falecera havia menos de um mês em 12 de Abril de 1945.

A guerra não terminava com a capitulação da Alemanha nazi. O Japão do imperador Hiroito, aliado de Hitler no Eixo, dava sequência a um desesperado combate contra as tropas norte-americanas no sudeste do Pacífico. Duas explosões atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki, em 6 e 8 de Agosto de 1945, levaram o Império do Sol Nascente à capitulação.

E foi somente com esta capitulação do Japão em 2 de Setembro de 1945, quatro meses depois daquela da Alemanha, que a Segunda Guerra Mundial teve verdadeiramente fim.

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2018/05/08-de-maio-de-1945-segunda-guerra.html
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9maio1945
9maio2017-Lisboa
Dia da Vitória da União Soviética sobre o nazismo
A festa que as associações Iúri Gagárin e Chance+ promovem esta tarde na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, comemora o Dia da Vitória sobre o nazi-fascismo, ocorrido a 9 de Maio de 1945, e tem como objectivo aproximar a população portuguesa às comunidades imigrantes dos países que constituíam a URSS. 
«Regimento Imortal» em Viena, em 2016
O programa arranca às 12h com o desfile do «Regimento Imortal», uma iniciativa cívica de evocação do derrube do nazi-fascismo pelos soldados da União Soviética na Segunda Guerra Mundial. Ao mesmo tempo, tem a intenção pedagógica de alertar as gerações presentes e futuras para o horror da guerra e das suas vítimas. 
A Associação Iúri Gagárin explica que o objectivo principal do desfile, que se realiza há alguns anos em várias cidades do mundo, é «devolver o sentimento de pertença de cada pessoa e da sua família à história da Pátria». 
Participar no desfile, adianta a associação, pressupõe que cada cidadão, honrando a memória do seu familiar-veterano, traz a fotografia deste para a Festa da Vitória e toma lugar na coluna do «Regimento Imortal».
O Comício da Vitória e da Paz, que se segue, junto à Fonte Luminosa, terá participações do presidente da Iúri Gagárin, Levy Baptista, e do Embaixador da Federação da Rússia em Portugal, Oleg Belous. 
A festa prossegue até às 18h com um programa recheado de momentos culturais mas também de comes-e-bebes com iguarias típicas de vários países. 
Há exposições de fotografias da época e um programa de espectáculos do qual se destaca Luísa Basto, acompanhada por Manuel Gomes, à guitarra, e Fernando Gomes, à viola. Agendado para as 16h, este espectáculo conta com a participação de mais de três dezenas de intérpretes russos, ucranianos, moldavos, portugueses e outros.
Além deste, e entre outros, também o Hill's Union actuará na Festa da Vitória e da Paz. Este projecto português representa, além de um tributo a Joe Hill, «um ponto de partida para novas abordagens às canções de Hill, para novos temas, ligados à vida, ao nosso dia-a-dia, à nossa realidade».
Este é o primeiro ano em que a associação Iúri Gagárin, até aqui convidada desta festa, participa na organização da iniciativa. 

9 de Maio: Dia da Vitória

O dia 9 de Maio de 1945 assinala a vitória da União Soviética sobre o nazi-fascismo e o fim da Segunda Guerra Mundial, em que pereceram mais de 60 milhões de pessoas, na sua maioria civis, e mais de 20 milhões de soviéticos.
Uma guerra perpetrada pelo capital para fugir à Grande Depressão de 1929 e para travar a luta operária e popular, bem como o avanço do socialismo na União Soviética.

Num tempo em que a ameaça do fascismo volta a pairar sobre a Europa, iniciativas como a desta tarde merecem toda a atenção. 
https://www.abrilabril.pt/internacional/lisboa-recebe-esta-tarde-festa-da-vitoria
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14maio2014
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1945
fim da 2.ª guerra mundial na Ásia...urge ter memória!!!
Conselho Português para a Paz e Cooperação
70.º ANIVERSÁRIO DO FIM DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NA ÁSIA
No momento em que se assinala o 70.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Ásia, confirmado com a rendição incondicional do Japão a 2 de Setembro de 1945, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra os milhões de vítimas e realça a luta e o papel desempenhado pelos povos dos vastos territórios ocupados pelo militarismo japonês para o desfecho da guerra e para o impetuoso movimento de libertação nacional que se lhe seguiu.
A guerra na Ásia não só terminou mais tarde do que na Europa como começou muito mais cedo. À semelhança do que sucederia mais tarde com a Alemanha nazi, o Japão militarista desde cedo que deixou claras as suas tendências expansionistas, aproveitando a passividade das grandes potências, nomeadamente as colonialistas: desde o início dos anos 30 que o Japão detinha protectorados e territórios ocupados no continente asiático e no Pacífico, como a Manchúria, a Coreia e as ilhas Kurilas e Sakalina. Em 1937, forças nipónicas invadiram a República da China, conquistando em Dezembro desse ano a capital Nanquim, que seria palco de um dos maiores massacres da história: 300 mil chineses – soldados e civis – foram massacrados pelos militaristas japoneses; em 1939, deram-se vários recontros fronteiriços com a União Soviética, desembocando na batalha de Khalkhin Gol, em que as tropas japonesas sofreram uma pesada derrota e foram forçadas a firmar um pacto de neutralidade com a URSS, permitindo a este país concentrar-se na defesa das suas fronteiras ocidentais; em 1940, o Japão invadiu a Indochina francesa e no ano seguinte ocupou e atacou pontos detidos por potências ocidentais, o que levou à declaração de guerra dos EUA e Reino Unido; nos anos de 1942-43, o expansionismo nipónico estendeu-se ao Sudeste Asiático, Índico e Pacífico, atingindo a Birmânia, Java, Timor e Nova Guiné.
Para a derrota do Japão convergiram a tenaz resistência dos povos dos territórios ocupados, as acções militares aéreas, navais e terrestres dos EUA, Reino Unido e Austrália e a entrada do exército soviético na guerra contra o Japão, após a rendição alemã. Os criminosos bombardeamentos nucleares de Hiroxima e Nagasáqui pelos Estados Unidos da América constituíram, mais do que um acto final da Segunda Guerra Mundial, uma primeira acção daquela que ficou conhecida por «Guerra Fria», sendo mais uma demonstração de força dirigida à União Soviética do que a um Japão já então cercado e derrotado.
Tal como na Europa, também na Ásia ao final da guerra sucedeu-se um período de impetuoso avanço nos processos de libertação nacional e emancipação social, iniciando a derrocada do sistema colonial, patente na libertação e independência de diversos países e na revolução chinesa, vitoriosa em 1949. Com a derrota do Japão, os EUA, sustentados no poderio económico com que saíram da guerra e no monopólio da arma atómica (que mantiveram até 1949), procuraram refrear este movimento libertador, ocupando metade da Coreia e, mais tarde, substituindo os franceses na ocupação do Vietname.
Setenta anos passados, a situação no Extremo Oriente é preocupante, com a permanente tensão no paralelo 38, que ainda hoje divide a Coreia, a proliferação de bases e instalações militares dos EUA em torno da China e da Rússia e recrudescimento do militarismo do Japão, onde permanecem milhares de militares norte-americanos.
O desarmamento, o fim das bases militares estrangeiras e o respeito pela soberania dos países são questões fundamentais para garantir a paz na região e no mundo – para que um tal horror, nunca mais aconteça!
A Direcção Nacional do CPPC,
2 de Setembro de 2015
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Porque não vimos notícias destas manifestações?...Dia da Vitória 9 de maio 1945
Impressionante manifestação em São Petsburgo
ex -Lenigrado
Via facebook...Luís Cardoso
A cidade saiu à rua para festejar a vitória sobre a Alemanha nazi com as fotos dos seus familiares Heróis da Humanidade, digo bem Heróis da Humanidade. A cidade saiu à rua para lembrar as vítimas do cerco de Leninegrado que durou 900 dias: mais de 2 milhões de mortos e quase 2,5 milhões de feridos e doentes, soldados e civis soviéticos.


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9noVEMbro1938
Noite de Cristal...Lojas e habitações de judeus são destruídas. Sinagogas tb. A violência estende-se por +2 dias... NÃO SE ASSINALA NA ALEMANHA...e nos media portugueses...Porque será??? Quem derrotou, efectivamente, o nazismo??? quando é que apareceram na luta os "aliados"??? https://www.youtube.com/watch?v=TDT0ZAFH-Wo
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 http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2016/11/09-de-novembro-de-1938-noite-de-cristal.html
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9noVEMbro1923
Golpe da Cervejaria - 1.ª tentativa nazi de tomada de poder - Munique...COMO CONSEGUIRAM CHEGAR AO poder e ainda por cima, pelo voto???...PORQUE SERÁ QUE os media não falam nestes factos tão importantes neste dia???...e só festejam a "vitória" sobre a RDA.bloco socialista...tds os países do bloco socialista tinham problemas, mas não tinham fome, nem falta de tratamento de saúde gratuito, nem tinham falta de educação gratuita!!! ninguém quer saber a verdade...vão tds na "liberdade", quando, de facto, passou a ser a "liberdade" para os agiotas explorarem os povos à fartazana

 https://www.youtube.com/watch?v=_WvcSteFt2o